Participei ontem de uma oficina, realizada pela Engenhonovo e a prof. Tereza Barretto, sobre publicidade e mídias sociais com Wagner Fontoura, dono do blog Boombust e sócio da Co-Workers – do qual já falamos aqui antes. No início da apresentação ele exibiu um vídeo feito pela AgênciaClick com um panorama do uso de mídias sociais no Brasil. O vídeo foi divulgado na semana passada, então acho que muitos de vocês podem ainda não tê-lo visto (como eu):
Como vocês podem ver, ele não mostra nada demais. É apenas um modo bonitinho …
Trabalhar com comunicação nas chamadas “novas mídias” exige um pouco mais do que “apenas” criatividade, exige visão – de negócios. É necessário enxergar oportunidades de promover sua marca/produto em redes sociais (e mídias digitais em geral) ter atitude para investir nelas.
Hoje, vemos a ascensão de outra rede social com grande potencial para o mercado da comunicação: o Foursquare. O Foursquare é (o que estão chamando de) uma ferramenta “hiperlocal” de recomendações. Basicamente ele é uma espécie de mistura de rede social móvel com jogo baseado em geolocalização – possibilitado pela …
Na maior parte das vezes em que pensamos em realizar ações publicitárias em mídias sociais, pensamos em usar a rede de contatos de cada usuário para expandir o alcance destas ações. Criar algo relevante, algo que faça o usuário se interessar, participar (ou se engajar, se vocês preferirem) e, efetivamente, recomende para seus amigos. Este é o desafio-chave.
Entretanto, as redes sociais nos oferecem mais recursos que podem ser trabalhados – informações valiosas, que comumente são utilizadas apenas em duas etapas da realização de uma ação: no planejamento e na apresentação …
Porque as pessoas gostam tanto de bancar as videntes?
Estamos chegando às vésperas de mais um evento da Apple – sim, a Apple oficializou a realização de um evento para a imprensa no dia 27 de Janeiro (quarta-feira) – e os mais variados rumores sobre uma iPad / iTablet / iSlate / Apple Tablet / Macbook Tablet / invente-um-nome-e-coloque-aqui surgem incessantemente – quer ver alguns? Que tal este, este, este e este? Satisfeito?
Entretanto, porque não podemos apenas nos resumir a analisar os fatos e nos contentar em ver somente o futuro …
O Fernando Valente, colaborador do blog (desde o Altcore), é desenvolvedor de apps para iPhone/iPod Touch e sua última criação foi o Radio Tool X.
O aplicativo permite que o usuário acesse um leque de rádios (na internet) de maneira rápida e fácil, através de uma única interface simples e de operação intuitiva. Ele conta com uma pré-seleção de 170 estações de rádio (de todo o mundo) e com funções como mudança de rádio através de uma “balançada” no seu iPhone (algo bastante similar à função “Shake Control” de alguns celulares …
Os “antigos” preconizavam que os computadores iriam acabar com o papel. Bem, os computadores, desktops e notebooks (e até os netbooks), já provaram que não são mais ameaça, porém os dispotivos móveis (smartphones, handhelds, ou qualquer que seja o nome que daremos para eles, só não podemos os considerar meros telefones), estão no páreo.
Depois do Kindle for iPhone – uma grande surpresa, já que todos pensavam que uma loja de livros era um dos próximos passos da Apple e seu plano megalomaníaco de dominar todo o conteúdo digital do mundo …
Realmente, as mídias sociais estão ganhando uma importância cada vez maior na comunicação brasileira.
No mês passado, fiz um breve post comentando sobre um ação desenvolvida pela Bossa Nova Films, que envolvia mídias sociais e digital signage. Bem, primeiramente gostaria de retificar uma informação que foi publicada: a mensagem, enviada através do website (ou do Facebook), era projetada na própria fachada da sede da empresa, não em um display – ou seja, não tem nada de digital signage aí. Ops, erro nosso. Com esta informação devidamente corrigida, parto para o que …
Qual é o grande diferencial da interface de linha de comando para a interface gráfica?
Talvez a sua resposta, proveniente do primeiro estímulo, seria a mais óbvia o possível: a acessibilidade das linguagens visuais. Em primeira instância, podemos considerar esta resposta como adequada. Desde que Douglas Engelbart nos apresentou as graphical user interfaces (GUIs, ou, em bom português, interfaces gráficas de usuário), em 1968, este é o principal argumento em seu favor. É irrefutável que a espacialidade e tangibilidade que as GUIs trazem à informação (e a sua organização, em geral) …