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	<title>Intermídias &#187; Mobile</title>
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	<description>O Intermídias, blog de Ian Castro, é um espaço para pensar sobre comunicação digital, mídias sociais, mobile marketing e a publicidade nas novas mídias em geral.</description>
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		<title>Tendências do Mobile Marketing para 2011</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Dec 2010 00:30:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu não sou audacioso (ou imprudente) o suficiente para afirmar que existam tendências para 2011 quando se trata de mobile marketing, mas tive que me esforçar um pouco e discutir sobre o assunto no Café Digital: Tendências do Marketing Digital para 2011. O evento acabou, mas a discussão continua. Por isso deixo registrada aqui a minha participação no evento e o incentivo para continuarmos a conversa.
As profecias sobre o “ano do mobile marketing”
“Mobile marketing explodes. A number of things happened in 2010 that set the stage for an explosion of ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não sou audacioso (ou <strong>imprudente</strong>) o suficiente para afirmar que existam <strong>tendências para 2011</strong> quando se trata de <strong>mobile marketing</strong>, mas tive que me esforçar um pouco e discutir sobre o assunto no <strong><a title="O Café Digital: Tendências do Marketing Digital para 2011 é um bate-papo sobre tendências como branding digital, mídia online e redes sociais no mercado baiano." href="http://www.intermidias.com.br/2010/12/cafe-digital-2011/" target="_blank">Café Digital: Tendências do Marketing Digital para 2011</a></strong>. O evento acabou, mas a discussão continua. Por isso deixo registrada aqui a minha participação no evento e o incentivo para continuarmos a conversa.</p>
<h3><strong>As profecias sobre o “ano do mobile marketing”</strong></h3>
<blockquote><p><strong><em>“Mobile marketing explodes.</em></strong><em> </em>A number of things happened in 2010 that set the stage for an explosion of mobile marketing in 2011.  Apple’s iPhone, Google’s introduction of Android, and Apple’s launch of the iPad mean that smartphone adoption has escalated.  Mobile marketing can now move beyond mobile messaging; mobile email, mobile websites and mobile applications will become viable channels for marketers.  The explosion will happen when the new devices, faster networks and new location-based technologies converge.”</p>
<p style="text-align: right;"><a rel="nofollow" target="_blank" title="Mais uma artigo profetizando o ano no qual o Mobile Marketing irá explodir, o velho &quot;ano do mobile marketing&quot;." href="http://fifthgearanalytics.com/2010/11/10-marketing-trends-for-2011/" target="_blank"><strong>Kenyon Blunt, CEO da SIGMA Marketing Group.</strong></a></p>
</blockquote>
<p>Há anos que estamos prestes a entrar no profetizado “<em>o ano do mobile marketing</em>”, mas nunca vivemos esta suposta data mágica na qual as pessoas acordarão um dia e pensarão: “<em>eu preciso entrar para a era mobile</em>”.</p>
<p>Acredito, como Guilhermo Orosco Goméz coloca, que <em>“mudanças tecnológicas, ademais, supõem transformações substantivas nas práticas sociais que geram”</em> e que quando pensamos em tecnologia temos que ter em mente que ela<em> “remete, hoje, não a alguns aparelhos, mas, sim a novos modelos de percepção e de linguagem, a novas sensibilidades e escritas”</em>, como prega Jesus Martín-Barbero. Desta forma, se faz necessário pensar <strong>não apenas os aspectos técnicos e instrumentais das novas mídias</strong>, mas as <strong>novas relações e valores socioculturais intrínsecos a elas</strong> e na velocidade de transformação destas relações e valores – que não chega <strong>nem perto</strong> da velocidade com a qual a tecnologia evolui.</p>
<p>Portanto, o conceito de <strong>mobile</strong>, hoje, não se refere às tecnologias móveis em si, mas ao <strong>estado que o usuário</strong> se encontra ao utilizar estas tecnologias.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h3><strong>Quais são as tendências para mobile marketing?</strong></h3>
<p>Estamos vivendo um período de <strong>transição</strong>. As tendências que vimos se desenvolver este ano, <strong>foram todas previstas há bastante tempo atrás</strong> – mais especificamente em 2007, quando o iPhone foi lançado, iniciando o processo de popularização dos smartphones fora do mercado corporativo. O lançamento do iPad, e a movimentação no mercado de <em>tablets</em>, foi mais um passo neste engajamento com a cultura móvel.</p>
<p>No início deste ano, <a rel="nofollow" target="_blank" title="Influential Marketing Blog, site de Rohit Bhargava." href="http://rohitbhargava.typepad.com/" target="_blank">Rohit Bargava</a>, Vice-Presidente Sênior de Estratégia e Marketing da Ogilvy 360º Digital Influente, destacou <a title="Segundo Rohit Bhargava, muito do previsto sobre o ambiente mobile por especialistas no campo cultural e sociológico está se tornando realidade no marketing. " href="http://www.intermidias.com.br/2010/02/5-termos-que-definem-o-futuro-do-mobile-marketing-segundo-rohit-bhargava/" target="_blank"><strong>5 conceitos</strong></a> relacionados ao Mobile Marketing que estão se consolidando (inclusive no Brasil):</p>
<ul>
<li><strong>Short Code: </strong>velho conhecido por nós, brasileiros, como o substituto da carta em ações promocionais que envolviam envio postal.<strong> </strong></li>
<li><strong>Serviços Baseados em Localização (Location Based      Services): </strong>tendência fácil enxergar quando percebemos o crescimento das redes sociais como o      Foursquare, Gowalla e o recém-lançado Google Hotpot.</li>
<li><strong>Aplicativos móveis: </strong>no Brasil, há branded      apps (aplicativos móveis patrocinados), muito promissores, como o do <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_HQyMxzcYto" href="http://www.youtube.com/watch?v=UIGAkVMre_o">Bradesco</a>.</li>
<li><strong> Realidade Aumentada: </strong>quando era novidade vimos muitas ações no Brasil, mas agora a tecnologia foi integrada como      complementos de outras, a exemplos dos aplicativos móveis.</li>
<li><strong>MobilePayments (ou m-commerce):</strong> o pagamento através de      dispositivos móveis é uma tendência cada vez maior no mundo; no Brasil, algumas operadoras investiram em serviços como o Oi      Paggo, mas eles <strong>ainda</strong> não fazem sucesso.<strong> </strong></li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<h3><strong>E qual é &#8220;a tendência&#8221; para 2011?</strong></h3>
<blockquote><p>Contudo, de acordo com Flavio Horta, publicitário e diretor da Digitalks, a queda de preços dos aparelhos e a popularização dos smartphones e dos planos de internet permitiram que <strong>a classe C passasse a ter acesso a estes aparelhos  móveis com acesso à internet</strong>. “Com isso, o mercado de publicidade ganha novos adeptos e maior penetração para as empresas trabalharem o mobile marketing no Brasil”, complementa.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Entrevista da HSM com Flavio Horta, publicitário e diretor da Digitalks.</strong></p>
</blockquote>
<p>Alguns acreditam em<strong> duas principais tendências</strong> para o mobile marketing em 2011: <strong>o      acesso à redes sociais via internet móvel</strong> e <strong>ações      baseadas em localização</strong>. Sinceramente, eu não acredito nisso.</p>
<p>Os smartphones estão mais baratos, o que contribui para a sua popularização, mas também estamos falando de <strong>serviços</strong>, que ainda são <strong>muito caros</strong>. O Brasil é o <strong>quinto principal mercado de telefonia no mundo</strong>, mas, segundo uma pesquisa da consultoria européia Bernstein Research, também é um dos <strong>três países com as maiores tarifas</strong>.</p>
<p>Iniciativas como a da TIM, de liberar gratuitamente  o acesso a redes sociais via telefone celular, <strong>catalisam</strong> esta “cultura móvel&#8221;.  Ainda assim, <strong>não concordo</strong> com a hipótese (remota) que é considerada tendência para o Brasil em 2011:  <strong>o acesso a internet móvel pela classe C</strong>.</p>
<p>Porque eu não concordo? A resposta é estatística:</p>
<ul>
<li>(apenas) <strong>17,81%</strong> da base de celulares é pós-pago (dado do Teleco);</li>
<li>dos quais <strong>14%</strong> usam internet móvel (dado da Pesquisa Internet POP);</li>
<li>dos quais <strong>21%</strong> acessam redes sociais via celular (dado da Pesquisa Internet POP).</li>
</ul>
<p>Resumindo: uma ação utilizando <strong>redes sociais na internet móvel </strong>conta com apenas <strong>0,52%</strong> da base de celulares do Brasil.</p>
<h6><em>(Lembrando ainda que a pesquisa DataPopular, aponta que 17,5% dos celulares no Brasil pertencem a classes A/B, número que coincide com os 17,81% de celulares pós-pagos e incida que provavelmente seu público pertencerá as classes A/B.)</em></h6>
<p><strong> </strong></p>
<h3><strong>Se eu fosse audacioso (e imprudente) o suficiente para apostar em tendências para 2011<em> </em></strong></h3>
<p><img class="alignleft" title="Tendências do Mobile Marketing para 2011" src="http://www.gomonews.com/wp-content/uploads/2010/05/mobile-money-cash-phone.png" alt="Uma discussão sobre possíveis tendências no mobile marketing em 2011: redes sociais mobile, m-commerce, mobile payment, branded apps, sms marketing." width="105" height="162" />Minhas <strong>apostas</strong> para 2011 seriam: <strong>M-Commerce</strong> e <strong>Mobile Payment</strong> – comércio móvel e pagamentos móveis.</p>
<p>Lojas de aplicativos (como a <strong>App Store</strong>, da Apple, o <strong>MarketPlace</strong>, do Android, e a <strong>Ovi Store</strong>, da Nokia) estão<strong> apresentando </strong>aos consumidores a ideia de m-commerce para <strong>produtos (aplicativos) e serviços relacionados ao aparelho celular</strong>. E eles já estão se acostumando (muito bem) com essa ideia: a App Store gera, aproximadamente, US<strong>$500 milhões</strong> em receita mensal.</p>
<p>No <a rel="nofollow" target="_blank" title="Artigo do ReadWriteWeb sobre m-commerce." href="http://www.readwriteweb.com/biz/2010/12/tis-the-season-for-mobile-commerce.php" target="_blank">exterior</a>, o m-commerce e o mobile payment já são uma <strong>realidade</strong>: segundo o <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://techcrunch.com/2010/12/17/paypal-holiday-mobile-payments-up-300-percent/" target="_blank">TechCrunch</a>, os pagamentos móveis feitos entre 15 de Novembro e 15 de Dezembro deste ano <strong>aumentaram 300%</strong> em relação ao ano passado – movimentando <strong>US$13 milhões</strong>, segundo o site <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://emoney.allthingsd.com/20101217/mobile-payments-jump-300-percent-during-holidays-paypal-says/" target="_blank">All Thing Digital</a>.</p>
<p>No Brasil, os serviços de Mobile Payment tem <strong>potencial</strong>, mas não possuem a devida <strong>atenção</strong> e <strong>promoção</strong>. Há 3 meses atrás, a Claro anunciou um novo serviço que permite <strong>comprar ingressos</strong> para salas de cinema da rede Cinemark usando o cartão de crédito e receber o ticket diretamente no aparelho celular. A operadora explorou um dos caminhos que considero <strong>mais promissores</strong> para o <strong>comércio via celular</strong>: sua utilização para<strong> serviços populares</strong>, simplificando o <strong>cotidiano</strong> dos seus usuários e proporcionando uma <strong>experiência diferenciada para uma prática comum.</strong></p>
<p><em> </em></p>
<h3><strong>E o mobile marketing na Bahia?</strong></h3>
<p>Ao mesmo tempo que temos <a rel="nofollow" target="_blank" title="O Grupo de Pesquisa em Cibercidades reune pesquisadores interessados na discussão sobre comunicação, cibercultura e espaço urbano." href="http://gpc.andrelemos.info/blog" target="_blank">grupos de pesquisa de ponta sobre mobilidade e tecnologias móveis</a>, no mercado as novidades <strong>não são animadoras</strong>.</p>
<p>Desde 2008 que, esporadicamente, vemos ações publicitárias na Bahia utilizando <strong>Bluetooth</strong> e <strong>SMS</strong> – excetuando QRCode que nem cito por razões que <a title="O QR Code é uma tecnologia fenomenal, mas ainda não gera resultados para a publicidade. Para isso, preciso haver uma maior naturalização do QR Code no Brasil." href="http://www.intermidias.com.br/2010/10/qr-code-publicidade-brasil/" target="_blank">já expliquei antes</a>. Mas simplesmente <strong>não vemos a repercussão</strong> destas ações.</p>
<p>Este ano, no <strong>período eleitoral</strong>, que geralmente ousa-se muito, <a rel="nofollow" target="_blank" title="Campanhas políticas que utilizaram Mobile Marketing na Bahia." href="http://2call.com.br/blog/2010/10/o-poder-do-mobile-marketing-nas-eleicoes-de-2010/" target="_blank">poucas campanhas</a> tiveram ações mobile. As tecnologias exploradas foram <strong>as mesmas</strong>: envio de mensagens (de texto e voz) e santinhos digitais via Bluetooth.</p>
<p>Algo que sempre tenho em mente é que, antes das ferramentas, precisamos pensar em <strong>formatos</strong>. Mobile Marketing usando mensagens de texto ou de voz é, essencialmente, <strong>marketing direto</strong> e uma boa estratégia de marketing direto é <strong>apoiada</strong> por um bom sistema de <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_ZtlhHcE9Jy" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Database%20%28marketing%29">Database</a>, que segmenta as informações do público <strong>orientando e otimizando os disparos </strong>– buscando atender ao  máximo às <strong>expectativas</strong> do público-alvo.</p>
<p>Na Bahia, um candidato <strong>investiu bastante </strong>no envio de mensagens de texto em sua campanha; um dos disparos felicitava os destinatários pelo <strong>Dia da Mulher</strong>, porém nem todos eles eram mulheres. Uma palavra: <strong>#fail</strong>.</p>
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		<title>Internet ≠ mobile + web</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 17:27:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O cenário da comunicação móvel no Brasil e no Mundo
Existem 5 bilhões de aparelhos em operação no mundo; no Brasil há 194 milhões de celulares. Se a base instalada de celulares no Brasil fosse um país, seria o 6º mais populoso do mundo – maior que o Paquistão.
Sinto muito desapontá-los, mas este não é o cenário do mobile no Brasil ou no Mundo. São apenas dados – todos retirados do Teleco. Sozinhos eles não dizem absolutamente nada. Se a nossa percepção da realidade fosse orientada apenas por dados, nós estaríamos ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>O cenário da comunicação móvel no Brasil e no Mundo</strong></h3>
<p>Existem <strong>5 bilhões</strong> de aparelhos em operação no mundo; no Brasil há <strong>194 milhões de celulares</strong>. Se a base instalada de celulares no Brasil fosse um país, seria o <strong>6º mais populoso do mundo</strong> – maior que o Paquistão.</p>
<p>Sinto muito desapontá-los, mas este <strong>não é o cenário do mobile no Brasil ou no Mundo</strong>. São apenas <strong>dados</strong> – todos retirados do <a rel="nofollow" target="_blank" title="Estatísticas de celulares e serviços de telefonia móvel no Brasil e no mundo." href="http://www.teleco.com.br" target="_blank">Teleco</a>. Sozinhos eles não dizem absolutamente nada. Se a nossa percepção da realidade fosse orientada apenas por dados, nós estaríamos no tão <strong>profetizado</strong> “<a title="Segundo Rohit Bhargava, muito do previsto sobre o ambiente mobile por especialistas no campo cultural e sociológico está se tornando realidade no marketing." href="http://www.intermidias.com.br/2010/02/5-termos-que-definem-o-futuro-do-mobile-marketing-segundo-rohit-bhargava/" target="_blank">ano do mobile marketing</a>” – o Santo Graal dos profissionais e pesquisadores de mobile marketing ano após ano.</p>
<p>O que quero dizer é: devemos tomar cuidado com nossas <strong>interpretações</strong>.</p>
<h3><strong>Internet = mobile + web ?</strong></h3>
<p>Em um texto muito interessante, <a rel="nofollow" target="_blank" title="Texto de Terence Reis, sócio-diretor de operações da Pontomobi Interactive, sobre o avanço da mobile web." href="http://leonardoxavier.typepad.com/mobilizado/2010/11/internet-mobile-web.html" target="_blank">publicado no MobilizadoBLOG</a>, o Terence Reis, sócio-diretor de operações da Pontomobi Interactive, fala da mudança do <strong>eixo de decisão do consumidor</strong> em relação ao <strong>mercado da telefonia celular</strong> – que saiu das características da operadora e do hardware e foi para aspectos relacionados aos <strong>aplicativos e serviços </strong>suportados por estes aparelhos.</p>
<p>Esta alteração é uma verdadeira <strong>ruptura</strong>, pois, uma vez que todas as operadoras oferecem o mesmo serviço de<strong> internet móvel (3G)</strong>, o grande diferencial aí se torna o que o usuário pode fazer com ela – abrindo assim espaço para <strong>provedores de conteúdo e serviços</strong>. Ao longo do texto, Terence mostra o quão grande é esta mudança, argumentando que este eixo de decisão é o mesmo que praticamos na Internet (fixa, por assim dizer), e levanta muitas das conseqüências que ela gera no ambiente móvel de comunicação.</p>
<p>Em geral, é um <strong>bom raciocínio</strong> – e eu concordo com boa parte dele – só sou obrigado a discordar de uma coisa: essa paridade no eixo de decisão <strong>não</strong> significa que internet = mobile + web.</p>
<h3><strong>Internet ≠ mobile + web</strong></h3>
<p>O avanço, cada vez mais significativo, da cultura móvel é um (enorme) passo para o propósito inicial da web: <strong>possibilitar a troca de informações</strong> – o que o ambiente móvel de comunicação faz por este propósito é ajudá-lo a <strong>extrapolar um conjunto de condições ideais</strong> para que esta troca aconteça.</p>
<p>O grande diferencial do mobile não é modificar a internet em si, mas a <strong>maneira que a acessamos</strong> – o que termina por atribuir novas funcionalidades e até aprimorar as antigas, mas não eliminá-las. Como John Pettengill, designer de interação da Razorfish, já <a rel="nofollow" target="_blank" title="A mobile internet é a mesma internet que nós conhecemos? Não, não é." href="http://www.intermidias.com.br/2009/05/mobile-internet-design-e-marketing/" target="_blank">apontou</a> há muito tempo em uma <a id="aptureLink_4vjC02m6dk" href="http://www.slideshare.net/johnep/an-internet-watered-down-or-how-to-save-the-mobile-web">apresentação fenomenal</a>: o fato é que as características intrínsecas aos dispositivos móveis imprimem na internet utilizações distintas àquelas que existem nos computadores. Desta forma, o avanço e amadurecimento do ambiente mobile não irão eliminar a “<em>distinção limitadora, entre internet e mobile</em>” como Terence coloca, pois este ambiente possui características particulares, que devem ser exploradas de formas distintas – percebem que digo “distinta”, pois há sim uma distinção entre as formas móvel e “fixa” de acessar à Internet, porém não acredito que ela seja necessariamente limitadora.</p>
<p>É até possível, do ponto de vista <strong>puramente técnico</strong>, concordar com o Terence Reis. Muitos não sabem que Internet e internet não são a mesma coisa; segundo a <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_tR0rgUw0dd" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Internet#Nomenclatura">Wikipedia</a>, “<em>enquanto internet significa um conjunto de redes de computadores interligadas, a Internet se refere à internet global e pública</em>”. Assim, os dispositivos móveis de comunicação também formam esta grande e única rede global, resultado da união de todas as redes do mundo, a Internet – ou seja, Internet = mobile + web. O problema nesta concepção é que<strong> a Internet é usada (e definida) pelas utilizações que nós damos a ela</strong>, então não seria correto adotar este ponto de vista, simples e puramente técnico.</p>
<p>Se faz necessário perceber e reconhecer que, em determinadas assuntos, a academia está anos-luz a frente do mercado. A área da comunicação digital é uma delas.</p>
<blockquote><p>O conceito de mobile precisa se desprender do vínculo ao canal ou ao aparelho e abranger um estado do usuário. Estado esse que tende a ser o mais freqüente.</p></blockquote>
<p>Esta frase de Terence Reis é marcante, é <strong>forte</strong>; seu único problema é que a existência desse vínculo ao qual ele se refere <strong>já foi desmistificada há muito tempo</strong>: é fato que a mobilidade com a qual lidamos hoje não é apenas como a mobilidade <strong>informacional</strong>, mas, principalmente, a <strong>física</strong> – e é nesta segunda que devemos nos concentrar. Todos nós sabemos que “<em>os meios (e tecnologias) não implicam apenas em aspectos técnicos e instrumentais, há relações e valores socioculturais intrínsecos a eles</em>” – como já comentei aqui em um <a title="Reflexões sobre as relações técnicas que o homem estabelece hoje, principalmente com as novas tecnologias (os meios digitais e eletrônicos)" href="http://www.intermidias.com.br/2008/12/contemporaneidade-as-novas-tecnologias-enquanto-constituintes-culturais/" target="_blank">ensaio que trata da relação entre técnica e cultura contemporâneas</a>. <strong>Guilhermo Orosco Goméz</strong>, e uma série de outros estudiosos da comunicação, já pregavam o mesmo raciocínio há muito tempo (em relação às tecnica, em geral); Goméz disse: “<em>mudanças tecnológicas, ademais, supõem transformações substantivas nas práticas sociais que geram</em>”.</p>
<p>Por fim, minha conclusão é:</p>
<h2><strong>Internet ≠ mobile + web</strong></h2>
]]></content:encoded>
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		<title>QR Code na publicidade brasileira: funciona?</title>
		<link>http://www.intermidias.com.br/2010/10/qr-code-publicidade-brasil/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Oct 2010 13:30:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A determinação de uma estratégia é uma das partes mais instigantes de um planejamento de marketing digital, porém também é uma das que mais exige do planner. Ela exige que ele sejam avaliadas uma infinidade de informações quantitativas e qualitativas, dentre as quais destaco as características do público-alvo como uma das mais importantes. Algumas ferramentas e tecnologias que estão “na moda” no resto do mundo simplesmente não são adequadas ao público brasileiro, em geral, e, na minha opinião, uma delas é o QR Code (sigla para Quick Response Code, em ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A determinação de uma <strong>estratégia </strong>é uma das partes mais instigantes de um <strong>planejamento de </strong><strong>marketing digital</strong>, porém também é uma das que <a title="É essencial para o planner de marketing digital entender que a definição de estratégias pressupõe a definição de métricas para verificar a sua eficácia." href="http://www.intermidias.com.br/2010/09/planners-ou-charlatoes-estrategias-objetivos-e-metricas/" target="_blank">mais exige do <em>planner</em></a>. Ela exige que ele sejam avaliadas uma infinidade de informações quantitativas e <img class="alignleft" src="http://globulo.files.wordpress.com/2009/01/qrcode-copy.jpg?w=480&amp;h=431" alt="QR Code utilizada por publicidade: mobile marketing. " width="141" height="127" />qualitativas, dentre as quais destaco as <strong>características do público-alvo</strong> como uma das mais importantes. Algumas ferramentas e tecnologias que estão “na moda” no resto do mundo simplesmente não são adequadas ao público brasileiro, em geral, e, na <a title="Ian Castro é planner / redator de mídias digitais da agência Ideia 3. Conheça sua prática profissional com marketing digital e publicidade em mídias sociais." href="http://www.intermidias.com.br/curriculo-marketing-digital/" target="_blank">minha opinião</a>, uma delas é o <strong>QR Code</strong> (sigla para <em>Quick Response Code</em>, em português, Código de Resposta Rápida).</p>
<p>Muitas e muitas vezes, quando estava discutindo um job, chegamos a um impasse quanto a utilização do QR Code. Minha posição, na grande maioria das vezes, foi sempre a mesma: <strong>não usar</strong>.</p>
<h3>Mas&#8230; por que não usar o QR Code em campanhas publicitárias?</h3>
<p>Minha posição se deve a apenas um aspecto: a <strong>adequação ao público-alvo</strong>. O QR Code de fato é uma tecnologia <strong>fenomenal</strong> – e muitos projetos, sejam artísticos ou <a rel="nofollow" target="_blank" title="Cartão de visita com QR Code e Realidade aumentada." href="http://vimeo.com/5651466">publicitários</a>, já provaram isso – mas ainda é muito <strong>incipiente</strong> no Brasil, portanto <strong>não é popular o suficiente </strong>para que a adesão do público seja <strong>satisfatória</strong>. O que eu quero dizer com isso? Basta observar as peças publicitárias utilizando QR Code que já foram feitas: todas aquelas que não são direcionadas a um público extremamente ligado a tecnologia, trazem consigo um verdadeiro <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_7hkpMOs62U" href="http://www.youtube.com/watch?v=UBnpXTtVxjQ">manual de instruções</a><strong> </strong>para a sua ativação – além de uma <strong>estrutura de apoio</strong>, como um <em>hotsite</em> para download do aplicativo móvel para ler o código, que varia de acordo com o modelo do dispositivo móvel.</p>
<p>Para que uma ação envolvendo QR Code ultrapasse a barreira da “<strong>inovação</strong>” (atribuída quase automaticamente, devido ao uso de uma tecnologia relativamente nova) e se torne<strong> verdadeiramente eficaz</strong> deve haver um<strong> aumento significativo na</strong> <strong>“taxa de conversão”</strong> (deslocando um termo do<em> web analytics</em> que cabe bem aqui) do código para o que ele estiver estabelecendo um link – uma taxa que hoje <strong>não é alta ou sequer mediana</strong>.</p>
<p>Porém, isso não é algo que (somente) a publicidade possa fazer: é uma questão de <strong>acessibilidade</strong>, <strong>utilidade</strong> e, principalmente, <strong>cultura</strong> (adquirida). Vamos pensar um pouco: porque alguém teria em seu aparelho um aplicativo para decodificar QR Code, ou até mesmo o hábito de fazê-lo, se eles não tem <strong>nenhuma utilidade</strong> em seu cotidiano? Pois é, as vezes os publicitários <strong>esperam demais </strong>da <strong>curiosidade</strong> e da <strong>disposição</strong> do seu público-alvo.</p>
<h3>O QR Code precisa ser parte do cotidiano do público-alvo</h3>
<p><img class="alignright" src="http://www.mobilepedia.com.br/wp-content/uploads/2010/10/vinhos.jpg" alt="QR Code nos rótulos dos vinhos Campo Largo" width="122" height="212" />Enfim, eu creio que para que esta “taxa de conversão” seja, no mínimo, razoável o QR Code ainda precisa de uma utilidade real; um uso inegavelmente <strong>necessário</strong> (ou, pelo menos, <strong>prático</strong>) no cotidiano das pessoas, da massa – como no Japão, onde é largamente utilizado no gerenciamento de inventário de indústrias. No Brasil, iniciativas neste sentido já estão, aos poucos, surgindo: o Jornal A Tarde, jornal impresso de maior circulação na Bahia, já utiliza o QR Code em matérias para <strong>oferecer informações complementares</strong> (áudios, vídeos, fotografias, ou até outras matérias; recentemente, o fabricante de vinhos Campo Largo <a rel="nofollow" target="_blank" title="Fábrica Campo Largo utiliza QR Code em suas novas etiquetas para mostrar ao consumidor a origem das suas bebidas." href="http://www.mobilepedia.com.br/cases/qr-code-esta-nos-rotulos-dos-vinhos-campo-largo" target="_blank">lançou novos rótulos com QR Code </a>que <strong>conduz o consumidor a um vídeo</strong> que mostra o processo de produção de suas bebidas.</p>
<p>O mobile marketing já é uma realidade em muitos países, aqui no Brasil continua sendo apenas uma <strong>tendência</strong> (crescente) – o que não acontece por falta de mercado (afinal, temos mais de 159,6 milhões de dispositivos móveis no país), mas porque a <strong>exploração das (multi) funcionalidades </strong>destes dispositivos é muito<strong> mais natural.</strong> Gradativamente, surgem mais iniciativas neste sentido, como a parceira entre a Claro e o Cinemark para <strong>venda de ingressos de cinema pelo aparelho celular</strong> – uma ação que vai completamente de acordo com as tendências do mobile, como mostra uma <a rel="nofollow" target="_blank" title="Pesquisa do Instituto Alcatel-Lucent sobre hábitos relacionados ao ambiente móvel e oportunidade de mobile marketing." href="http://www.mobilepedia.com.br/noticias/pesquisa-revela-que-81-dos-jovens-estao-preparados-o-m-payment" target="_blank">pesquisa da Alcatel-Lucent</a> (feita em 10 países, inclusive no Brasil), que constatou que <strong>81% dos jovens</strong> têm interesse em utilizar serviços de <em>m-payment</em>. Porém, este cenário ainda é mais definido por tendência do que por práticas consolidadas de mercado – e, particularmente, penso que isso é o que faz dele tão <strong>instigante</strong>.</p>
<h3 style="text-align: center;"><strong>E agora me diga: QR Code funciona para você?</strong></h3>
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		<title>Branded Apps: slides e artigo disponíveis para download</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 13:55:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Branded Apps: uma introdução sobre publicidade em aplicativos móveis patrocinados”, esse é o título do artigo que apresentei no GT de Publicidade e Tendências do I PRÓ-PESQ PP – Encontro Nacional de Pesquisadores em Publicidade e Propaganda da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.
 
Como falei anteriormente, meu artigo&#8230;
&#8220;(&#8230;) traz uma rápida reflexão teórica sobre o uso dos aplicativos móveis em estratégias de mobile marketing e suas possibilidades para além da função de mídia. Ele é o início do meu Trabalho de Conclusão de Curso, para ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>“Branded Apps: uma introdução sobre publicidade em aplicativos móveis patrocinados”</strong>, esse é o título do artigo que apresentei no<strong> GT de Publicidade e Tendências</strong> do<strong> I PRÓ-PESQ PP</strong> – Encontro Nacional de Pesquisadores em Publicidade e Propaganda da <strong>Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.</strong></p>
<div style="width:595px" id="__ss_5084776"><iframe src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/5084776" width="595" height="497" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe> </div>
<p>Como falei <a title="Com satisfação, informo apresentarei um artigo (Branded Apps: uma introdução sobre publicidade em aplicativos móveis patrocinados) no I PRÓ-PESQ PP na ECA-USP." href="http://www.intermidias.com.br/2010/08/branded-apps-no-pro-pesq-pp/" target="_blank">anteriormente</a>, meu artigo&#8230;</p>
<blockquote><p>&#8220;(&#8230;) traz uma rápida reflexão <strong>teórica</strong> sobre o uso dos <strong>aplicativos móveis</strong> em <strong>estratégias de <em>mobile marketing</em></strong> e suas possibilidades para além da função de mídia. Ele é o <strong>início</strong> do meu <strong>Trabalho de Conclusão de Curso</strong>, para a Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia. Como sabemos, há <a rel="nofollow" target="_blank" title="Pequena palestra sobre conceitos, aplicações e tendências do Mobile Marketing, feita na Pós-Graduação Marketing e Publicidade Digital da Faculdade Dois de Julho" href="../2010/07/mobile-marketing-conceitos-aplicacoes-e-tendencias/" target="_blank">vários modelos de interação no <em>mobile marketing</em></a>, cada qual com seus mecanismos, mecânicas e, principalmente, objetivos. No trabalho, destaco os <strong>aplicativos móveis patrocinados (<em>branded apps</em>)</strong>, pois acredito que eles podem <strong>aumentar </strong><strong>experiências do público-alvo</strong> e, conseqüentemente, seu <strong>engajamento</strong> com a marca. <em>Branded </em><em>Apps</em> são bons exemplos de que é possível <strong>aprimorar o uso dos DHMCM pela publicidade</strong> e gerar produtos de comunicação que cumpram sua função publicitária e estratégica ao proporcionar ao usuário o<strong> ap</strong><strong>erfeiçoamento de práticas que ele já possui com esses dispositivos</strong> – e, simultaneamente, uma <em>brand experience</em>.&#8221;</p></blockquote>
<p>O <strong>artigo está disponível para leitura e download</strong>, integralmente, no <a rel="nofollow" target="_blank" title="Artigo &quot;Branded Apps: Uma introdução sobre Publicidade em Aplicativos Móveis patrocinados&quot;, disponível para leitura e download no SlideShare." href="http://www.slideshare.net/iancsouza/branded-apps-uma-introduo-sobre-publicidade-em-aplicativos-mveis-patrocinados-5084758" target="_blank">SlideShare</a> e no <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_G3DRw53Sev" href="http://www.scribd.com/doc/36594382">Scridb</a>. Além disso, ele irá compor o<strong> livro dos anais do I PRÓ-PESQ PP em suporte eletrônico</strong>, confeccionado até <strong>dezembro de 2010</strong> – e <strong>disponibilizado</strong> aqui no blog.</p>
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		<title>Branded Apps no PRÓ-PESQ PP</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 21:45:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É com muita satisfação que informo a vocês que tive um artigo, intitulado “Branded Apps: uma introdução sobre publicidade em aplicativos móveis patrocinados”, foi aceito no GT de Publicidade e Tendências do I PRÓ-PESQ PP – Encontro Nacional de Pesquisadores em Publicidade e Propaganda da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.
O artigo traz uma rápida reflexão teórica sobre o uso dos aplicativos móveis em estratégias de mobile marketing e suas possibilidades para além da função de mídia. Ele é o início do meu Trabalho de Conclusão ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É com muita satisfação que informo a vocês que tive um <strong>artigo</strong>, intitulado “<strong>Branded Apps: uma introdução sobre publicidade em aplicativos móveis patrocinados</strong>”, foi aceito no <strong>GT de Publicidade e Tendências</strong> do <a rel="nofollow" target="_blank" title="Site oficial do PRÓ-PESQ PP,  o primeiro encontro Nacional de Pesquisadores em Publicidade e Propaganda Dias: 26 e 27 de Agosto" href="http://www.eca.usp.br/propesq/" target="_blank"><strong>I PRÓ-PESQ PP</strong></a> – Encontro Nacional de Pesquisadores em Publicidade e Propaganda da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.</p>
<p>O artigo traz uma rápida reflexão <strong>teórica</strong> sobre o uso dos <strong>aplicativos móveis</strong> em <strong>estratégias de <em>mobile marketing</em></strong> e suas possibilidades para além da função de mídia. Ele é o <strong>início</strong> do meu <strong>Trabalho de Conclusão de Curso</strong>, para a Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia. Como sabemos, há <a rel="nofollow" target="_blank" title="Pequena palestra sobre conceitos, aplicações e tendências do Mobile Marketing, feita na Pós-Graduação Marketing e Publicidade Digital da Faculdade Dois de Julho" href="http://www.intermidias.com.br/2010/07/mobile-marketing-conceitos-aplicacoes-e-tendencias/" target="_blank">vários modelos de interação no <em>mobile marketing</em></a>, cada qual com seus mecanismos, mecânicas e, principalmente, objetivos. No trabalho, destaco os <strong>aplicativos móveis patrocinados (<em>branded apps</em>)</strong>, pois acredito que eles podem <strong>aumentar </strong><strong>experiências do público-alvo</strong> e, conseqüentemente, seu <strong>engajamento</strong> com a marca. <em>Branded </em><em>Apps</em> são bons exemplos de que é possível <strong>aprimorar o uso dos DHMCM pela publicidade</strong> e gerar produtos de comunicação que cumpram sua função publicitária e estratégica ao proporcionar ao usuário o<strong> ap</strong><a href="http://www.eca.usp.br/propesq/"><img class="alignleft" title="Branded Apps no PRÓ-PESQ PP" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2011/01/ebook-propesq-pp.png" alt="Com satisfação, informo apresentarei um artigo (Branded Apps: uma introdução sobre publicidade em aplicativos móveis patrocinados) no I PRÓ-PESQ PP na ECA-USP." width="125" height="176" /></a><strong>erfeiçoamento de práticas que ele já possui com esses dispositivos</strong> – e, simultaneamente, uma <em>brand experience</em>.</p>
<p>O I PRÓ-PESQ PP acontecerá no Departamento de Relações Públicas, Propaganda e Turismo da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, durante os <strong>dias 26 e 27 de agosto de 2010</strong> e o artigo irá compor o<strong> livro dos anais do evento em suporte eletrônico</strong>, confeccionado (e <strong>disponibilizado aqui no blog</strong>) até <strong>dezembro de 2010</strong>.</p>
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		<title>Mobile Marketing: conceitos, aplicações e tendências</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Jul 2010 01:30:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje eu ministrei uma pequena palestra para a disciplina Novas Tecnologias em Comunicação, do curso de Pós-Graduação Marketing e Publicidade Digital da Faculdade Dois de Julho. A professora Tereza Barretto me convidou para falar um pouco dos conceitos, aplicações e tendências do Mobile Marketing e do ambiente móvel em geral.
Partindo de uma abordagem inicial bem teórica, conversamos sobre as maneiras que a publicidade está se projetando sobre os novos meios e ambientes de comunicação digitais. Depois fechamos o tema “marketing em dispositivos móveis” e foram apresentados os principais mecanismos e ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje eu ministrei uma pequena <strong>palestra</strong> para a disciplina <strong>Novas Tecnologias em Comunicação</strong>, do curso de <strong>Pós-Graduação Marketing e Publicidade Digital</strong> da <a rel="nofollow" target="_blank" title="Site oficial da Pós-Graduação da Faculdade Dois de Julho, onde há o curso de Marketing e Publicidade Digital." href="http://www.f2j.edu.br/posgraduacao/" target="_blank"><strong>Faculdade Dois de Julho</strong></a>. A professora <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_MznLMKT57V" href="http://twitter.com/tebarretto">Tereza Barretto</a> me convidou para falar um pouco dos <strong>conceitos, aplicações e tendências</strong> do <strong><em>Mobile Marketing</em></strong> e do <strong>ambiente móvel</strong> em geral.</p>
<p>Partindo de uma abordagem inicial bem <strong>teórica</strong>, conversamos sobre as <strong>maneiras</strong> que a publicidade está se projetando sobre os <strong>novos meios e ambientes de comunicação digitais</strong>. Depois fechamos o tema “<strong>marketing em dispositivos móveis”</strong> e foram apresentados os principais <strong>mecanismos</strong> e <strong>tecnologias</strong> utilizadas hoje no <em>mobile marketing</em>. Abaixo está a apresentação de slides utilizada para orientar a discussão.</p>
<div id="aptureLink_D5En71Wg71" style="margin: 0pt auto; text-align: center; display: block; padding: 0px 6px;">
<div id="aptureLink_Lv1jK6wYzT" style="margin: 0pt auto; text-align: center; display: block; padding: 0px 6px;"><object id="apture_embedPlayer3" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="360" height="320" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="quality" value="high" /><param name="allowScriptAccess" value="never" /><param name="allowFullScreen" value="false" /><param name="flashvars" value="domId=apture_embedPlayer3" /><param name="src" value="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=apresentao-mobilemarketing-100710145245-phpapp01" /><param name="name" value="apture_embedPlayer3" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="apture_embedPlayer3" type="application/x-shockwave-flash" width="360" height="320" src="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=apresentao-mobilemarketing-100710145245-phpapp01" name="apture_embedPlayer3" flashvars="domId=apture_embedPlayer3" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="never" quality="high" bgcolor="#ffffff"></embed></object></div>
</div>
<p>Bem, o objetivo foi mostrar as <strong>possibilidades</strong> que estas <strong>tecnologias móveis oferecem ao marketing e à publicidade</strong> para atingir seu público-alvo de forma mais efetiva. Devido ao debate e exposição de idéias que aconteceram durante toda a palestra, acredito que este objetivo foi alcançado.</p>
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		<title>Pesquisa: Usos dos dispositivos móveis na Bahia</title>
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		<pubDate>Sun, 23 May 2010 21:58:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O futuro é móvel, sem dúvidas, mas o quão móvel é o nosso presente?
São publicadas muitas pesquisas relativas ao cenário mundial da cultura  mobile e do mobile marketing. Também vemos algumas (poucas) sobre a  realidade do Brasil. Porém, não vemos nenhuma sobre a Bahia.

É  por isso que eu e a PaperCliQ (Agência de Comunicação Digital) estamos  desenvolvendo uma pequena pesquisa para entender melhor como o celular é  usado na Bahia e traçar um panorama sobre suas funções e usos  publicitários. Os resultados obtidos serão ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O<strong> futuro é móvel</strong>, sem dúvidas, mas <strong>o quão móvel é o nosso presente</strong>?</p>
<p>São publicadas muitas pesquisas relativas ao cenário mundial da cultura  <em>mobile</em> e do <em>mobile marketing</em>. Também vemos algumas (poucas) sobre a  realidade do Brasil. Porém, não vemos <strong>nenhuma</strong> sobre a <strong>Bahia</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="nofollow" target="_blank" title="Participe de uma pesquisa para entender melhor como o celular é usado na Bahia e traçar um panorama sobre suas funções e usos publicitários." href="http://bit.ly/pqmba" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-2865" title="Pesquisa: Usos dos dispositivos móveis na Bahia" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Pesquisa-Mobile.jpg" alt="A Bahia é mobile? Participe de uma pesquisa para entender melhor como o celular é usado na Bahia e traçar um panorama sobre suas funções e usos publicitários." width="490" height="162" /></a></p>
<p>É  por isso que eu e a <a rel="nofollow" target="_blank" title="Página oficial da PaperCliQ, agência baiana de comunicação digital que auxilia as organizações a se posicionarem estrategicamente no universo digital." href="http://www.papercliq.com.br/" target="_blank">PaperCliQ</a> (Agência de Comunicação Digital) estamos  desenvolvendo uma pequena<a rel="nofollow" target="_blank" title="Participe na nossa pesquisa sobre uso dos telefones celulares na Bahia." href="http://bit.ly/pqmba" target="_blank"> <strong>pesquisa</strong></a> para <strong>entender</strong> melhor <strong>como o celular é  usado na Bahia</strong> e <strong>traçar um panorama sobre suas funções e usos  publicitários</strong>. Os resultados obtidos serão <strong>públicos</strong>, divulgados aqui e  no <a rel="nofollow" target="_blank" title=" Blog da PaperCliQ, agência baiana de comunicação digital." href="http://www.papercliq.com.br/blog" target="_blank">blog da PaperCliQ</a>.</p>
<p><strong>Preencher</strong> todos os campos e <strong>colaborar</strong> conosco <strong>não vai tomar muito do  seu tempo</strong>.</p>
<h3><a rel="nofollow" target="_blank" title="Participe na nossa pesquisa sobre uso dos telefones celulares na Bahia." href="http://bit.ly/pqmba" target="_self">Clique aqui e participe.</a></h3>
]]></content:encoded>
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		<title>5 Slides sobre Mobile Marketing que valem a pena</title>
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		<comments>http://www.intermidias.com.br/2010/05/5-slides-sobre-mobile-marketing-que-valem-a-pena/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 12 May 2010 17:52:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há algum tempo que vivemos a iminência de um “ano do mobile marketing”, mas ele nunca chega. Normal, penso que não haverá um “ano do mobile marketing” e sim sua incorporação, cada vez maior, no nosso cotidiano. Grandes mudanças não ocorrem da noite para o dia – e é difícil enxergar um mudança deste porte quando somos parte integrante do processo.
Nos últimos anos, vivenciamos uma expansão incrível da presença do ambiente mobile na vida das pessoas. Há algum tempo venho reunindo material sobre este fenômeno em diversos meios. Hoje, revisando, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo que vivemos a iminência de um “<strong>ano do mobile marketing</strong>”, mas ele nunca chega. Normal, penso que não haverá um “ano do mobile marketing” e sim sua <strong>incorporação</strong>, cada vez maior, no nosso cotidiano. Grandes mudanças não ocorrem da noite para o dia – e é difícil enxergar um mudança deste porte quando somos parte integrante do processo.</p>
<p>Nos últimos anos, vivenciamos uma expansão incrível da presença do <strong>ambiente mobile</strong> na vida das pessoas. Há algum tempo venho reunindo material sobre este fenômeno em diversos meios. Hoje, revisando, vejo que as <strong>apresentações sobre mobile marketing</strong> que arquivei <a rel="nofollow" target="_blank" title="Relação de apresentações de slides do SlideShare sobre mídias sociais e mobile marketing." href="http://www.slideshare.net/iancsouza/favorites" target="_blank">meus favoritos do SlideShare</a> são muito interessantes – ainda que não contenham profundidade teórica, <strong>demonstrar</strong> de forma completa e, ao mesmo tempo, sintética o fenômeno.</p>
<p>A primeira é uma apresentação realizada por Fabiano Coura (http://twitter.com/FabianoCoura) na Intercon 2009. Os slides são muito completos, abordando assuntos como o crescimento do <strong>mercado de smartphones</strong> (e o crescimento absurdo do <em>mindshare</em> da Apple depois do iPhone) até as <strong>características do mobile marketing</strong> e a <strong>realidade do mercado brasileiro</strong> – tudo isso em <strong>detalhes</strong> e numa linguagem bastante <strong>didática</strong>.</p>
<div id="aptureLink_sGL9qO9Gi0" style="margin: 0pt auto; text-align: center; display: block; padding: 0px 6px;"><object id="apture_embedPlayer1" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="360" height="320" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="quality" value="high" /><param name="allowScriptAccess" value="never" /><param name="allowFullScreen" value="false" /><param name="flashvars" value="domId=apture_embedPlayer1" /><param name="src" value="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=intercon2009slideshare-091109141831-phpapp02" /><param name="name" value="apture_embedPlayer1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="apture_embedPlayer1" type="application/x-shockwave-flash" width="360" height="320" src="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=intercon2009slideshare-091109141831-phpapp02" name="apture_embedPlayer1" flashvars="domId=apture_embedPlayer1" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="never" quality="high" bgcolor="#ffffff"></embed></object></div>
<p>Além de ser visualmente muito bem trabalhada, esta apresentação do <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_8BbdrPpz0g" href="http://twitter.com/mcastelo">Marcelo Castelo</a> destaca o papel dos telefones celulares enquanto<strong> ferramenta de comunicação interativa </strong>– o contextualizando no Brasil. Ele apresenta alguns dos tipos de <strong>produtos de comunicação</strong> que podem ser construídos para o ambiente mobile e o <strong>objetivo</strong> de cada um deles, tudo ilustrado por pequenos <strong>estudos de caso</strong>. Apesar da apresentação ser sobre o <strong>uso do celular em campanhas políticas</strong>, o conteúdo é aplicável para qualquer <strong>outro mercado</strong>.</p>
<div id="aptureLink_GrtyxCi97M" style="margin: 0pt auto; text-align: center; display: block; padding: 0px 6px;"><object id="apture_embedPlayer2" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="360" height="320" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="quality" value="high" /><param name="allowScriptAccess" value="never" /><param name="allowFullScreen" value="false" /><param name="flashvars" value="domId=apture_embedPlayer2" /><param name="src" value="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=mobilemktefeitoobama-091019090038-phpapp01" /><param name="name" value="apture_embedPlayer2" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="apture_embedPlayer2" type="application/x-shockwave-flash" width="360" height="320" src="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=mobilemktefeitoobama-091019090038-phpapp01" name="apture_embedPlayer2" flashvars="domId=apture_embedPlayer2" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="never" quality="high" bgcolor="#ffffff"></embed></object></div>
<p>A <a rel="nofollow" target="_blank" title="Site oficial da Praesto Convergence, empresa que oferece soluções em mobile marketing." href="http://www.praesto.com.br/" target="_blank">Praesto Convergence</a> , uma empresa que desenvolve <strong>soluções para mobile marketing</strong>, reuniu uma grande quantidade de <strong>cases</strong>, explicados e comentados, nesta apresentação de slides. Apesar de não explicar cada tecnologia, são citadas e exemplificadas campanhas e produtos envolvendo diversas delas, inclusive seus cruzamentos.</p>
<div id="aptureLink_5P8d9uIPRX" style="margin: 0pt auto; text-align: center; display: block; padding: 0px 6px;"><object id="apture_embedPlayer3" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="360" height="320" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="quality" value="high" /><param name="allowScriptAccess" value="never" /><param name="allowFullScreen" value="false" /><param name="flashvars" value="domId=apture_embedPlayer3" /><param name="src" value="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=mobilemarketingconceitostecnologiascasesfinal-091002084018-phpapp01" /><param name="name" value="apture_embedPlayer3" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="apture_embedPlayer3" type="application/x-shockwave-flash" width="360" height="320" src="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=mobilemarketingconceitostecnologiascasesfinal-091002084018-phpapp01" name="apture_embedPlayer3" flashvars="domId=apture_embedPlayer3" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="never" quality="high" bgcolor="#ffffff"></embed></object></div>
<p>Esta apresentação do <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_pyISUH85Ku" href="http://twitter.com/mtrends">Rudy De Waele</a> faz uma boa introdução ao ambiente mobile, sua <strong>relação com a web 2.0</strong> e explica as mudanças que o destacaram nos últimos tempos. Um ponto muito positivo da apresentação é o <strong>detalhamento dos recursos e serviços</strong> que os aparelhos celulares mais novos oferecem e como eles estão sendo utilizados hoje – além de apresentar algumas tendências para o futuro.</p>
<div id="aptureLink_gTiUE3uOMa" style="margin: 0pt auto; text-align: center; display: block; padding: 0px 6px;"><object id="apture_embedPlayer4" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="360" height="320" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="quality" value="high" /><param name="allowScriptAccess" value="never" /><param name="allowFullScreen" value="false" /><param name="flashvars" value="domId=apture_embedPlayer4" /><param name="src" value="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=mobile-20-plugg-1206204370354431-4" /><param name="name" value="apture_embedPlayer4" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="apture_embedPlayer4" type="application/x-shockwave-flash" width="360" height="320" src="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=mobile-20-plugg-1206204370354431-4" name="apture_embedPlayer4" flashvars="domId=apture_embedPlayer4" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="never" quality="high" bgcolor="#ffffff"></embed></object></div>
<p>Apesar de ter sido feita em 2007, esta apresentação continua bastante atual, principalmente porque ressalta a necessidade de <strong>engajar o usuário na sua ação de mobile marketing </strong>e <strong>prover-lhe experiências</strong> diferenciadas, envolvendo a marca – algo que muitas destas ações tentam fazer até hoje, algumas sem muito sucesso.</p>
<div id="aptureLink_ceu4tM7G93" style="margin: 0pt auto; text-align: center; display: block; padding: 0px 6px;"><object id="apture_embedPlayer5" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="360" height="320" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="quality" value="high" /><param name="allowScriptAccess" value="never" /><param name="allowFullScreen" value="false" /><param name="flashvars" value="domId=apture_embedPlayer5" /><param name="src" value="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=mobile-marketing-1865" /><param name="name" value="apture_embedPlayer5" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="apture_embedPlayer5" type="application/x-shockwave-flash" width="360" height="320" src="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=mobile-marketing-1865" name="apture_embedPlayer5" flashvars="domId=apture_embedPlayer5" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="never" quality="high" bgcolor="#ffffff"></embed></object></div>
<p>Ainda há várias outras apresentações de slides muitos boas sobre mobile marketing, não as destaquei aqui pois boa parte delas se concentram em <strong>particularidades</strong> do ambiente mobile – ou aspectos do mobile marketing ainda mais específicos do que os abordados acima. Ainda assim, não posso deixar de citar: <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_4wGk1qrce4" href="http://www.slideshare.net/rudydw/the-future-of-mobile-is-social-contextual">Mobile Social Contextual Applications &amp; Services</a>, <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_T6MTR8ySny" href="http://www.slideshare.net/m2bradb/mobile-marketing-trends-2009">Mobile Marketing Trends 2010</a>, <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_0XZqHV8wza" href="http://www.slideshare.net/sandraturchi/estratgias-de-marketing-digital-mobile-mkt-out-09m">Mobile Marketing &#8211; Estratégias de Marketing Digital (Out 09)</a>, <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_9Mbhw3ITxe" href="http://www.slideshare.net/iancsouza/mobile-marketing-cases-de-publicidade-em-dhmcm">Mobile Marketing: cases de publicidade em DHMCM</a> e <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_0hr5Dpgypq" href="http://www.slideshare.net/rudydw/mobile-trends-2020">Mobile Trends 2020</a> – destaco este último pelo seu <strong>valor</strong> <strong>imaginativo</strong>; apesar de apontar <strong>tendências</strong> do ambiente mobile até <strong>2020</strong>, algumas que ainda nos parecem <strong>totalmente irreais</strong>, é possível perceber algumas das coisas que são apontadas <strong>já estão despontando</strong>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>140 Branded Apps para iPhone e contando…</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 17:45:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Branded Apps não são novidade, mas com o iPhone, e a febre dos seus mais de 100.000 aplicativos, eles começam a ganhar muito mais visibilidade. Buscando (em vão) por referencias acadêmicas sobre mobile marketing e  branded apps, terminei encontrando algo muito legal: uma lista (colaborativa) de aplicativos móveis feitos especialmente para promover interação publicitária com marcas, feita pelo Johnny Makkar.
O projeto é um pouco antigo – o artigo original, do pessoal do Apps Fire, data de 28 de Setembro de 2009 – e pode estar desatualizado, mas, ainda assim, continua ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Branded Apps</em> não são novidade</strong>, mas com o <strong>iPhone</strong>, e a febre dos seus <strong>mais de 100.000 aplicativos</strong>, eles começam a ganhar muito mais <strong>visibilidade</strong>. Buscando (em vão) por <strong>referencias acadêmicas</strong> sobre <em>mobile marketing</em> e  <em>branded apps</em>, terminei encontrando algo muito legal: uma <strong>lista</strong> (<a rel="nofollow" target="_blank" title="Lista colaborativa de branded apps do Johnny Makkar, com possibilidade de edição e inserção de aplicativos." href="http://spreadsheets.google.com/pub?key=tYIbUFX5myZ17rbbWufTiKw&amp;gid=0" target="_blank">colaborativa</a>) de aplicativos móveis feitos especialmente para promover <strong>interação publicitária</strong> com <strong>marcas</strong>, feita pelo <a rel="nofollow" target="_blank" title="Perfil do Twitter de Johnny Makkar, o criador da lista colaborativa de branded apps." href="http://twitter.com/jsmakr" target="_blank">Johnny Makkar</a>.</p>
<p style="text-align: left;">O projeto é um pouco <strong>antigo</strong> – o <a rel="nofollow" target="_blank" title="Post original do Apps Fire, em inglês, contendo a lista de Branded Apps feita pelo Johnny Makkar." href="http://blog.appsfire.com/every-brand-will-have-an-app-a-full-list-of-b" target="_blank">artigo original</a>, do pessoal do Apps Fire, data de 28 de Setembro de 2009 – e pode estar <strong>desatualizado</strong>, mas, ainda assim, continua <strong>sendo muito interessante </strong>a medida que reúne <strong>140</strong> <em>branded apps</em> para iPhone de diversas marcas – aplicativos que <strong>continuam disponíveis</strong> na <strong>App Store</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe width="500" frameborder=0 height="1000" src="http://appsfire.com/selection.php?cid=1254197724-1413539817&#038;title=Top+Branded+Apps"></iframe></p>
<p style="text-align: left;">Apesar de constarem na lista “apenas” 140 <em>branded apps</em>, percebe-se o quanto as (grandes) empresas estão buscando uma presença cada vez maior no <strong>ambiente <em>mobile</em></strong>. E o mais importante: elas estão começando a entender que o <strong>papel que o público-alvo desempenha</strong> em meios digitais e interativos, principalmente <em>mobile</em>, é completamente <strong>diferente</strong> do que ele tem na publicidade “tradicional”. Boas ações de <em>mobile marketing</em> não devem buscar somente visibilidade, mas <strong>engajamento</strong> do <em>target</em>.</p>
<p>Os 140 <em>branded apps</em> acima são <strong>140 tentativas</strong> de engajar o público-alvo e agregar um <strong>valor diferenciado</strong> à marca – que obtiveram êxito, <strong>ou não</strong>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Facebook: novas estratégias para atingir o mercado mobile</title>
		<link>http://www.intermidias.com.br/2010/03/facebook-novas-estrategias-para-atingir-o-mercado-mobile/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 13:11:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mobile]]></category>
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		<description><![CDATA[No Mobile World Congress deste ano, em Barcelona, a Facebook (empresa) revelou ao mundo algumas das estratégias que adotará para popularizar ainda mais a sua rede social para o ambiente mobile.
Em uma pequena palestra, que durou cerca de 16 minutos, a empresa apresentou algumas mudanças de estratégia para a versão mobile do seu produto, o Facebook. Dentre estas mudanças, a que mais me chamou atenção foi o Facebook Zero. Ele é, basicamente, uma versão da rede social ainda mais simplificada que sua atual versão mobile, contendo apenas texto para oferecer ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No Mobile World Congress deste ano, em Barcelona, a <strong>Facebook</strong> (empresa) revelou ao mundo algumas das <strong>estratégias</strong> que adotará para <strong>popularizar</strong> ainda mais a sua <strong>rede social</strong> para o ambiente <em>mobile</em>.</p>
<p>Em uma pequena <strong>palestra</strong>, que durou cerca de 16 minutos, a empresa apresentou algumas mudanças de estratégia para a versão <em>mobile</em> do seu produto, o Facebook. Dentre estas mudanças, a que mais me chamou atenção foi o <strong>Facebook Zero</strong>. Ele é, basicamente, uma versão da rede social ainda mais <strong>simplificada</strong> que sua atual versão <em>mobile</em>, contendo apenas <strong>texto</strong> para oferecer a seus usuários uma experiência “resumida” em <strong>dispositivos móveis</strong>. Pelo que pude perceber, o Facebook Zero não é nada mais que uma “jogada” da empresa, que visa <strong>converter</strong> estes usuários em <strong>consumidores</strong> da versão “Premium” do aplicativo. Vale a pena conferir a <strong>gravação</strong> da palestra feita pela <a rel="nofollow" target="_blank" title="Post original da TechCrunch sobre o resumo em vídeo das estratégias do Facebook para o mercado mobile." href="http://techcrunch.com/2010/02/16/facebook-mobile-strategy/" target="_blank">TechCrunch</a> – ainda que ela seja um pouco ruim, em termos de qualidade.</p>
<div id="aptureLink_PFp2DILZXc" style="margin: 0pt auto; padding: 0px 6px; text-align: center; display: block;"><object id="apture_embedPlayer1" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="340" height="285" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="quality" value="high" /><param name="allowScriptAccess" value="never" /><param name="flashvars" value="start=0" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/1VVHWQQPUc0&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3" /><param name="name" value="apture_embedPlayer1" /><embed id="apture_embedPlayer1" type="application/x-shockwave-flash" width="340" height="285" src="http://www.youtube.com/v/1VVHWQQPUc0&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3" name="apture_embedPlayer1" flashvars="start=0" allowscriptaccess="never" quality="high" bgcolor="#ffffff"></embed></object></div>
<p>Bem, eu penso que vale a pena ressaltar alguns <strong>pontos</strong> do vídeo que julguei interessantes:</p>
<ol>
<li>A Facebook (também) acredita que 2010 será um <strong>marco</strong> para o ambiente <em>mobile</em>.</li>
<li>O Facebook possui mais de<strong> 400 milhões de usuário ativos</strong>.</li>
<li><strong>100 milhões</strong> destes usuários ativos (25% do total) utilizam o Facebook através de <strong>plataformas móveis</strong> ao menos <strong>uma vez no mês</strong>.</li>
<li><strong>200 milhões</strong> dos usuários em atividade já <a id="aptureLink_EKWMOn0Qb6" href="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2010/03/facebook-mobile-usuarios.jpg">experimentaram </a>acessar o Facebook em dispositivos móveis pelo menos <strong>uma vez</strong>.</li>
<li>Usuários do Facebook <em>mobile</em> <a id="aptureLink_khe07w2PaY" href="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2010/03/facebook-mobile-usage.jpg">demonstram</a> o <strong>dobro de </strong><strong>engajamento</strong> do que aqueles que utilizam pelo computador (o dobro de visualizações de páginas, interações, entre outros)</li>
</ol>
<p>Estão previstos <strong>investimentos</strong> a <strong>médio e longo prazo</strong> (5 a 10 anos) na expansão da <strong>experiência</strong> dos usuários da rede social em <strong>ambientes móveis de comunicação</strong>. Espera-se um crescimento significativo nesta área. O futuro do Facebook é ser cada vez mais <strong>ubíquo</strong>, marcando presença em múltiplos ambientes computadorizados do cotidiano (tanto na forma de Friend Connect, quanto como rede social multiplataforma), e atingir a marca de <strong>bilhões de usuários</strong>. Os <strong>três pilares </strong>desta estratégia, que começam a serem trabalhados desde hoje, para que este futuro seja realizado são:</p>
<ul>
<li><strong>Mobile site: </strong>devem existir <strong>duas versões </strong>da versão do Facebook para internet móvel, uma delas para telefones celulares <strong>comuns</strong> e outras para aparelhos com <em>touch-screen</em>, cada vez mais comuns no mercado. Hoje, o Facebook Mobile já possui suporte a mais de <strong>70 línguas </strong>– o que, teoricamente, já cobriria <strong>98% do mundo</strong>.</li>
<li><strong>SMS:</strong> O próximo grande passo do Facebook é estabelecer <strong>interação</strong> com dispositivos móveis através de <strong>short code</strong>. Já estão sendo fechados acordos com operadoras de telefonia celular em todo o mundo para possibilitar tal feito &#8211; até o presente momento, existem 80 acordos em 32 países.</li>
<li><strong>Integração com dispositivos:</strong> pretende-se que os aplicativos do Facebook para dispositivos móveis não apenas rodem <strong>sobre</strong> os sistemas operacionais destes dispositivos, mas<strong> integrem-se</strong> a eles (e com os <strong>dados</strong> dos seus usuários). A idéia principal é que a experiência do usuário com o serviço seja mais <strong>integrada</strong> e <strong>natural</strong> o possível.</li>
</ul>
<h6>Fonte: <a rel="nofollow" target="_blank" title="Facebook’s Mobile Strategy Condensed Into 16 Minutes (Video)" rel="bookmark" href="http://techcrunch.com/2010/02/16/facebook-mobile-strategy/" target="_blank">Facebook’s Mobile Strategy Condensed Into 16 Minutes (Video)</a>.</h6>
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