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	<title>Intermídias &#187; Software Livre</title>
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	<description>O Intermídias, blog de Ian Castro, é um espaço para pensar sobre comunicação digital, mídias sociais, mobile marketing e a publicidade nas novas mídias em geral.</description>
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		<title>Revista Espírito Livre: redes sociais e vigilância na web</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 17:29:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Revista Espírito Livre, publicação digital e gratuita sobre software livre, chega a sua 16ª edição com um tema polêmico (e atual) que se aproxima bastante da nossa temática: vigilantismo na rede.
Depois que Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, polemizou o assunto com suas declarações sobre as políticas de privacidade da rede, o mundo todo parou um pouco para pesquisar (um pouco) sobre o assunto. No Brasil não foi diferente e, até agora, muito se fala sobre a privacidade na web (ou melhor, a falta dela).
A Revista Espírito Livre estendeu este ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a rel="nofollow" target="_blank" title="Site oficial da Revista Espírito Livre, publicação digital e gratuita sobre software livre e assuntos do mundo da tecnologia. Liberdade, informação, conhecimento e software livre!" href="http://www.revista.espiritolivre.org/" target="_blank">Revista Espírito Livre</a>, <strong>publicação digital e gratuita</strong> sobre software livre, chega a sua <strong>16ª edição</strong> com um tema polêmico (e atual) que se aproxima bastante da nossa temática: <strong>vigilantismo na rede</strong>.</p>
<p>Depois que <strong>Mark Zuckerberg</strong>, fundador do Facebook, polemizou o assunto com suas declarações sobre <strong>as políticas de privacidade da rede</strong>, o mundo todo parou um pouco para pesquisar (um pouco) sobre o assunto. No Brasil não foi diferente e, até agora, muito se fala sobre a <strong>privacidade na web</strong> (ou melhor, a <strong>falta</strong> dela).</p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Revista_EspiritoLivre_16.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-3046" title="Revista Espírito Livre: redes sociais e vigilância na web" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Revista_EspiritoLivre_16-225x300.png" alt="16ª Revista Espírito Livre pauta a vigilância na web com matérias sobre os aspectos e limites legais da propaganda eleitoral e marketing político digital." width="225" height="300" /></a>A Revista Espírito Livre estendeu este discussão para um campo que <a title="Conheça a prática profissional e acadêmica de Ian Castro com marketing digital e publicidade em mídias sociais." href="http://www.intermidias.com.br/curriculo-marketing-digital/" target="_blank">nós publicitários</a> geralmente não nos importamos muito: o <strong>jurídico</strong>. <strong>Sabrina Felizzola Souza</strong>, em <a id="aptureLink_nBU4PVJj3v" href="http://www.revista.espiritolivre.org/wp-content/plugins/download-monitor/download.php?id=16">entrevista</a>, retoma a discussão de Zuckerberg e aborda os <strong>dilemas jurídicos da privacidade na Internet</strong>. A <strong>profª Ana Amelia Menna Barreto</strong> faz uma <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_s4mu8ikfLg" href="http://www.revista.espiritolivre.org/wp-content/plugins/download-monitor/download.php?id=16">abordagem legal</a> sobre os <strong>novos paradigmas da propaganda eleitoral na Internet e limites do marketing político digital</strong> – inclusive abordando questões como as que <a title="Fique por dentro da estratégia de Dilma Rousseff em mídias sociais e conheça algumas das práticas ruins que políticos brasileiros têm em redes sociais." href="http://www.intermidias.com.br/2010/06/agir-em-midias-sociais-nao-e-fazer-spam/" target="_blank">discutimos aqui anteriormente</a>. Além dos entrevistados, há também outros colaboradores que trazem a voz da sua experiência profissional, como <strong>Thalles Waichert</strong>, que é <strong>jornalista da editoria de Mídias Sociais do Terra Networks Brasil</strong> e fala um pouco sobre <strong>controle, vigilantismo e resistências nas redes sociais</strong>.</p>
<p>Para<strong> fazer o download </strong>da revista completa basta acessar o seu <a rel="nofollow" target="_blank" title="Site oficial da Revista Espírito Livre, publicação digital e gratuita sobre software livre e assuntos do mundo da tecnologia. Liberdade, informação, conhecimento e software livre!" href="http://www.revista.espiritolivre.org/" target="_blank">site oficial</a>. Confiram.</p>
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		<title>O paradigma da textualidade nas interfaces contemporâneas</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 17:18:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Qual é o grande diferencial da interface de linha de comando para a interface gráfica?
Talvez a sua resposta, proveniente do primeiro estímulo, seria a mais óbvia o possível: a acessibilidade das linguagens visuais. Em primeira instância, podemos considerar esta resposta como adequada. Desde que Douglas Engelbart nos apresentou as graphical user interfaces (GUIs, ou, em bom português, interfaces gráficas de usuário), em 1968, este é o principal argumento em seu favor. É irrefutável que a espacialidade e tangibilidade que as GUIs trazem à informação (e a sua organização, em geral) ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Qual é o <strong>grande diferencial</strong> da interface de linha de comando para a interface gráfica?</p>
<p>Talvez a sua resposta, proveniente do primeiro estímulo, seria a mais óbvia o possível: a <strong>acessibilidade</strong> das<strong> linguagens visuais</strong>. Em primeira instância, podemos considerar esta resposta como <strong>adequada</strong>. Desde que <a href="http://www.intermidias.com.br/2009/04/a-metafora-do-desktop/" target="_blank">Douglas Engelbart </a>nos apresentou as <em>graphical user interfaces</em> (<em>GUIs</em>, ou, em bom português, <strong>interfaces gráficas de usuário</strong>), em 1968, este é o principal argumento em seu favor. É irrefutável que a espacialidade e tangibilidade que as GUIs trazem à informação (e a sua organização, em geral) dotam os sistemas operacionais de uma intuitividade incrível.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Desktop com Compiz Fusion" src="http://wiki.compiz.org/Welcome?action=AttachFile&amp;do=get&amp;target=cube2.png" alt="" /></p>
<p>Porém, devemos pensar um pouco mais nesta resposta tão simplória. O que realmente faz com que a interface gráfica de usuário seja um trunfo na história dos computadores não é o mero fato de dotar a informação de forma ou torná-la mais tangível para o usuário, mas a <a href="http://www.intermidias.com.br/2008/09/a-sindrome-do-deficit-de-atencao-e-as-interfaces-graficas/" target="_blank"><strong>metaforização visual do ambiente computacional</strong></a> e a <strong>projeção do usuário dentro da máquina</strong> – como nos apontam vários autores da área, a exemplo de Stephen Johnson, de forma bastante inteligível, em A Cultura das Interfaces. A pequena seta do mouse, presente na tela, trouxe ao usuário a possibilidade de, efetivamente, <strong>realizar uma tarefa</strong>, e não mais <strong>pedir</strong> que o computador o fizesse em seu lugar. Ao digitar <em>“dir C:\”</em> o usuário está fazendo um pedido ao computador, similar a: “por favor, liste todos os arquivos que estão na raiz do disco C”. Já o mouse <strong>é o próprio usuário</strong>, é sua mão, movendo e excluindo arquivos – e não mais pedindo, encarecidamente, ao computador que realize estas ações. E assim as solicitações, grandes e complexas linhas de comandos, deram lugar às ações, seqüências de cliques. Entretanto, no final de tudo, as interfaces gráficas são apenas <strong>meios para visualizar informações</strong>, “os dados por trás de determinado documento estão na verdade dispersos a esmo pela superfície magnética de um disco rígido” (JOHNSON, 2001, p. 124). Os ícones, janelas e ambientes são apenas <strong>ilusões</strong>, construídas para nos ajudar a manipular e navegar por entre estas informações.</p>
<p>Fazendo uma válida <strong>analogia</strong> entre a internet e nossos computadores, <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_oPTQBCRupS" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Aza%20Raskin">Aza Raskin</a>, especialista em ambientes digitais de interação, considera a internet como um espaço caótico, no qual existem muitos serviços e informações <strong>coexistindo sem qualquer relação</strong> entre elas – concepção certamente herdada de teóricos como <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_wnjEFefL8t" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lev%20Manovich#Sobre">Manovich</a> (2006), que define a internet como um <strong>aglomerado de dados em suspensão</strong>, disponíveis para download (não necessariamente via browser, é válido ressaltar). Em suas elucubrações, Raskin constata um fato que muitas vezes nos passa despercebido: algumas das tarefas que desempenhamos na internet podem vir a exigir muito <strong>mais cliques</strong>, muito mais esforço, do que a <strong>digitação de alguns comandos</strong> o faria. Foi exatamente esta constatação que fez Raskin iniciar o desenvolvimento do <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://mozillalabs.com/ubiquity/" target="_blank"><strong>Ubiquity</strong></a>, um complemento para o navegador web Mozilla Firefox que, quase nostalgicamente, retoma a idéia dos <strong>comandos escritos</strong> – mas, desta vez, a partir de uma abordagem diferenciada: a <strong>semântica</strong>.</p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-2078" title="Prompt de Comando do Windows" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/12/prompt-300x147.png" alt="" width="300" height="147" />Para compreender porque a proposta de Raskin <strong>não é retrocesso</strong>, mas um avanço na <strong>usabilidad</strong><strong>e</strong> das interfaces de usuário, devemos pensar nas interfaces de linha de comando e seu <strong>principal problema</strong>: a <strong>limitação do repertório de comandos</strong>. Quando digitamos um comando em um terminal, o sistema operacional <strong>não o</strong> <strong>interpreta</strong>, apenas o <strong>reconhece</strong>. É isso que o computador se resume a fazer: reconhecer os comandos escritos, a partir da comparação com um banco de comandos pré-estabelecidos, e executá-los. Contudo, sabemos perfeitamente que a linguagem escrita, como os humanos a utilizam, não se baseia só na equivalência – pelo contrário, nos deparamos freqüentemente com significados sem uma expressão definida ou várias expressões que possuem um mesmo significado. Em resumo: as línguas (sim, qualquer uma delas) são <strong>regidas pela semântica, não pela sintaxe.</strong></p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-2077" title="Ubiquity" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/12/ubiquity-300x116.png" alt="" width="300" height="116" />Com o Ubiquity, Raskin propõe uma substituição deste modo de manipulação sintático por um modelo semântico, no qual que possamos “dar sentido” ao caos informacional que é a web – a articulando e operando da mesma forma que fazemos com nossas <strong>idéias</strong> e nossa <strong>linguagem</strong>. É uma interface que não exige de nós a <strong>memorização</strong> de uma lista interminável de comandos, mas que <strong>entenda</strong> nossas solicitações, da forma que, de fato, as fazemos. O complemento permite que o usuário ative uma série de serviços (previamente integrados) a partir da entrada de pequenos comandos escritos diretamente no navegador.</p>
<p>No vídeo de apresentação do projeto (abaixo), Raskin ratifica a utilidade de sua criação com uma situação bastante comum: o envio de um e-mail com um mapa – apesar do <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://wave.google.com/" target="_blank">Wave</a>, lançado bastante tempo depois do anúncio do Ubiquity, propor outra solução (gráfica) para esta mesma situação, o exemplo continua perfeitamente cabível. Para realizar esta tarefa, o usuário faria <strong>uma série de tarefas</strong> simultâneas ao processo de composição da mensagem em si: 1. abrir o e-mail; 2. abrir o Google Maps; 3. buscar a localização desejada e 4. Colar o link do mapa no e-mail. Todo o processo exigiria, além de bastante tempo,<strong> vários cliques</strong> e resultaria em um<strong> e-mail com um link e não um mapa</strong> – o que faz bastante diferença para o destinatário. O Ubiquity altera radicalmente esta dinâmica; com ele tudo que o usuário precisa fazer é <strong>digitar</strong> “map” seguido do endereço desejado e o mapa é inserido no e-mail.</p>
<div id="aptureLink_ZAwq7iHKX6" style="margin: 0pt auto; padding: 0px 6px; text-align: center; display: block;"><object id="apture_embedPlayer1" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="298" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="quality" value="high" /><param name="allowScriptAccess" value="never" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=1561578&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><param name="name" value="apture_embedPlayer1" /><embed id="apture_embedPlayer1" type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="298" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=1561578&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" name="apture_embedPlayer1" allowscriptaccess="never" quality="high" bgcolor="#ffffff"></embed></object></div>
<p>O Ubiquity, sem dúvidas, torna <strong>mais ágeis</strong> atividades corriqueiras pela <strong>sintetização de suas ações em comandos escritos</strong>, porém ele ainda <strong>não pode</strong> ser caracterizado como uma espécie de modelo semântico de interface de usuário. O complemento funciona, assim como as antigas linhas de comando, <strong>a partir de um repertório pré-estabelecido de comandos (e serviços)</strong>. Atualmente, ele conta com aproximadamente 80 comandos, relativos a atividades comumente realizadas na web (busca, tradução, envio de mensagens, localização de lugares, entre outros) &#8211; ou seja, <strong>pela simplicidade e abrangência dos comandos</strong> ele <strong>simula</strong> uma interface semântica, mas <strong>não é</strong>. Ainda assim, o Mozilla Ubiquity traz uma diferença que o torna <strong>bastante significativo</strong>: o fato dele ser um <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_fJsyg5vSc3" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Software%20livre">software livre</a>, um projeto <em>open-source</em> com o qual qualquer indivíduo pode colaborar<strong> construindo e compartilhando comandos</strong> com a comunidade a partir da API do complemento – escrita em Javascript, linguagem de programação extremamente popular na internet.</p>
<p>É bom ver que, enquanto o <strong>novo orgasmo</strong> do mundo da tecnologia são projetos de<strong> interfaces gráficas manipuladas pelo toque</strong> (e a supressão, cada vez maior, dos <em>inputs</em> de texto), ainda existem pessoas que <strong>pensam diferente.</strong></p>
<h5>Observação: Aqueles que ficaram curiosos e gostariam de ver o Mozilla Ubiquity em ação, podem fazer o download do seu protótipo, disponível no <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://mozillalabs.com/ubiquity/" target="_blank">site oficial do projeto</a> – acompanhado, inclusive, de manuais para criação de novos comandos.</h5>
<h5>Referências: <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://macmagazine.com.br/2008/08/28/mozilla-lanca-ubiquity-linguagem-comandando-a-web/" target="_blank">Mozilla lança Ubiquity: linguagem comandando a web</a> e <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://mozillalabs.com/ubiquity/" target="_blank">Mozilla Labs &gt;&gt; Ubiquity (Site oficial do projeto)</a>.</h5>
<h5>Bibliografia:</h5>
<h5>JOHNSON, S. <strong>Cultura da Interface</strong>: como o computador transforma nossa maneira de criar e comunicar. Tradução: Maria Luíza X. de A. Borges. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2001.</h5>
<h5>MANOVICH, Lev. <strong>Post-Meida Aesthetics</strong>, 2006. Disponível em: http://www.manovich.net/IA/. Acessado em: 3 dez. 2009.</h5>
<div class="zemanta-pixie" style="margin-top: 10px; height: 15px;"><a rel="nofollow" target="_blank" class="zemanta-pixie-a" title="Reblog this post [with Zemanta]" href="http://reblog.zemanta.com/zemified/36b10ab5-71c4-4f61-a34d-9bf4dffe756d/"><img class="zemanta-pixie-img" style="border: medium none; float: right;" src="http://img.zemanta.com/reblog_e.png?x-id=36b10ab5-71c4-4f61-a34d-9bf4dffe756d" alt="Reblog this post [with Zemanta]" /></a><span class="zem-script more-related pretty-attribution"><script src="http://static.zemanta.com/readside/loader.js" type="text/javascript"></script></span></div>
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		<title>Revista Espírito Livre nº 9: Redes sociais e Software Livre</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Dec 2009 15:02:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Revista Espírito Livre, publicação digital e gratuita sobre software livre (como já foi dito anteriormente), chega a sua nona edição.
Nesta edição, a revista cai na febre do momento e aborda as tão polêmicas redes sociais. A publicação conta com matérias bem interessantes, como sempre, mas posso destacar aqui a entrevista com Vicente Aguiar, membro da equipe do Noosfero, uma plataforma (livre, é claro) que reúne em um só lugar rede social, comunidades e afins.
Além das discussões sobre redes sociais, ainda há muitas outras matérias que fazem a leitura valer ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.revista.espiritolivre.org/" target="_blank">Revista Espírito Livre</a>, publicação digital e gratuita sobre software livre (como já foi <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.intermidias.com.br/2009/11/oitava-edicao-da-revista-espirito-livre/" target="_blank">dito anteriormente</a>), chega a sua <a href="http://www.revista.espiritolivre.org/?p=402" target="_blank">nona edição</a>.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-2056" title="Revista Espirito Livre 9" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Revista-Espirito-Livre-9.jpg" alt="" width="216" height="288" />Nesta edição, a revista cai na febre do momento e aborda as tão polêmicas <strong>redes sociais</strong>. A publicação conta com matérias bem interessantes, como sempre, mas posso destacar aqui a entrevista com <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;source=hp&amp;q=Vicente%20Aguiar&amp;um=1&amp;ie=UTF-8&amp;sa=N&amp;tab=iw" target="_blank">Vicente Aguiar</a>, membro da equipe do <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.noosfero.org/" target="_blank">Noosfero</a>, uma plataforma (livre, é claro) que reúne em um só lugar rede social, comunidades e afins.</p>
<p>Além das discussões sobre redes sociais, ainda há muitas outras matérias que fazem a leitura valer a pena. Entre elas está a do Carlos Eduardo, sobre <strong>criação (gráfica) no Inkscape</strong> (que praticamente nos obriga a ler outra, do Luiz Eduardo, sobre o <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_mlH3WNagkY" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SVG">formato SVG</a>) e a do Fernando Leme, sobre <strong>tecnologia da informação e política</strong> (indo desde a definição de <em>commons</em> até a de software apartidário).</p>
<p>Para<strong> fazer o download </strong>da revista completa basta acessar o seu <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://revista.espiritolivre.org" target="_blank">site oficial</a>. Boa leitura.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Linux App Store? Conheça o Dreamlinux Easy Install</title>
		<link>http://www.intermidias.com.br/2009/12/linux-app-store-conheca-o-dreamlinux-easy-install/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 21:35:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
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		<category><![CDATA[software]]></category>

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		<description><![CDATA[A comunidade do Linux está cada vez mais consciente que o sistema só vai ganhar algum espaço no mercado dos computadores &#8220;domésticos&#8221; quando contar com uma característica essencial, fundamental para todo e qualquer usuário final: usabilidade.
As distribuições Linux estão investindo cada vez mais para alcançar um nível de usabilidade que possa torná-las mais populares, inclusive investindo em melhores interfaces gráficas. Porém existem alguns pontos mais simples (e fundamentais) que também prejudicam um pouco estas distribuições. Um deles, que considero bastante significativo, é a falta de padronização na estrutura, decorrente das ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A comunidade do Linux está cada vez mais <strong>consciente</strong> que o sistema só vai ganhar algum espaço no mercado dos computadores &#8220;domésticos&#8221; quando contar com uma característica essencial, <strong>fundamental</strong> para todo e qualquer <strong>usuário final</strong>: <strong>usabilidade</strong>.</p>
<p><img class="alignleft" title="Tux" src="http://izaak.jellinek.com/tuxes/images/big%20tux.png" alt="" width="118" height="137" />As distribuições Linux estão investindo cada vez mais para alcançar um nível de usabilidade que possa torná-las <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.intermidias.com.br/2008/11/os-5-motivos-que-te-impedem-de-usar-linux-sao-balela/" target="_blank">mais populares</a>, inclusive investindo em <a href="http://www.intermidias.com.br/2009/12/o-que-ha-de-novo-no-kde/" target="_blank">melhores interfaces gráficas</a>. Porém existem alguns pontos <strong>mais simples</strong> (e fundamentais) que também prejudicam um pouco estas distribuições. Um deles, que considero bastante significativo, é a<strong> falta de p</strong><strong>adronização</strong> na estrutura, decorrente das várias &#8220;ramificações&#8221; das quais as atuais distribuições se originam &#8211; o que faz grande parte dos programas para Linux serem disponibilizados para download &#8220;empacotados&#8221; de <a id="aptureLink_ybM4W12wpu" href="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Imagem1.png">diversas formas</a>, cada uma delas compatível com uma distribuição. Para <strong>evitar</strong> este problema, o <a href="http://www.vivaolinux.com.br/dica/Linux-App-Store-um-novo-jeito-de-instalar-programas-para-Linux" target="_blank">novo projeto</a> do <a rel="nofollow" target="_blank" title="Perfil do usuário" href="http://www.vivaolinux.com.br/perfil/verPerfil.php?login=instantware">Guilherme Oliveira</a>, do portal colaborativo <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.vivaolinux.com.br" target="_blank">Viva o Linux!</a>, concentra <strong>vários</strong> <strong>programas</strong> para Linux, independente de licença, em um <strong><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.linuxappstore.kit.net/" target="_blank">único site</a></strong>, permitindo que o usuário o instale de maneira fácil e rápida.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1975  aligncenter" title="Dream Linux Easy Install (01)" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Imagem21.png" alt="Dream Linux Easy Install (01)" width="493" height="482" /></p>
<p>O <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.linuxappstore.kit.net/" target="_blank"><strong>Dreamlinux Easy Install</strong></a> (ou <strong>Linux App Store</strong>, <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.vivaolinux.com.br/dica/Linux-App-Store-um-novo-jeito-de-instalar-programas-para-Linux" target="_blank">segundo</a> o próprio autor) é um site <strong>bem simples</strong> que concentra vários programas para Linux em uma interface simplificada. Logo quando você entra no site, é apresentado a um menu de <strong>categorias</strong>;<strong> </strong>basta clicar em uma delas e selecionar o programa desejado em uma lista (tal como as listas de <a id="aptureLink_3ykg86n0ZL" href="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Dream-Linux-App-Store-03.png">Diversão</a>, <a id="aptureLink_ff22HWAq7z" href="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Dream-Linux-App-Store-02.png">Gráficos</a>, <a id="aptureLink_b08ycWTdd3" href="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Dream-Linux-App-Store-04.png">Internet</a>, <a id="aptureLink_IEVIO87KgD" href="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Dream-Linux-App-Store-05.png">Multimídia</a> e <a id="aptureLink_SXuZ6bidKo" href="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Dream-Linux-App-Store-06.png">Utilitários de CD</a>).</p>
<p>Vocês devem estar se perguntando: &#8220;Sim, grande parte das distribuições Linux já contam com <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.guiadohardware.net/dicas/gerenciamento-pacotes.html">software de gerenciamento de pacotes</a> fácil de utilizar e um amplo <strong>repositório</strong> de aplicativos. O que há de <strong>novidade</strong> neste projeto?&#8221;</p>
<p>Para mim, uma das <strong>grandes qualidades</strong> das distribuições Linux sempre foi a concentração de todos os seus programas em repositórios e o <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_mQjWy25fCj" href="http://www.ginux.ufla.br/files/artigos/k3b/2.1-Synaptic.png">fácil acesso</a> a eles, através dos programa de gerenciamento de pacotes &#8211; que realmente tornam a <strong>experiência</strong> de procurar e fazer o download de programas algo <strong>simples</strong>. Porém, com algum tempo de uso, percebi que toda a <strong>buracracia</strong> do processo de aprovação destes programas para adição no repositório termina por causar uma <strong>defasagem</strong> muito grande nas versões disponíveis destes aplicativos e faz com que essa possibilidade não seja mais tão atraente &#8211; além do fato de que há aplicativos que você simplesmente <strong>não consegue achar</strong> nestes repositórios. Assim, o usuário termina <strong>perdendo</strong> horas a fio, procurando um pacote do programa compatível com sua distribuição &#8211; ou na pior das hipóteses, buscando <strong>instruções</strong> de como instalar um programa que vem em arquivo <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_eLtzVIGDzK" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/TAR.GZ">tar.gz</a>.</p>
<p><img class="alignright" title="Dream Linux Easy Install Logo" src="http://www.linuxappstore.kit.net/dlinuxg18.gif" alt="" width="227" height="60" />Usabilidade é ter sempre a disposição <strong>t</strong><strong>udo que você precisa</strong>, de forma <strong>fácil</strong> e <strong>rápida</strong> &#8211; inclusive <strong>programas</strong>. Exatamente por isso eu penso que a iniciativa do Guilherme é <strong>válida</strong>. O projeto ainda está no <strong>início</strong> &#8211; nem sequer possui versão em formato de aplicativo. Ainda espero por <strong>muitas melhorias</strong>, como: mais opções de busca, exibição de reviews, notas, comentários, histórico de atualizações, entre outras <em>features</em> básicas que darão a interface mais <strong>objetividade</strong> &#8211; o que sistemas como o sistema de extensões do Firefox (uma ótima referência) e alguns gerenciadores de pacotes já possuem.</p>
<p>É um <strong>primeiro passo</strong>.</p>
<h5>Referência: <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.vivaolinux.com.br/dica/Linux-App-Store-um-novo-jeito-de-instalar-programas-para-Linux" target="_blank">Linux App Store: um novo jeito de instalar programas para Linux</a>.</h5>
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		<title>O que há de novo no “KDE Software Compilation 4.4″</title>
		<link>http://www.intermidias.com.br/2009/12/o-que-ha-de-novo-no-kde/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 22:07:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
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		<category><![CDATA[GUI]]></category>
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		<description><![CDATA[O KDE 4.4, recém rebatizado KDE Software Compilation 4.4, continua seu desenvolvimento trazendo alguns conceitos interessantes &#8211; ou melhor, surpreendentes.

O Bastion, do Polishlinux.org, fez um changelog visual do KDE Software Compilation 4.4, ainda em desenvolvimento. Apesar do número de mudanças ser reduzido, posso dizer que as novidades são, no mínimo, significativas. Ao passo que avança em seu amadurecimento, o KDE 4 se mostra um ambiente muito mais direcionado para o usuário final, com uma interface cada vez mais simplificada, intuitiva e bonita &#8211; além de mais estável, é claro. Dentre ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">O KDE 4.4, <a href="http://www.intermidias.com.br/2009/11/o-kde-reposiciona-sua-marca/" target="_blank">recém rebatizado</a> <strong>KDE Software Compilation 4.4</strong>, continua seu desenvolvimento trazendo alguns <strong>conceitos</strong> interessantes &#8211; ou melhor, <strong>surpreendentes</strong>.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">O <strong>Bastion</strong>, do Polishlinux.org, fez um <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://polishlinux.org/kde/kde-44-dev-whats-new/" target="_blank"><em>changelog</em> visual do KDE Software Compilation 4.4</a>, ainda <strong>em desenvolvimento</strong>. Apesar do número de mudanças ser <strong>reduzido</strong>, posso dizer que as novidades são, no mínimo, <strong>significativas</strong>. Ao passo que avança em seu <strong>amadurecimento</strong>, o KDE 4 se mostra um ambiente muito mais direcionado para o <strong>usuário final</strong>, com uma interface cada vez mais <strong>simplificada</strong>, <strong>intuitiva</strong> e <strong>bonita</strong> &#8211; além de mais estável, é claro. Dentre todas as novidades na interface destaco apenas duas:</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Animações do Oxygen</strong></p>
<p style="text-align: left;">As animações do Oxygen agora estão muito mais <strong>fluidas</strong> e vivas que nunca. Além disso, o usuário pode optar por uma maior gama de <strong>efeitos visuais</strong>, configurando-os com facilidade pois todos são <strong>integrados</strong> ao sistema &#8211; diferente do <a href="http://www.intermidias.com.br/2008/05/compiz-fusion-0-7-5-faca-do-seu-desktop-um-aquario/" target="_blank">Compiz Fusion</a>, que exige um esforço de configuração, ainda que pequeno.</p>
<div id="aptureLink_ws4BHwyKmV" style="margin: 0pt auto; padding: 0px 6px; text-align: center; display: block;"><object id="apture_embedPlayer1" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="456" height="285" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="quality" value="high" /><param name="allowScriptAccess" value="never" /><param name="flashvars" value="start=0" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/O5Cv0z0dqfk&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3" /><param name="name" value="apture_embedPlayer1" /><embed id="apture_embedPlayer1" type="application/x-shockwave-flash" width="456" height="285" src="http://www.youtube.com/v/O5Cv0z0dqfk&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3" name="apture_embedPlayer1" flashvars="start=0" allowscriptaccess="never" quality="high" bgcolor="#ffffff"></embed></object></div>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: left;"><strong>Agrupamento de janelas</strong></p>
<p style="text-align: left;">Um recurso já conhecido pelos usuários do Compiz Fusion chega ao KDE 4 com alterações surpreendentees. O KDE 4 permite que você <strong>agrupe várias janelas em apenas uma</strong> de modo que elas ficam disponíveis na <strong>barra de título</strong>, como se fossem <strong>abas</strong>. A forma com a qual este recurso foi implementado no sistema realmente foi realmente <strong>genial</strong>, tornando-o mais <strong>útil</strong> e <strong>fácil de usar</strong> &#8211; entrando ainda na &#8220;<a href="http://www.intermidias.com.br/2008/05/nautilus-mais-um-dando-uma-de-firefox/" target="_blank">moda das abas</a>&#8220;.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1866 alignnone" title="Agrupamento de Janelas do KDE 4.4" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/12/KDE44.jpg" alt="Agrupamento de Janelas do KDE 4.4" width="551" height="391" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: left;">Se você quer <strong>saber mais </strong>sobre as mudanças da versão de desenvolvimento do KDE Software Compilation 4.4, dê uma olhada no <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://polishlinux.org/kde/kde-44-dev-whats-new/" target="_blank">post original</a>, que contém uma análise <strong>breve</strong>, mais ainda assim <strong>detalhada</strong>, que <strong>descreve</strong> e <strong>ilustra</strong> as novas <em>features</em> dessa versão.</p>
<p style="text-align: left;">
<h5 style="text-align: left;">Referências: <a rel="nofollow" target="_blank" title="Permanent Link: KDE 4.4 dev: What’s new?" rel="bookmark" href="http://polishlinux.org/kde/kde-44-dev-whats-new/">KDE 4.4 dev: What’s new?</a>.</h5>
<p style="text-align: left;">
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		<item>
		<title>O KDE reposiciona sua marca</title>
		<link>http://www.intermidias.com.br/2009/11/o-kde-reposiciona-sua-marca/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 21:42:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[branding]]></category>
		<category><![CDATA[interface gráfica]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[software]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de 13 anos de existência, o KDE está passando por um processo de reposicionamento de marca.
Não, eu não estou falando de uma reforma gráfica na marca (do tipo que acontece frequentemente), mas de uma nova atribuição de sentido ao o nome KDE em si. A sigla, que antes significava &#8220;K Desktop Environment&#8221;, agora não possui mais um significado fechado, literal: ela é, simplesmente, uma marca. De acordo com o anúncio oficial, este reposicionamento parte do conceito que o &#8220;KDE já não é software criado por pessoas, mas pessoas que ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de <strong>13 anos</strong> de existência, o <a href="http://www.intermidias.com.br/?s=KDE&amp;x=0&amp;y=0" target="_blank"><strong>KDE</strong></a> está passando por um processo de <strong>reposicionamento de marca</strong>.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1852" title="Marca do KDE" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/11/kde.jpg" alt="Marca do KDE" width="185" height="185" />Não, eu não estou falando de uma <strong>reforma gráfica</strong> na marca (do tipo que acontece frequentemente), mas de uma nova <strong>atribuição de sentido</strong> ao o <strong>nome</strong> KDE em si. A sigla, que antes significava &#8220;<em>K Desktop Environment&#8221;</em>, agora não possui mais um significado <strong>fechado</strong>, literal: ela é, simplesmente, uma <strong>marca</strong>. De acordo com o <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://dot.kde.org/2009/11/24/repositioning-kde-brand" target="_blank">anúncio oficial</a>, este reposicionamento parte do conceito que o <strong>&#8220;KDE já não é software criado por pessoas, mas pessoas que criam software&#8221;,</strong> então a marca agora não remete simplesmente ao <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_NztsVOjaY0" href="http://img217.imageshack.us/img217/3914/air.png">ambiente gráfico</a>, mas a toda a <strong>comunidade</strong> do KDE.</p>
<p>Os &#8220;produtos&#8221; do KDE também ganharam novas <strong>denominações</strong> que o <strong>distinguem</strong> da marca em si, como: KDE Plasma Desktop,  KDE Plasma Netbook, KDE Platform, KDE Applications e o ambiente gráfico em si (atual KDE 4.3) passará a ser chamado de <strong>KDE Software Compilation 4.4</strong>.</p>
<p>Devo destacar que a atitude do KDE é <strong>louvável</strong>, pois, acima de tudo, demonstra uma preocupação com <strong>marketing</strong>, com o <strong>mercado</strong>, que não é muito comum no mundo do software livre &#8211; não tão comum como<strong> deveria ser</strong>.</p>
<h5>Referência: <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://dot.kde.org/2009/11/24/repositioning-kde-brand" target="_blank">Repositioning the KDE Brand</a> e<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.forumpcs.com.br/noticia.php?b=261570" target="_blank"> KDE deixará de ser &#8220;K Desktop Environment&#8221;</a>.</h5>
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		<title>O Chrome OS chegará ao mercado com a Dell?</title>
		<link>http://www.intermidias.com.br/2009/11/o-chrome-os-chegara-ao-mercado-com-a-dell/</link>
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		<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 19:35:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hardware]]></category>
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		<category><![CDATA[dell]]></category>
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		<description><![CDATA[Será que chegamos definitivamente ao estágio da computação de nuvem? A Google plantou esta idéia com o anúncio do Chrome OS e, agora, a Dell a comprou.
Há algum tempo que a Dell mostra um pouco da sua insatisfação com a Micrososft. Já tentou (e conseguiu) embarcar o Ubuntu como opcional em suas máquinas (tanto netbooks quanto laptops) e agora quer ser a primeira a levar o Chrome OS ao mercado. Será que ela consegue?

Pelo jeito, sim! Foi disponibilizada na comunidade da Dell um imagem (para pendrives) com uma versão experimental ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Será que chegamos <strong>definitivamente</strong> ao estágio da <strong>computação de nuvem</strong>? A Google <strong>plantou</strong> esta idéia com o anúncio do <strong>Chrome OS</strong> e, agora, a <strong>Dell </strong>a <strong>comprou</strong>.</p>
<p>Há algum tempo que a Dell mostra um pouco da sua <strong>insatisfação</strong> com a Micrososft. Já tentou (e conseguiu) embarcar o Ubuntu como opcional em suas máquinas (tanto <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_arGN1CdSv8" href="http://www.youtube.com/watch?v=xb1iMYODSjM">netbooks</a> quanto <a href="http://www.intermidias.com.br/2008/02/ubuntu-o-novo-alpha-e-a-massificacao-do-sistema/" target="_blank">laptops</a>) e agora quer ser <strong>a primeira </strong>a levar o Chrome OS ao mercado. Será que ela consegue?</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1841  aligncenter" title="Chrome OS" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/11/chrome_os_screenshot.jpg" alt="Chrome OS" width="550" height="309" /></p>
<p>Pelo jeito, <strong>sim</strong>! Foi <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://en.community.dell.com/blogs/direct2dell/archive/2009/11/25/chrome-os-wi-fi-support-running-on-a-mini-10v-source-code-available.aspx" target="_blank">disponibilizada</a> na comunidade da Dell um imagem (para <strong>pendrives</strong>) com uma versão <strong>experimental</strong> do ChromiumOS desenvolvida especificamente para funcionar no <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_lKyRBC3aWN" href="http://techtickerblog.com/wp-content/uploads/2009/05/dell-mini-10v-1.jpg"><strong>Dell Mini 10v</strong></a> <strong> </strong>. Bem, levando em conta que todo o sistema ainda é experimental (e, até agora, só teve seu <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://src.chromium.org/" target="_blank">código fonte lançado</a>), as alterações da versão disponibilizada são apenas <strong>adaptações</strong> <strong>de hardware</strong>, que resolvem <strong>parcialmente</strong> problemas com o <strong>wi-fi</strong> do aparelho &#8211; o que é <strong>crucial</strong>, já que conexão com a <strong>internet</strong> é quase uma <strong>premissa</strong> para utilização do sistema. Bem, ainda <strong>não é oficial</strong>, nem perfeito, mas funciona: faça o <strong>download</strong> no <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://en.community.dell.com/blogs/direct2dell/archive/2009/11/25/chrome-os-wi-fi-support-running-on-a-mini-10v-source-code-available.aspx" target="_blank">post original da comunidade da Dell</a>.</p>
<p>Ainda que a iniciativa da Dell seja boa, ainda tenho minhas <strong>dúvidas</strong> sobre algo mais grave: a própria computação de nuvem. No Chrome OS, <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_kUYfvPR8vQ" href="http://www.youtube.com/watch?v=0QRO3gKj3qw">tudo é online</a>: todos os programas são <em>webware</em> (aplicações online) e todos os dados serão <strong>armazenados</strong> <strong>na internet</strong> (nos servidores no Google). O futuro é móvel, eu sei, sempre repito isso; o futuro é online, já sabemos, sem ninguém precisar falar; mas será que já estamos neste futuro?</p>
<p>O lançamento do netbooks, em um passado não muito distante, pareceu ser a <strong>alavanca</strong> que faltava para tornar a <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_MV2zO2VHrv" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Computa%C3%A7%C3%A3o%20em%20nuvem">computação de nuvem</a> &#8220;real&#8221;, mas, com um tempo, vimos os <strong>processadores</strong> dos netbooks ficando cada vez <strong>mais potentes</strong> e suas <strong>memórias e HDs maiores</strong> &#8211; assim como os sistemas, que passou do Xandros ao Windows XP. Se formos falar sobre <strong>conexões</strong> nos esbarramos com outros problemas: wi-fi e 3G são tecnologias relativamente <strong>novas</strong> &#8211; a segunda, por exemplo, ainda está <strong>ganhando seu espaço</strong> no mundo e enfrentando diversos problemas de <strong>cobertura</strong> e <strong>estabilidade</strong> (além de <strong>preço</strong>), até em um país como o Brasil, o 5º em número de usuários a internet no mundo. Até o termo <em>netbooks </em>eu já não considero mais <strong>apropriado</strong> para estes aparelhos, mas não vou entrar (mais ainda) nas searas da computação de nuvem &#8211; pelo menos, <strong>não agora,</strong> o que não quer dizer que este assunto termine aqui.</p>
<p>A Dell está se preparando para fazer uma <strong>aposta</strong> tão <strong>revolucionária</strong> quanto <strong>perigosa</strong>.</p>
<h5>Referências: <a rel="nofollow" target="_blank" title="Permanent Link: Dell sai na frente com versão experimental de Chrome OS" rel="bookmark" href="http://antoniofonseca.wordpress.com/2009/11/28/dell-sai-na-frente-com-versao-experimental-de-chrome-os/">Dell sai na frente com versão experimental de Chrome OS</a>, <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.osnews.com/story/22546/Dell_Releases_Experimental_Unsupported_Chrome_OS_Image">Dell Releases Experimental, Unsupported Chrome OS Image</a> e <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://en.community.dell.com/blogs/direct2dell/archive/2009/11/25/chrome-os-wi-fi-support-running-on-a-mini-10v-source-code-available.aspx" target="_blank">Chrome OS Wi-Fi Support Running on a Mini 10v&#8230; Source Code Available</a>.</h5>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>É possivel montar um bom Media PC rodando Linux?</title>
		<link>http://www.intermidias.com.br/2009/11/e-possivel-montar-um-bom-media-pc-rodando-linux/</link>
		<comments>http://www.intermidias.com.br/2009/11/e-possivel-montar-um-bom-media-pc-rodando-linux/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 14:15:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[freeware]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[media center]]></category>
		<category><![CDATA[media PC]]></category>
		<category><![CDATA[sistema operacional]]></category>
		<category><![CDATA[software]]></category>

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		<description><![CDATA[A equipe do Polish Linux decidiu fazer uma experiência, no mínimo, curiosa: a de montar um media PC com Linux.
Só para esclarecer, um media PC, também chamado de Home Teather PC (HTPC), é um computador (geralmente ligado a uma estrutura razoável de reprodução de aúdio e vídeo) dedicado quase exclusivamente à reprodução de multimídia &#8211; basicamente combinando funções de um computador pessoal e um media center. É comum ver um Mac Mini sendo utilizado como media PC, pois, graças ao Front Row, ele é munido de uma interface propícia para ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">A equipe do <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://polishlinux.org" target="_blank">Polish Linux</a> decidiu fazer uma <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://polishlinux.org/linux/ubuntu/pc-media-on-linux/" target="_blank">experiência</a>, no mínimo, <strong>curiosa</strong>: a de montar um<em> media PC</em> com <strong>Linux</strong>.</p>
<p style="text-align: left;">Só para esclarecer, um <em><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Media_pc" target="_blank">media PC</a></em>, também chamado de Home Teather PC (HTPC), é um computador (geralmente ligado a uma estrutura razoável de reprodução de aúdio e vídeo) dedicado quase exclusivamente à reprodução de multimídia &#8211; basicamente combinando funções de um <strong>computador pessoal</strong> e um <strong>media center</strong>. É comum ver um <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.apple.com/macmini/" target="_blank">Mac Mini</a> sendo utilizado como <em>media PC</em>, pois, graças ao Front Row, ele é munido de uma interface propícia para a manipulação confortável via controle remoto &#8211; e isso tudo com mais opções do que o usuário teria em uma Apple TV, o media center da Apple.</p>
<p style="text-align: left;">Entretanto, o pessoal da Polish Linux quis construir um <em>media PC</em> utilizando o máximo da <strong>miniaturização</strong> do hardware (que os fascinou, especialmente depois dos processadores Intel Atom) e da <strong>evolução</strong> que as distribuições Linux sofreram ao longo destes anos. Mas não só construí-lo, e sim <strong>questionar-se</strong> quanto a real <strong>utilidade</strong> de um <em>media PC</em>.</p>
<p style="text-align: left;">Eles começaram por um ponto-chave: a definição dos seus <strong>objetivos</strong>. Para construir um dispositivo que desempenhasse todas as funções esperadas de um <em>media PC</em> de forma prática e eficaz, chegou-se a conclusão que a estrutura, no mínimo, deveria permitir ao usuário:</p>
<ul style="text-align: left;">
<li>assistir filmes e ver fotos em HD em uma televisão;</li>
<li>ouvir música (inclusive <em>webcasts</em>);</li>
<li>navegar na internet utilizando a televisão;</li>
<li style="text-align: left;">colocar todos os dispositivos envolvidos neste processo em rede.</li>
</ul>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: center;"><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://polishlinux.org/linux/ubuntu/pc-media-on-linux/"><img class="size-full wp-image-1670  aligncenter" title="Linux Media PC 2" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Linux-Media-PC-2.jpg" alt="Linux Media PC 2" width="450" height="298" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Bem, o processo foi (meio) longo mas, até agora, também bastante <strong>bem-sucedido</strong>. Neste <strong>primeiro momento</strong> da experiência eles deram <strong>8 passos</strong> (<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://polishlinux.org/linux/ubuntu/pc-media-on-linux/" target="_blank">detalhadamente descritos</a>) e conseguiram fazer um <em>media PC</em> , funcionando perfeitamente com o <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_W0IpRnr6T5" href="http://polishlinux.org/reviews/mediapc/2.JPG"><strong>XBMC Media Center</strong></a> .</p>
<p style="text-align: left;">Agora a equipe vai para a <strong>segunda parte</strong> da aventura, onde irá se concentrar no software e a sua usabilidade. Vale a pena dar uma olhada em todo o processo no <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://polishlinux.org/linux/ubuntu/pc-media-on-linux/" target="_blank">post original do Polish Linux</a>.</p>
<h5 style="text-align: left;">Referências: <a rel="nofollow" target="_blank" title="Permanent Link: Media PC on Linux" rel="bookmark" href="http://polishlinux.org/linux/ubuntu/pc-media-on-linux/">Media PC on Linux</a>.</h5>
<p style="text-align: left;">
]]></content:encoded>
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		<title>Oitava edição da Revista Espírito Livre</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 02:16:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novas Mídias]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[A Revista Espírito Livre é uma publicação mensal, em formato digital (em PDF) e gratuita, construída a parte do espírito colaborativo de voluntários que atuam na área de tecnologia da informação &#8211; sempre pautando assuntos relacionados com o mundo do software livre. Hoje ela chegou a sua oitava edição.
Esta edição da Revista Espírito Livre tem como tema &#8220;Comunidades e Movimentos Livres&#8220;, revelando por meio várias matérias um pouco deste mundo para aqueles que ainda não o conhecem muito bem e respondendo muitas perguntas que sempre pairam sobre comunidades de software ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.revista.espiritolivre.org" target="_blank">Revista Espírito Livre</a> é uma publicação <strong>mensal</strong>, em formato <strong>digital</strong> (em PDF) e gratuita, construída a parte do <strong>espírito colaborativo</strong> de voluntários que atuam na área de <strong>tecnologia da informação</strong> &#8211; sempre pautando assuntos relacionados com o mundo do <strong>software livre</strong>. Hoje ela chegou a sua <strong>oitava edição</strong>.</p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.revista.espiritolivre.org/"><img class="alignleft size-full wp-image-1633" title="Revista Espírito Livre (número 8)" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Revista_EspiritoLivre_008.jpg" alt="Revista Espírito Livre (número 8)" width="150" height="195" /></a>Esta edição da Revista Espírito Livre tem como tema &#8220;<strong>Comunidades e Movimentos Livres</strong>&#8220;, revelando por meio várias matérias um pouco deste mundo para aqueles que ainda não o conhecem muito bem e respondendo muitas perguntas que sempre pairam sobre comunidades de software livre/código aberto. Um ponto interessante da publicação é a sua <strong>objetividade</strong>, diferente de algumas outras que já tive a oportunidade de ler, ela mantém um bom <strong>equilíbrio</strong> entre as questões <strong>técnicas</strong> e <strong>ideológicas</strong> da &#8221; causa&#8221; e assim termina sendo realmente uma revista e não uma <strong>bíblia</strong> para &#8220;catequizar&#8221; os usuários de software proprietário.</p>
<p>Aproveito a oportunidade para parabenizar a <strong>equipe</strong> da revista Espírito Livre e a todos aqueles que <strong>participaram</strong> do seu processo de feitura. Destaco também a entrevista com <strong>Jon “Maddog” Hall</strong>, um dos <strong>ícones</strong> internacionais do software livre &#8211; e maior exemplo (até exacerbado) do que é <strong>viver</strong> o movimento do software livre &#8211; e o <em>review</em> do <strong>Ubuntu 9.10 (Karmic Koala)</strong> feito pelo Wagner Emmanoel, da Fuctura, que pode ser bem esclarecedor para quem ainda não testou o novo sistema.</p>
<p>Para os que ficaram interessados e querem vê-la com os próprios olhos, basta acessar o <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://revista.espiritolivre.org" target="_blank">site oficial</a> da revista e fazer o seu <strong>download</strong> <strong>gratuito</strong>.</p>
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		<title>A Metáfora do Desktop</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 03:09:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[GUI]]></category>
		<category><![CDATA[interface]]></category>
		<category><![CDATA[interface gráfica]]></category>
		<category><![CDATA[mac os x]]></category>
		<category><![CDATA[tela]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje o desktop, a área de trabalho, é a coisa mais natural do mundo &#8211; não podemos começar a operar o computador até vê-lo. Mas já pensaram no que realmente é o desktop?

Quando Engelbart apresentou ao mundo a interface gráfica, ou GUI (do inglês, Graphical User Interface), ele demonstrou, na verdade, um modo de sintetizar, funcional e semanticamente, os complexos comandos escritos em representações gráficas e iconográficas - ou seja, a possibilidade de se compor uma interface a partir destas representações.
Aquele que explorou esta possibilidade foi Alan Kay (fotografia ao ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje o <em>desktop</em>, a <strong>área de trabalho</strong>, é a coisa mais <strong>natural </strong>do mundo &#8211; não podemos começar a <strong>operar </strong>o computador até vê-lo. Mas já pensaram no que realmente <strong>é</strong> o <em>desktop</em>?</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a rel="nofollow" target="_blank" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://www.rowan.edu/toolbox/policies/mac_fac/mfk_1.png"><img src="http://www.rowan.edu/toolbox/policies/mac_fac/mfk_1.png" border="0" alt="" width="325" height="243" /></a></div>
<p>Quando Engelbart apresentou ao mundo a interface gráfica, ou <em>GUI </em>(do inglês, <em>Graphical User Interface</em>), ele demonstrou, na verdade, um <strong>modo </strong>de <strong>sintetizar</strong>, funcional e semanticamente, os complexos <strong>comandos</strong> <strong>escritos </strong>em <strong>representações gráficas </strong>e <strong>iconográficas </strong>- ou seja, a <strong>possibilidade </strong>de se <strong>compor </strong>uma interface a partir destas representações.<span id="more-194"></span></p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;" href="http://www.aes.org/technical/images/Alan_Kay_Photo.jpg"><img src="http://www.aes.org/technical/images/Alan_Kay_Photo.jpg" border="0" alt="" width="137" height="200" /></a>Aquele que <strong>explorou </strong>esta possibilidade foi <strong>Alan Kay</strong> (fotografia ao lado), do Stanford Research Institute (SRI). Além de desenvolver a capacidade de <strong>sobreposição de janelas</strong> (um passo de importância incomensurável para a consolidação das <em>GUI</em>s), Kay encontrou uma forma de <strong>organizar </strong>e <strong>materializar</strong> uma infinidade de <strong>bits </strong>(a informação) de modo que pudéssemos, de fato, <strong>entendê-la</strong> e, deste modo, <strong>interagir </strong>mais intuitivamente: a <strong>metáfora do <em>desktop</em></strong>. A tela então passou a ser uma <strong>escrivaninha </strong>na qual <strong>papéis </strong>(janelas) sobrepunham-se e alternavam-se conforme sua utilização pelo usuário. Enquanto metáfora, é óbvio que a <strong>relação </strong>que o usuário tem a área de trabalho de seu computador <strong>não é a mesma</strong> que tem com sua escrivaninha &#8211; como não trata seu <em>mouse </em>como um rato. A metáfora do <em>desktop</em> é eficaz porque cumpre sua função de <strong>estimular relações de remetimento</strong> pelas quais o usuário (principalmente o leigo) se <strong>aproxima </strong>mais da experiência computacional; por simples <strong>associação</strong>, se torna quase óbvio que um arquivo estivesse contido em uma pasta e que você pudesse, a qualquer momento, arrastar esta última e mudá-la de lugar na sua área de trabalho &#8211; assim como vira natural arrastar um arquivo de uma pasta para outra para movê-lo. As pequenas ilustrações de pastas faziam os usuários <strong>lembrarem </strong>de pastas &#8220;reais&#8221;, mesmo não <strong>funcionando</strong> exatamente como tais; foi isso que fez a metáfora tão <strong>forte </strong>e bem sucedida.</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a rel="nofollow" target="_blank" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://tomhouse.files.wordpress.com/2009/02/apple_macintosh_desktop.png?w=300&amp;h=200"><img src="http://tomhouse.files.wordpress.com/2009/02/apple_macintosh_desktop.png?w=300&amp;h=200" border="0" alt="" width="200" height="133" /></a></div>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;" href="http://www.visuallee.com/weblog/images/original_desktop.jpg"><img src="http://www.visuallee.com/weblog/images/original_desktop.jpg" border="0" alt="" width="139" height="200" /></a>O <em>desktop </em>de Kay (imagem da patente à direita) teve seu <strong>ápice </strong>na a<strong>daptação\aprimoramento</strong> feita para o <strong>Macintosh</strong>, com seus menus, ícones e pastas que constituíram um <strong>padrão </strong>que as interfaces gráficas computacionais seguem até hoje. E, salvaguardando algumas mudanças <strong>conceituais ínfimas </strong>(e uma série de mudanças <strong>estéticas </strong>até significativas), as <em>GUI</em>s que conhecemos hoje ainda são <strong>as mesmas</strong> que surgiram nos anos 80, não houve nenhuma mudança em seu conceito.</p>
<p>Vemos hoje que o <strong>3D </strong>já invande as áreas de trabalho convencionais. Graças ao crescente desempenho das <strong>placas gráficas</strong> (<em>GPU</em>s), a última <strong>tendência </strong>em <em>desktops </em>hoje são os &#8220;toques&#8221; em terceira dimensão &#8211; não uma completa transformação da área de trabalho, e sua manipulação, para três dimensões, mas apenas <strong>alguns</strong> <strong>elementos</strong>, com os alternadores de aplicativos. No <strong>Linux</strong>, a <strong>maior </strong>referência é o <strong>Compiz Fusion</strong>, que tem uma gama de recursos de visualização (e operação) do desktop em 3D, como já falei <a href="http://www.intermidias.com.br/2008/05/compiz-fusion-0-7-5-faca-do-seu-desktop-um-aquario/"><strong>anteriormente</strong></a>; no <strong>Mac </strong>temos uma sério de efeitos de minimização de janelas, entre outros, e recursos como o <strong>Exposé</strong>; e (até) o Windows <strong>Vista </strong>ganhou o <strong>Aero</strong>, com suas janelas transparentes e o <em>Alt+Tab</em> turbinado.</p>
<div style="text-align: center;"><span style="font-size: xx-small;">O <strong>Bumptop </strong>e o <strong>Shock Desktop 3D</strong> tornam possível organizar seus arquivos e aplicações no seu desktop totalmente em três dimensões.</span></div>
<div style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="350" height="283" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/M0ODskdEPnQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="350" height="283" src="http://www.youtube.com/v/M0ODskdEPnQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
<p>Mas, mesmo com <strong>múltiplas áreas de trabalho</strong> dispostas em forma de <strong>cubo </strong>(ou <strong>cilindro</strong>), <strong>janelas transparentes</strong>, <strong>janelas instáveis</strong>, <strong>alternadores de aplicativos com <em>thumbnails </em>animadas</strong>, e tudo mais de 3D que um desktop possa ter (como o vídeo acima), <strong>não se enganem</strong>. No fundo, ele é o <em>desktop </em>de Alan Kay.</p>
<p>Referências: Reimagining the Future of Your Desktop, in 3D.</p>
<p>Leituras adicionais: <a href="http://www.intermidias.com.br/2008/09/a-sindrome-do-deficit-de-atencao-e-as-interfaces-graficas/">A síndrome do déficit de atenção e as interfaces gráficas</a>.</p>
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