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	<title>Intermídias &#187; Featured</title>
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	<description>O Intermídias, blog de Ian Castro, é um espaço para pensar sobre comunicação digital, mídias sociais, mobile marketing e a publicidade nas novas mídias em geral.</description>
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		<title>Mobile Commerce &amp; Mobile Payment</title>
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		<pubDate>Sun, 01 May 2011 18:53:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tive o prazer de participar da 4ª Edição do Bate-papo sobre E-commerce em Salvador fazendo uma breve exposição sobre Mobile Commerce &#38; Mobile Payment – mais especificamente sobre como estes serviços de pagamentos e comércio através de dispositivos móveis de comunicação têm ganhado destaque no mundo. Partindo daí, discutimos o estágio em que estes serviços se encontram no Brasil: compras de aplicativos móveis, comércio de serviços via celular, entre outras experiências. Algumas das perguntas que tentamos responder foram: como estes serviços estão disponíveis no Brasil? Que tipos de mudanças poderemos ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="4ª Edição do Bate-papo sobre E-commerce em Salvador fazendo uma breve exposição sobre Mobile Commerce &amp; Mobile Payment." src="http://api.ning.com/files/rWf8CbSrFyTis5k0IcziDLBifq4vV*sY5wlVtkwK2yZqjp0e9yVEjbgkd7LHPj4Vu-Ya2xvdsbyuQz-jIZhIGb7fTe9mKaI2/iconebatepapo1.jpg?size=173&amp;crop=1:1" alt="Palestra de Ian Castro sobre Mobile Commerce &amp; Mobile Payment." width="85" height="85" />Tive o prazer de participar da <a rel="nofollow" target="_blank" title="Site oficial do 4ª Edição do Bate-papo sobre E-commerce em Salvador." href="http://batepapoecommerce.ning.com/events/4-edicao-do-batepapo-sobre-1" target="_blank">4ª Edição do Bate-papo sobre E-commerce em Salvador</a> fazendo uma breve exposição sobre <strong>Mobile Commerce &amp; Mobile Payment</strong> – mais especificamente sobre como estes serviços de pagamentos e comércio através de dispositivos móveis de comunicação têm ganhado destaque no mundo. Partindo daí, discutimos o estágio em que estes serviços se encontram no Brasil: compras de aplicativos móveis, comércio de serviços via celular, entre outras experiências. Algumas das perguntas que tentamos responder foram: <strong>como estes serviços estão disponíveis no Brasil? Que tipos de mudanças poderemos esperar destas tecnologias?</strong></p>
<div id="__ss_7795446" style="width: 510px;">
<p style="text-align: center;"><object id="__sse7795446" width="510" height="426"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=palestra-mobilecommerceepayment-110501135235-phpapp02&amp;stripped_title=mobile-commerce-mobile-payment&amp;userName=iancsouza" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="510" height="426" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=palestra-mobilecommerceepayment-110501135235-phpapp02&amp;stripped_title=mobile-commerce-mobile-payment&amp;userName=iancsouza" name="__sse7795446" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div style="padding-top: 5px; padding-right: 0px; padding-bottom: 12px; padding-left: 0px; text-align: center;"></div>
</div>
<p>Porém o ponto alto da noite foi a discussão posterior à minha exposição, que permeou muitos assuntos relacionados à <strong>novas tecnologias</strong> e <strong>marketing digital</strong>, como <strong>mobile marketing</strong>, <strong>branded apps</strong>, <strong>compras coletivas</strong>, <strong>modelos de negócios em agências digitais</strong>, <strong>qualificação de profissionais de mercado</strong>, entre muitos outros tópicos discutidos livremente pelos presentes. Por último, mas não menos importante, foi muito bom conhecer o <a rel="nofollow" target="_blank" title="Marcelo Rios, que marcou presença na discussão sobre Mobile Commerce na 4ª Edição do BPEcommerce em Salvador." href="http://twitter.com/#!/marcelorios" target="_blank">@marcelorios</a>, <a rel="nofollow" target="_blank" title="Mariana Machado, que marcou presença na discussão sobre Mobile Commerce na 4ª Edição do BPEcommerce em Salvador." href="http://twitter.com/marimachadorp" target="_blank">@marimachadorp</a>, <a rel="nofollow" target="_blank" title="Esthefane, que marcou presença na discussão sobre Mobile Commerce na 4ª Edição do BPEcommerce em Salvador." href="http://twitter.com/esthefaneali" target="_blank">@esthefaneali</a>, <a rel="nofollow" target="_blank" title="Getexis, que marcou presença na discussão sobre Mobile Commerce na 4ª Edição do BPEcommerce em Salvador." href="http://twitter.com/Getexis" target="_blank">@Getexis</a>, <a rel="nofollow" target="_blank" title="Diana Freitas, que marcou presença na discussão sobre Mobile Commerce na 4ª Edição do BPEcommerce em Salvador." href="http://twitter.com/afdianita" target="_blank">@afdianita</a>, <a rel="nofollow" target="_blank" title="Paulo Bispo, que marcou presença na discussão sobre Mobile Commerce na 4ª Edição do BPEcommerce em Salvador." href="http://twitter.com/pvbispo" target="_blank">@Paulovbispo</a> e <a rel="nofollow" target="_blank" title="Mari Ferreira, que marcou presença na discussão sobre Mobile Commerce na 4ª Edição do BPEcommerce em Salvador. " href="http://twitter.com/mari_publicis" target="_blank">@mari_publicis</a>.</p>
<p><script src="http://b.scorecardresearch.com/beacon.js?c1=7&amp;c2=7400849&amp;c3=1&amp;c4=&amp;c5=&amp;c6="></script><br />
<script src="http://b.scorecardresearch.com/beacon.js?c1=7&amp;c2=7400849&amp;c3=1&amp;c4=&amp;c5=&amp;c6="></script><script src="http://b.scorecardresearch.com/beacon.js?c1=7&amp;c2=7400849&amp;c3=1&amp;c4=&amp;c5=&amp;c6="></script><script src="http://b.scorecardresearch.com/beacon.js?c1=7&amp;c2=7400849&amp;c3=1&amp;c4=&amp;c5=&amp;c6="></script></p>
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		<title>Webwriting: pesquisa de palavras-chave #2</title>
		<link>http://www.intermidias.com.br/2011/03/webwriting-google-adwords-insights/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Mar 2011 17:43:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma prática muito comum no Search Engine Optimization (SEO), que se faz tão necessária quanto no webwriting, é a expansão de palavras-chave. A expansão de palavras-chave é o ato de identificar palavras correlatas àquelas palavras que definem, ou estão diretamente relacionadas, ao seu mercado. Além de mostrar ao webwriting quais são os termos que o seu público-alvo realmente usa quando se refere ao seu produto/serviço, a expansão de palavras-chave é muito valiosa ao ponto que mostra também palavras nas quais a competição para otimização pode ser menor – ou seja, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma prática muito comum no <a rel="nofollow" target="_blank" title="Leia mais artigos do Blog Intermídias sobre SEO." href="http://www.intermidias.com.br/tag/seo/" target="_blank"><strong>Search Engine Optimization (SEO)</strong></a>, que se faz tão necessária quanto no <strong>webwriting</strong>, é a <strong>expansão de palavras-chave</strong>. A expansão de palavras-chave é o ato de <strong>identificar palavras correlatas </strong>àquelas palavras que definem, ou estão diretamente relacionadas, ao seu <strong>mercado</strong>. Além de mostrar ao <strong>webwriting</strong> quais são os termos que o seu público-alvo <strong>realmente usa</strong> quando se refere ao seu produto/serviço, a expansão de palavras-chave é muito valiosa ao ponto que mostra também<strong> palavras nas quais a competição para otimização pode ser menor</strong> – ou seja, que podem potencializar a atuação em <a id="aptureLink_HmHELO57P9" href="http://www.geekestateblog.com/wp-content/uploads/2009/07/shortvslongtailkeywords6.jpg"><strong>long tail</strong></a>, que tem como característica principal <strong>menor visibilidade</strong> em contraponto com uma <strong>maior taxa de conversão</strong>.</p>
<p>Além das práticas mais <strong>simples</strong> de <a rel="nofollow" target="_blank" title="Como um webwriter pode identificar temas e palavras-chave relevantes para o seu público-alvo através do benchmarking em outros blog e nos recursos da busca no Google." href="HTTP://WWW.INTERMIDIAS.COM.BR/2011/02/WEBWRITING-PESQUISA-DE-PALAVRAS-CHAVE/" target="_blank">pesquisa de temas e palavras-chave pra <strong>webwriting</strong> (<strong>benchmarking</strong> e <strong>busca do Google</strong>)</a>, há também a pesquisa a partir das ferramentas para <strong>marketing de busca </strong>que o Google oferece, como o <a title="Webwriting: pesquisa e extensão de palavras-chaves com o Google Adwords External Tool." href="#google-adwords"><strong>Google Adwords</strong></a> e o <a rel="nofollow" target="_blank" title="Webwriting: pesquisa e extensão de palavras-chaves com o Google Insights for Search." href="#google-insights"><strong>Google Insights</strong></a>. A melhor forma de descobrir cada uma delas funciona é <strong>utilizando</strong>, por isso vamos fazer uma <strong>pesquisa de palavras-chave</strong> relacionadas com <strong><em>web marketing</em></strong>.</p>
<h2 id="google-adwords"><strong>Google Adwords External Tool</strong></h2>
<p>O Google Adwords External Tool é uma interface que não exige login para a <strong>ferramenta de busca de palavras-chave do Google Adwords</strong>, que identifica os <strong>volumes de busca</strong> por determinados termos no Google. Apesar de ter sido criada exclusivamente para a venda de mídia, a ferramenta é muito utilizada por profissionais de <strong>SEO</strong> e <strong>webwriting</strong>.</p>
<p>Uma vez que está estabelecido que o nosso <em>core bussiness</em> é o web marketing, vamos partir deste termo para <strong>iniciar a expansão de palavras-chave</strong>. Porém, é válido observar que este é <strong>apenas um</strong> <strong>ponto de partida</strong>: todo o processo deve ser <strong>repetido</strong> para <strong>outras palavras </strong>que esteja relacionadas diretamente com o negócio e possam fornecer outros <em>insights</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-4078" title="Webwriting: Google Adwords" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2011/03/webwriting-adwords.png" alt="Como o Google Adwords pode ajudar no webwriting através da identificação de palavras-chave relevantes para o público-alvo do webwriter." width="579" height="320" /></p>
<p>Como resultado para a nossa busca, o Google retornou uma <strong>série de palavras-chave</strong>, tanto <strong>derivadas</strong> quanto <strong>relacionadas</strong> à web marketing; a partir delas, selecionamos as que tem <strong>maior relação com nosso <em>core bussiness</em></strong><em> </em>e <strong>volume considerável de buscas</strong> &#8211; também é possível fazer o <a id="aptureLink_xsEtvQIzsf" href="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2011/03/webwriting-adwords-download.png">download desta seleção em forma de planilha</a> .</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4077" title="Webwriting: Tabela gerada pelo Google Adwords" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2011/03/webwriting-adwords-tabela.png" alt="Como o Google Adwords pode ajudar no webwriting através da identificação de palavras-chave relevantes para o público-alvo do webwriter." width="572" height="404" /></p>
<h2 id="google-insights"><strong>Google Insights for Search</strong></h2>
<p>A partir deste estudo ilustrativo de palavras-chave identificamos outra palavra que se mostrou muito relevante para o público-alvo: <strong>marketing online</strong>.</p>
<p>O <strong>Google Insights for Search</strong> compara padrões do volume de buscas em regiões, categorias, períodos e propriedades bem específicos.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-4082" title="Webwriting: Google Insights for Search" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2011/03/webwriting-insights.png" alt="Como o Google Insights for Search pode ajudar no webwriting através da identificação de palavras-chave relevantes para o público-alvo do webwriter." width="591" height="88" /></p>
<p>Ao comprar as duas palavras-chave que julgamos mais relevantes até o momento, percebemos que “marketing online”, descoberta posteriormente, ganhou <strong>maior relevância </strong>que “web marketing” no Brasil.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-4079" title="Webwriting: Comparação do Google Insights for Search" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2011/03/webwriting-insights-comparacao.png" alt="Como o Google Insights for Search pode ajudar no webwriting através da identificação de palavras-chave relevantes para o público-alvo do webwriter." width="591" height="236" /></p>
<p>Na ferramenta ainda há outros dados muito importantes para a prática do webwriting: o <strong>volume de pesquisas regional</strong> e as <strong>pesquisas crescentes</strong>.</p>
<p>Ao visualizar geograficamente o volume de busca dos nossos termos, podemos extrair <em>insights</em> muito mais relevantes para a nossa <strong>praça</strong>; este filtro fornece o embasamento necessário para o <strong>webwriter</strong> <strong>priorizar determinados termos em detrimento de outros </strong>(que, <em>a priori</em>, aparentavam ser mais relevantes).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-4080" title="Webwriting: Localização no Google Insights for Search" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2011/03/webwriting-insights-geolocalizacao.png" alt="Como o Google Insights for Search pode ajudar no webwriting através da identificação de palavras-chave relevantes para o público-alvo do webwriter." width="459" height="206" /></p>
<p>Uma informações ainda mais valiosa que o Google Insights for Search fornece são as <strong>Pesquisas Crescentes</strong>. Estas são palavras-chave para as quais o <strong>webwriter</strong> possuirá <strong>mais relevância a curto-prazo</strong> para seu público-alvo – e, provavelmente, <strong>menos concorrência</strong> nas <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_dbNj1CpOMK" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1gina%20de%20resultados">SERPs</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-4081" title="Webwriting: Resultados do Google Insights for Search" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2011/03/webwriting-insights-pesquisas.png" alt="Como o Google Insights for Search pode ajudar no webwriting através da identificação de palavras-chave relevantes para o público-alvo do webwriter." width="462" height="161" /></p>
<h2><strong>Como achar ainda mais palavras-chave?</strong></h2>
<p>Outro recurso ao qual o <strong>webwriter</strong> pode recorrer é a <strong>análise do tráfego do seu site / blog</strong>. No próximo post vamos aprender um pouco mais sobre como as <strong>ferramentas web analytics</strong> <strong>do Google</strong> (<strong>Google Analytics</strong> e <strong>Google Webmaster Tools</strong>), além outras ferramentas interessantes de <strong>SEO</strong> (como a <strong>WEB SEO Analytics</strong>), permitem ao <strong>webwriter</strong> identificar temas e palavras-chave relevantes para o público que acessa o seu site.</p>
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		<title>Webwriting: pesquisa de palavras-chave</title>
		<link>http://www.intermidias.com.br/2011/02/webwriting-pesquisa-de-palavras-chave/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Feb 2011 16:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Escrever e produzir conteúdo para a internet e mídias sociais, os principais meios de atuação do webwriter hoje, exige muito mais do que “apenas” articular bem ideias. Na verdade, “escrever bem” é a menos importante das habilidades que um webwriter precisa ter. Antes de qualquer coisa, um bom conteúdo é aquele que gera tráfego, interação, atenção. Desta forma, antes de saber “como” escrever, é preciso saber “o que” escrever.
Este é um grande diferencial que um webwriter com boas noções de Search Engine Optimization (SEO) possui: a pesquisa de keywords (palavras-chave). ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Escrever e produzir conteúdo</strong> para a <strong>internet</strong> e <strong>mídias sociais</strong>, os principais meios de atuação do <strong>webwriter</strong> hoje, exige muito mais do que “apenas” articular bem ideias. Na verdade, “escrever bem” é a menos importante das habilidades que um <strong>webwriter</strong> precisa ter. Antes de qualquer coisa, um bom conteúdo é aquele que gera <strong>tráfego</strong>, <strong>interação</strong>, <strong>atenção</strong>. Desta forma, antes de saber “<strong>como</strong>” escrever, é preciso saber “<strong>o que</strong>” escrever.</p>
<p>Este é um grande diferencial que um webwriter com boas noções de <strong>Search Engine Optimization (SEO)</strong> possui: a <strong>pesquisa de keywords (palavras-chave)</strong>. Além de possibilitar <strong>a otimização dos textos para os mecanismos de buscas</strong>, esta descoberta das palavras-chave relacionadas ao seu público-alvo permite ao webwriter se familizar com os <strong>temas</strong> pelos quais ele se interessa e os <strong>termos</strong> que ele <strong>realmente usa</strong> em seu cotidiano.</p>
<p>Há várias maneiras de descobrir sobre o que o seu público quer ler. Neste primeiro momento vamos nos concentrar em duas muito básicas: o <a rel="nofollow" target="_blank" title="Webwriting: Benchmarking de Conteúdo" href="#webwriting-benchmarking"><strong>benchmarking</strong></a> (prática oriunda da Administração) e a<strong> <a rel="nofollow" target="_blank" title="Webwriting: Busca Google" href="#webwriting-google">busca do Google</a></strong> (com o filtro <a rel="nofollow" target="_blank" title="Webwriting: Filtro Discussões, do Google" href="#discussoes">Discussões</a>, o <a rel="nofollow" target="_blank" title="Webwriting: Google Suggest" href="#google-suggest">Google Suggest</a> e a <a rel="nofollow" target="_blank" title="Webwriting: Roda Mágica do Google" href="#roda-magica">Roda Mágica</a>).</p>
<h2 id="webwriting-benchmarking"><strong>O Benchmarking</strong></h2>
<p>A forma mais simples de benchmarking de conteúdo é <strong>vasculhando os artigos populares em sites concorrentes</strong>. Muitos sites (principalmente blogs e fóruns) destacam de diversas formas seus conteúdos mais populares: alguns possuem um <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_WzGFA8WlpP" title="Como um webwriter pode identificar temas e palavras-chave relevantes para o seu público-alvo a partir de widgets com artigos mais lidos e comentados em sites / blogs concorrentes." href="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2011/02/webwriting-widget.png" target="_blank"><strong>widget com os artigos mais lidos e comentados</strong></a>; outros publicam periodicamente <a title="Como um webwriter pode identificar temas e palavras-chave relevantes para o seu público-alvo a partir do benchmarking em artigos mais lidos e comentados de sites e blogs." href="http://tarciziosilva.com.br/blog/10-posts-mais-lidos-de-2010/" target="_blank"><strong>posts relacionando os textos mais acessados, buscados ou citados</strong></a>. Relacionar e analisar estes conteúdos “concorrentes” é uma forma muito efetiva (e fácil) de montar uma boa pauta a partir das <strong>preferências, já corroboradas, </strong>do seu público-alvo.</p>
<h2 id="webwriting-google"><strong>A Busca do Google</strong></h2>
<p>O Google dispõe de uma grande variedade de ferramentas para <strong>marketing de busca e otimização de sites</strong>; a mais básica delas é a própria busca.</p>
<h3 id="discussoes">Discussões</h3>
<p>Entre os recursos que a busca do Google fornece ao <strong>webwriter</strong>, é válido destacar seus <strong>filtros</strong> para <strong>conteúdo produzido pelos usuários</strong>.  O filtro “<strong>Discussões</strong>” (segmentado em duas subcategorias: Fóruns e “Perguntas e Respostas”), pode revelar ao <strong>webwriter</strong> as <strong>conversas mais recorrentes</strong> e <strong>dúvidas comuns</strong> do público-alvo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3765 aligncenter" title="Webwriting: Discussões do Google" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2011/02/webwriting-forum.png" alt="Como um webwriter pode identificar temas e palavras-chave relevantes para o seu público-alvo a partir da pesquisa de Discussões no Google." width="537" height="170" /></p>
<p>Observar o conteúdo produzido pelo usuário é fundamental no <strong>webwriting</strong>, pois fornece uma base para que sejam produzidos textos e materiais com os quais o público-alvo se <strong>identifique</strong> e veja suas <strong>necessidades</strong> atendidas. Geralmente este tipo de pesquisa resulta na criação de comparativos, descritivos de produtos/serviços, guias para escolha de produtos/serviços ou até textos respondendo diretamente às dúvidas mais comuns do seu público.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.marcosvfa.com/blog/index.php/2010/09/webwriting-redacao-x-redacao-web-quais-as-diferencas/"><img class="aligncenter size-full wp-image-3767" title="Webwriting: Respondendo Perguntas com Posts" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2011/02/webwriting-post-pergunta.png" alt="Como um webwriter pode identificar temas e palavras-chave relevantes para o seu público-alvo e respondê-las com posts." width="559" height="67" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Uma forma amigável de <strong>visualizar </strong>os termos que o seu público-alvo utiliza comuns acerca de um determinado assunto é transformando a <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_ThAOCyND8O" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1gina%20de%20resultados">SERP</a> do Google em uma <strong>nuvem de keywords</strong> – com o <a rel="nofollow" target="_blank" title="Ferramenta que permite criar nuvens de tags a partir de textos ou links." href="http://www.wordle.net/" target="_blank">Wordle</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3766" title="Webwriting: Nuvem de Keywords / Tags" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2011/02/webwriting-nuvem-keywords.png" alt="Como um webwriter pode identificar palavras-chave relevantes para o seu público-alvo, e representá-las, a partir da pesquisa no Google ." width="578" height="347" /></p>
<h3 id="google-suggest"><strong>Google Suggest</strong></h3>
<p>As <strong>sugestões de busca</strong> que aparecem na interface do Google foram uma implementação bastante sutil que pode ajudar bastante o webwriter a identificar algumas palavras mais buscadas pelo seu público-alvo. O Google Suggest é útil na medida que mostra como <strong>palavras-chave gerais</strong> estão (contidas e) relacionadas à <strong>palavras-chave mais específicas</strong>, o que permite ao webwriter melhorar sua atuação na <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_snP2DDjDdN" href="http://www.slideshare.net/GustavoGuanabara/uaiseo-seo-para-long-tail-cassiano-travareli"><strong>cauda longa</strong></a><strong> </strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3784" title="Webwriting: Google Suggest" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Webwriting-Google-Suggest.png" alt="Como um webwriter pode identificar temas e palavras-chaves relevantes para o seu público-alvo a partir do Google Suggest." width="513" height="318" /></p>
<p><img class="size-full wp-image-3787 alignright" title="Webwriting: Ubersuggest" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Webwriting-Ubersuggest.png" alt="Como um webwriter pode identificar temas e palavras-chaves relevantes para o seu público-alvo a partir do Ubersuggest." width="253" height="93" /></p>
<p>Uma ferramenta muito útil para explorar ao máximo o potencial do Google Suggest é o <a rel="nofollow" target="_blank" title="Ferramenta que apresenta variações e derivações da busca por uma palavra-chave no Google Suggest em forma de glossário." href="http://suggest.thinkpragmatic.net/" target="_blank"><strong>Übersuggest</strong></a>, que <strong>expande uma determinada palavra-chave</strong> criando um <a title="Como um webwriter pode identificar temas e palavras-chaves relevantes para o seu público-alvo a partir do Ubersuggest." href="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Webwriting-SERP-do-Ubersuggest.png" target="_blank">glossário com suas derivações</a>.</p>
<h3 id="roda-magica">Roda Mágica / Wonder Wheel</h3>
<p>Um recurso quase desconhecido na busca do Google é a <strong><a rel="nofollow" target="_blank" title="Busca por &quot;web marketing&quot; utilizando o recurso &quot;Roda Mágica&quot;, do Google." href="http://www.google.com.br/search?q=web+marketing&amp;hl=pt-BR&amp;prmd=ivnsbl&amp;source=lnt&amp;tbs=ww:1&amp;sa=X&amp;ei=vt1qTeqPMs-p8Aa53InkCw&amp;ved=0CCYQpwUoAg" target="_blank">Roda Mágica</a></strong>, que representa <strong>graficamente</strong> palavras <strong>associadas ao termo buscado</strong>. Com a Roda Mágica o webwriter pode encontrar <strong>novas palavras-chave</strong> que, ao contrário do Google Suggest, não estão relacionados à palavra-chave original, mas ao <strong>comportamento do usuário</strong> quando busca por esta palavra-chave.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-3789 aligncenter" title="Webwriting: Roda Mágica do Google" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Webwriting-Roda-Magica-do-Google-300x263.png" alt="Como um webwriter pode identificar temas e palavras-chaves relevantes para o seu público-alvo a partir da Roda Mágica do Google." width="270" height="237" /></p>
<h2><strong>Como achar ainda mais palavras-chave?</strong></h2>
<p>Há várias outras formas de um <strong>webwriter</strong> identificar <strong>temas</strong> e <strong>palavras-chave</strong> <strong>relevantes para o seu público-alvo</strong> e <strong>para a otimização do seu texto</strong>. Nos próximos posts vamos aprender um pouco mais sobre como <strong>as <a title="Como o Google Adwords e o Insights for Search podem ajudar no webwriting através da identificação de palavras-chave relevantes para o público-alvo do webwriter." href="http://www.intermidias.com.br/2011/03/webwriting-google-adwords-insights/">ferramentas de pesquisa</a></strong> (<a title="&quot;Webwriting: pesquisa e extensão de palavras-chaves com o Google Adwords External Tool." href="http://www.intermidias.com.br/2011/03/webwriting-google-adwords-insights/#google-adwords">Google Adwords</a>, <a title="Webwriting: pesquisa e extensão de palavras-chaves com o Google Insights for Search." href="http://www.intermidias.com.br/2011/03/webwriting-google-adwords-insights/#google-insights">Google Insights</a> e Google Hot Trends) e <strong>web analytics</strong> (Google Analytics e Google Webmaster Tools) do Google permitem <strong>expandir nossas palavras-chave</strong> &#8211; além outras ferramentas interessantes de <strong>SEO</strong> (como a WEB SEO Analytics).</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>E-book: I PROPESQ PP</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Jan 2011 20:46:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É com grande honra que comunico o lançamento do e-book do I PRÓ-PESQ PP – Encontro Nacional de Pesquisadores em Publicidade e Propaganda da   Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, que aconteceu nos dias 26 e 27 de agosto de 2010 (veja como fazer o download).

O e-book, organizado pelos professores ﻿Eneus Trindade e Clotilde Perez,    conta com 964 páginas de artigos científicos sobre várias áreas da    publicidade, com uma abordagem bem contemporânea. Além do meu artigo, intitulado “Branded ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É com <strong>grande honra</strong> que comunico o lançamento do <strong>e-book</strong> <strong>do</strong> <strong>I PRÓ-PESQ PP</strong> – Encontro Nacional de Pesquisadores em Publicidade e Propaganda da   Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, que aconteceu nos dias 26 e 27 de agosto de 2010 (<a rel="nofollow" target="_blank" title="Clique e faça o download do e-book do I PRÓ-PESQ PP." href="#download">veja como fazer o download</a>).</p>
<p style="text-align: center;"><object id="__sse6666142" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="477" height="510" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/doc_player.swf?doc=ebook-propesq-pp-110122140910-phpapp01&amp;stripped_title=ebook-i-propesq-pp&amp;userName=iancsouza" /><param name="name" value="__sse6666142" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="__sse6666142" type="application/x-shockwave-flash" width="477" height="510" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/doc_player.swf?doc=ebook-propesq-pp-110122140910-phpapp01&amp;stripped_title=ebook-i-propesq-pp&amp;userName=iancsouza" name="__sse6666142" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: left;"><img class="alignright size-medium wp-image-3733" title="E-book: I PRÓ-PESQ PP" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2011/01/ebook-propesq-pp-212x300.png" alt="E-book do I PRÓ-PESQ PP com artigos científicos sobre: novas tecnologias e publicidade, ética e ideologia na propaganda e reflexões sobre o mercado." width="92" height="130" />O e-book, organizado pelos professores ﻿Eneus Trindade e Clotilde Perez,    conta com <strong>964 páginas de artigos científicos</strong> sobre <strong>várias áreas da    publicidade</strong>, com uma abordagem bem <strong>contemporânea</strong>. Além do meu artigo, intitulado “<a rel="nofollow" target="_blank" title="Apresentação de slides e artigo científico &quot;Branded Apps: uma introdução sobre publicidade em aplicativos móveis patrocinados&quot; disponível para download." href="../2010/08/branded-apps-slides-e-artigo-disponiveis-para-download/" target="_blank">Branded Apps: uma introdução sobre publicidade em aplicativos móveis patrocinados</a>” (<strong>página 557</strong>), posso destacar <strong>6</strong> outros textos essenciais para a melhor compreensão do nosso campo de estudo e atuação profissional:</p>
<ol>
<li><strong>Transmedia Storytelling: Publicidade, Narrativa e Consumo</strong>, de Marcela Costa da Cunha Cachel e Karla Regina Macena Patriota Bronsztein (<strong>Página 109</strong>)</li>
<li><strong>A Publicidade como Texto da Cultura e a Retórica do Entretenimento</strong>, de Regiane Miranda de Oliveira Nakagawa (<strong>Página 240</strong>)</li>
<li><strong>Direitos do Homem do Canal FX: Um Estudo sobre o Fenômeno do Marketing Viral e o Uso das Redes Sociais na Comunicação</strong>, de Fabíola Calazans e Márcia Flausino (<strong>Página 425</strong>)</li>
<li><strong>Publicidade em Mídias Sociais e Geração de Confiança no Comércio Eletrônico</strong>, de Lucas dos Santos Reis (<strong>Página 518</strong>)</li>
<li><strong>Guerilha e Novas Tecnologias: O Case da Nike “Escreva seu Futuro”</strong>, de Aryovaldo de Castro Azevedo Junior, Themis Raquel Lima e Fábio Vianna Caim (<strong>Página 795</strong>)</li>
<li><strong>Como as Maiores Empresas do Brasil Avaliam os Resultados de suas Ações de Comunicação: Instrumentos, Ferramentas, Objetividades e Subjetividades</strong>, de Mitsuru Yanaze e Otávio Freire (<strong>Página 936</strong>)</li>
</ol>
<h3 id="download"><strong>Faça o download</strong></h3>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" title="Clique e faça o download do e-book do I PRÓ-PESQ PP" rel="nofollow" href="http://www.paywithatweet.com/pay/?id=e937976bee63e559978e13b27ba7ac4d" target="_blank"><img class="size-full wp-image-3757  alignleft" title="Clique e faça o download do e-book do I PRÓ-PESQ PP" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2011/01/download-ebook-propesq.png" alt="Download do e-book do I PRÓ-PESQ PP com artigos científicos sobre: novas tecnologias e publicidade, ética e ideologia na propaganda e reflexões sobre o mercado." width="92" height="92" /></a></p>
<p>O<strong> e-book do I PRÓ-PESQ PP</strong> está disponível  para <strong>leitura</strong> e <strong>download</strong>, integralmente, no <a rel="nofollow" target="_blank" title="E-book do I PRÓ-PESQ PP – Encontro Nacional de Pesquisadores em Publicidade e Propaganda da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, disponível para download." href="http://www.slideshare.net/iancsouza/ebook-i-propesq-pp" target="_blank">SlideShare</a> no <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_bxeRO6xif8" href="http://www.scribd.com/doc/47376806">Scridb</a>. Se preferir, clique no <strong>botão à esquerda</strong> e faça <strong><a rel="nofollow" target="_blank" title="Clique e faça o download do e-book do I PRÓ-PESQ PP" href="http://www.paywithatweet.com/pay/?id=e937976bee63e559978e13b27ba7ac4d" target="_blank">download direto</a>.</strong></p>
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		<item>
		<title>Tendências do Mobile Marketing para 2011</title>
		<link>http://www.intermidias.com.br/2010/12/tendencias-mobile-marketing-2011/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Dec 2010 00:30:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu não sou audacioso (ou imprudente) o suficiente para afirmar que existam tendências para 2011 quando se trata de mobile marketing, mas tive que me esforçar um pouco e discutir sobre o assunto no Café Digital: Tendências do Marketing Digital para 2011. O evento acabou, mas a discussão continua. Por isso deixo registrada aqui a minha participação no evento e o incentivo para continuarmos a conversa.
As profecias sobre o “ano do mobile marketing”
“Mobile marketing explodes. A number of things happened in 2010 that set the stage for an explosion of ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não sou audacioso (ou <strong>imprudente</strong>) o suficiente para afirmar que existam <strong>tendências para 2011</strong> quando se trata de <strong>mobile marketing</strong>, mas tive que me esforçar um pouco e discutir sobre o assunto no <strong><a title="O Café Digital: Tendências do Marketing Digital para 2011 é um bate-papo sobre tendências como branding digital, mídia online e redes sociais no mercado baiano." href="http://www.intermidias.com.br/2010/12/cafe-digital-2011/" target="_blank">Café Digital: Tendências do Marketing Digital para 2011</a></strong>. O evento acabou, mas a discussão continua. Por isso deixo registrada aqui a minha participação no evento e o incentivo para continuarmos a conversa.</p>
<h3><strong>As profecias sobre o “ano do mobile marketing”</strong></h3>
<blockquote><p><strong><em>“Mobile marketing explodes.</em></strong><em> </em>A number of things happened in 2010 that set the stage for an explosion of mobile marketing in 2011.  Apple’s iPhone, Google’s introduction of Android, and Apple’s launch of the iPad mean that smartphone adoption has escalated.  Mobile marketing can now move beyond mobile messaging; mobile email, mobile websites and mobile applications will become viable channels for marketers.  The explosion will happen when the new devices, faster networks and new location-based technologies converge.”</p>
<p style="text-align: right;"><a rel="nofollow" target="_blank" title="Mais uma artigo profetizando o ano no qual o Mobile Marketing irá explodir, o velho &quot;ano do mobile marketing&quot;." href="http://fifthgearanalytics.com/2010/11/10-marketing-trends-for-2011/" target="_blank"><strong>Kenyon Blunt, CEO da SIGMA Marketing Group.</strong></a></p>
</blockquote>
<p>Há anos que estamos prestes a entrar no profetizado “<em>o ano do mobile marketing</em>”, mas nunca vivemos esta suposta data mágica na qual as pessoas acordarão um dia e pensarão: “<em>eu preciso entrar para a era mobile</em>”.</p>
<p>Acredito, como Guilhermo Orosco Goméz coloca, que <em>“mudanças tecnológicas, ademais, supõem transformações substantivas nas práticas sociais que geram”</em> e que quando pensamos em tecnologia temos que ter em mente que ela<em> “remete, hoje, não a alguns aparelhos, mas, sim a novos modelos de percepção e de linguagem, a novas sensibilidades e escritas”</em>, como prega Jesus Martín-Barbero. Desta forma, se faz necessário pensar <strong>não apenas os aspectos técnicos e instrumentais das novas mídias</strong>, mas as <strong>novas relações e valores socioculturais intrínsecos a elas</strong> e na velocidade de transformação destas relações e valores – que não chega <strong>nem perto</strong> da velocidade com a qual a tecnologia evolui.</p>
<p>Portanto, o conceito de <strong>mobile</strong>, hoje, não se refere às tecnologias móveis em si, mas ao <strong>estado que o usuário</strong> se encontra ao utilizar estas tecnologias.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h3><strong>Quais são as tendências para mobile marketing?</strong></h3>
<p>Estamos vivendo um período de <strong>transição</strong>. As tendências que vimos se desenvolver este ano, <strong>foram todas previstas há bastante tempo atrás</strong> – mais especificamente em 2007, quando o iPhone foi lançado, iniciando o processo de popularização dos smartphones fora do mercado corporativo. O lançamento do iPad, e a movimentação no mercado de <em>tablets</em>, foi mais um passo neste engajamento com a cultura móvel.</p>
<p>No início deste ano, <a rel="nofollow" target="_blank" title="Influential Marketing Blog, site de Rohit Bhargava." href="http://rohitbhargava.typepad.com/" target="_blank">Rohit Bargava</a>, Vice-Presidente Sênior de Estratégia e Marketing da Ogilvy 360º Digital Influente, destacou <a title="Segundo Rohit Bhargava, muito do previsto sobre o ambiente mobile por especialistas no campo cultural e sociológico está se tornando realidade no marketing. " href="http://www.intermidias.com.br/2010/02/5-termos-que-definem-o-futuro-do-mobile-marketing-segundo-rohit-bhargava/" target="_blank"><strong>5 conceitos</strong></a> relacionados ao Mobile Marketing que estão se consolidando (inclusive no Brasil):</p>
<ul>
<li><strong>Short Code: </strong>velho conhecido por nós, brasileiros, como o substituto da carta em ações promocionais que envolviam envio postal.<strong> </strong></li>
<li><strong>Serviços Baseados em Localização (Location Based      Services): </strong>tendência fácil enxergar quando percebemos o crescimento das redes sociais como o      Foursquare, Gowalla e o recém-lançado Google Hotpot.</li>
<li><strong>Aplicativos móveis: </strong>no Brasil, há branded      apps (aplicativos móveis patrocinados), muito promissores, como o do <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_HQyMxzcYto" href="http://www.youtube.com/watch?v=UIGAkVMre_o">Bradesco</a>.</li>
<li><strong> Realidade Aumentada: </strong>quando era novidade vimos muitas ações no Brasil, mas agora a tecnologia foi integrada como      complementos de outras, a exemplos dos aplicativos móveis.</li>
<li><strong>MobilePayments (ou m-commerce):</strong> o pagamento através de      dispositivos móveis é uma tendência cada vez maior no mundo; no Brasil, algumas operadoras investiram em serviços como o Oi      Paggo, mas eles <strong>ainda</strong> não fazem sucesso.<strong> </strong></li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<h3><strong>E qual é &#8220;a tendência&#8221; para 2011?</strong></h3>
<blockquote><p>Contudo, de acordo com Flavio Horta, publicitário e diretor da Digitalks, a queda de preços dos aparelhos e a popularização dos smartphones e dos planos de internet permitiram que <strong>a classe C passasse a ter acesso a estes aparelhos  móveis com acesso à internet</strong>. “Com isso, o mercado de publicidade ganha novos adeptos e maior penetração para as empresas trabalharem o mobile marketing no Brasil”, complementa.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Entrevista da HSM com Flavio Horta, publicitário e diretor da Digitalks.</strong></p>
</blockquote>
<p>Alguns acreditam em<strong> duas principais tendências</strong> para o mobile marketing em 2011: <strong>o      acesso à redes sociais via internet móvel</strong> e <strong>ações      baseadas em localização</strong>. Sinceramente, eu não acredito nisso.</p>
<p>Os smartphones estão mais baratos, o que contribui para a sua popularização, mas também estamos falando de <strong>serviços</strong>, que ainda são <strong>muito caros</strong>. O Brasil é o <strong>quinto principal mercado de telefonia no mundo</strong>, mas, segundo uma pesquisa da consultoria européia Bernstein Research, também é um dos <strong>três países com as maiores tarifas</strong>.</p>
<p>Iniciativas como a da TIM, de liberar gratuitamente  o acesso a redes sociais via telefone celular, <strong>catalisam</strong> esta “cultura móvel&#8221;.  Ainda assim, <strong>não concordo</strong> com a hipótese (remota) que é considerada tendência para o Brasil em 2011:  <strong>o acesso a internet móvel pela classe C</strong>.</p>
<p>Porque eu não concordo? A resposta é estatística:</p>
<ul>
<li>(apenas) <strong>17,81%</strong> da base de celulares é pós-pago (dado do Teleco);</li>
<li>dos quais <strong>14%</strong> usam internet móvel (dado da Pesquisa Internet POP);</li>
<li>dos quais <strong>21%</strong> acessam redes sociais via celular (dado da Pesquisa Internet POP).</li>
</ul>
<p>Resumindo: uma ação utilizando <strong>redes sociais na internet móvel </strong>conta com apenas <strong>0,52%</strong> da base de celulares do Brasil.</p>
<h6><em>(Lembrando ainda que a pesquisa DataPopular, aponta que 17,5% dos celulares no Brasil pertencem a classes A/B, número que coincide com os 17,81% de celulares pós-pagos e incida que provavelmente seu público pertencerá as classes A/B.)</em></h6>
<p><strong> </strong></p>
<h3><strong>Se eu fosse audacioso (e imprudente) o suficiente para apostar em tendências para 2011<em> </em></strong></h3>
<p><img class="alignleft" title="Tendências do Mobile Marketing para 2011" src="http://www.gomonews.com/wp-content/uploads/2010/05/mobile-money-cash-phone.png" alt="Uma discussão sobre possíveis tendências no mobile marketing em 2011: redes sociais mobile, m-commerce, mobile payment, branded apps, sms marketing." width="105" height="162" />Minhas <strong>apostas</strong> para 2011 seriam: <strong>M-Commerce</strong> e <strong>Mobile Payment</strong> – comércio móvel e pagamentos móveis.</p>
<p>Lojas de aplicativos (como a <strong>App Store</strong>, da Apple, o <strong>MarketPlace</strong>, do Android, e a <strong>Ovi Store</strong>, da Nokia) estão<strong> apresentando </strong>aos consumidores a ideia de m-commerce para <strong>produtos (aplicativos) e serviços relacionados ao aparelho celular</strong>. E eles já estão se acostumando (muito bem) com essa ideia: a App Store gera, aproximadamente, US<strong>$500 milhões</strong> em receita mensal.</p>
<p>No <a rel="nofollow" target="_blank" title="Artigo do ReadWriteWeb sobre m-commerce." href="http://www.readwriteweb.com/biz/2010/12/tis-the-season-for-mobile-commerce.php" target="_blank">exterior</a>, o m-commerce e o mobile payment já são uma <strong>realidade</strong>: segundo o <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://techcrunch.com/2010/12/17/paypal-holiday-mobile-payments-up-300-percent/" target="_blank">TechCrunch</a>, os pagamentos móveis feitos entre 15 de Novembro e 15 de Dezembro deste ano <strong>aumentaram 300%</strong> em relação ao ano passado – movimentando <strong>US$13 milhões</strong>, segundo o site <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://emoney.allthingsd.com/20101217/mobile-payments-jump-300-percent-during-holidays-paypal-says/" target="_blank">All Thing Digital</a>.</p>
<p>No Brasil, os serviços de Mobile Payment tem <strong>potencial</strong>, mas não possuem a devida <strong>atenção</strong> e <strong>promoção</strong>. Há 3 meses atrás, a Claro anunciou um novo serviço que permite <strong>comprar ingressos</strong> para salas de cinema da rede Cinemark usando o cartão de crédito e receber o ticket diretamente no aparelho celular. A operadora explorou um dos caminhos que considero <strong>mais promissores</strong> para o <strong>comércio via celular</strong>: sua utilização para<strong> serviços populares</strong>, simplificando o <strong>cotidiano</strong> dos seus usuários e proporcionando uma <strong>experiência diferenciada para uma prática comum.</strong></p>
<p><em> </em></p>
<h3><strong>E o mobile marketing na Bahia?</strong></h3>
<p>Ao mesmo tempo que temos <a rel="nofollow" target="_blank" title="O Grupo de Pesquisa em Cibercidades reune pesquisadores interessados na discussão sobre comunicação, cibercultura e espaço urbano." href="http://gpc.andrelemos.info/blog" target="_blank">grupos de pesquisa de ponta sobre mobilidade e tecnologias móveis</a>, no mercado as novidades <strong>não são animadoras</strong>.</p>
<p>Desde 2008 que, esporadicamente, vemos ações publicitárias na Bahia utilizando <strong>Bluetooth</strong> e <strong>SMS</strong> – excetuando QRCode que nem cito por razões que <a title="O QR Code é uma tecnologia fenomenal, mas ainda não gera resultados para a publicidade. Para isso, preciso haver uma maior naturalização do QR Code no Brasil." href="http://www.intermidias.com.br/2010/10/qr-code-publicidade-brasil/" target="_blank">já expliquei antes</a>. Mas simplesmente <strong>não vemos a repercussão</strong> destas ações.</p>
<p>Este ano, no <strong>período eleitoral</strong>, que geralmente ousa-se muito, <a rel="nofollow" target="_blank" title="Campanhas políticas que utilizaram Mobile Marketing na Bahia." href="http://2call.com.br/blog/2010/10/o-poder-do-mobile-marketing-nas-eleicoes-de-2010/" target="_blank">poucas campanhas</a> tiveram ações mobile. As tecnologias exploradas foram <strong>as mesmas</strong>: envio de mensagens (de texto e voz) e santinhos digitais via Bluetooth.</p>
<p>Algo que sempre tenho em mente é que, antes das ferramentas, precisamos pensar em <strong>formatos</strong>. Mobile Marketing usando mensagens de texto ou de voz é, essencialmente, <strong>marketing direto</strong> e uma boa estratégia de marketing direto é <strong>apoiada</strong> por um bom sistema de <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_ZtlhHcE9Jy" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Database%20%28marketing%29">Database</a>, que segmenta as informações do público <strong>orientando e otimizando os disparos </strong>– buscando atender ao  máximo às <strong>expectativas</strong> do público-alvo.</p>
<p>Na Bahia, um candidato <strong>investiu bastante </strong>no envio de mensagens de texto em sua campanha; um dos disparos felicitava os destinatários pelo <strong>Dia da Mulher</strong>, porém nem todos eles eram mulheres. Uma palavra: <strong>#fail</strong>.</p>
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		<item>
		<title>Internet ≠ mobile + web</title>
		<link>http://www.intermidias.com.br/2010/12/internet-mobile-web/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 17:27:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O cenário da comunicação móvel no Brasil e no Mundo
Existem 5 bilhões de aparelhos em operação no mundo; no Brasil há 194 milhões de celulares. Se a base instalada de celulares no Brasil fosse um país, seria o 6º mais populoso do mundo – maior que o Paquistão.
Sinto muito desapontá-los, mas este não é o cenário do mobile no Brasil ou no Mundo. São apenas dados – todos retirados do Teleco. Sozinhos eles não dizem absolutamente nada. Se a nossa percepção da realidade fosse orientada apenas por dados, nós estaríamos ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>O cenário da comunicação móvel no Brasil e no Mundo</strong></h3>
<p>Existem <strong>5 bilhões</strong> de aparelhos em operação no mundo; no Brasil há <strong>194 milhões de celulares</strong>. Se a base instalada de celulares no Brasil fosse um país, seria o <strong>6º mais populoso do mundo</strong> – maior que o Paquistão.</p>
<p>Sinto muito desapontá-los, mas este <strong>não é o cenário do mobile no Brasil ou no Mundo</strong>. São apenas <strong>dados</strong> – todos retirados do <a rel="nofollow" target="_blank" title="Estatísticas de celulares e serviços de telefonia móvel no Brasil e no mundo." href="http://www.teleco.com.br" target="_blank">Teleco</a>. Sozinhos eles não dizem absolutamente nada. Se a nossa percepção da realidade fosse orientada apenas por dados, nós estaríamos no tão <strong>profetizado</strong> “<a title="Segundo Rohit Bhargava, muito do previsto sobre o ambiente mobile por especialistas no campo cultural e sociológico está se tornando realidade no marketing." href="http://www.intermidias.com.br/2010/02/5-termos-que-definem-o-futuro-do-mobile-marketing-segundo-rohit-bhargava/" target="_blank">ano do mobile marketing</a>” – o Santo Graal dos profissionais e pesquisadores de mobile marketing ano após ano.</p>
<p>O que quero dizer é: devemos tomar cuidado com nossas <strong>interpretações</strong>.</p>
<h3><strong>Internet = mobile + web ?</strong></h3>
<p>Em um texto muito interessante, <a rel="nofollow" target="_blank" title="Texto de Terence Reis, sócio-diretor de operações da Pontomobi Interactive, sobre o avanço da mobile web." href="http://leonardoxavier.typepad.com/mobilizado/2010/11/internet-mobile-web.html" target="_blank">publicado no MobilizadoBLOG</a>, o Terence Reis, sócio-diretor de operações da Pontomobi Interactive, fala da mudança do <strong>eixo de decisão do consumidor</strong> em relação ao <strong>mercado da telefonia celular</strong> – que saiu das características da operadora e do hardware e foi para aspectos relacionados aos <strong>aplicativos e serviços </strong>suportados por estes aparelhos.</p>
<p>Esta alteração é uma verdadeira <strong>ruptura</strong>, pois, uma vez que todas as operadoras oferecem o mesmo serviço de<strong> internet móvel (3G)</strong>, o grande diferencial aí se torna o que o usuário pode fazer com ela – abrindo assim espaço para <strong>provedores de conteúdo e serviços</strong>. Ao longo do texto, Terence mostra o quão grande é esta mudança, argumentando que este eixo de decisão é o mesmo que praticamos na Internet (fixa, por assim dizer), e levanta muitas das conseqüências que ela gera no ambiente móvel de comunicação.</p>
<p>Em geral, é um <strong>bom raciocínio</strong> – e eu concordo com boa parte dele – só sou obrigado a discordar de uma coisa: essa paridade no eixo de decisão <strong>não</strong> significa que internet = mobile + web.</p>
<h3><strong>Internet ≠ mobile + web</strong></h3>
<p>O avanço, cada vez mais significativo, da cultura móvel é um (enorme) passo para o propósito inicial da web: <strong>possibilitar a troca de informações</strong> – o que o ambiente móvel de comunicação faz por este propósito é ajudá-lo a <strong>extrapolar um conjunto de condições ideais</strong> para que esta troca aconteça.</p>
<p>O grande diferencial do mobile não é modificar a internet em si, mas a <strong>maneira que a acessamos</strong> – o que termina por atribuir novas funcionalidades e até aprimorar as antigas, mas não eliminá-las. Como John Pettengill, designer de interação da Razorfish, já <a rel="nofollow" target="_blank" title="A mobile internet é a mesma internet que nós conhecemos? Não, não é." href="http://www.intermidias.com.br/2009/05/mobile-internet-design-e-marketing/" target="_blank">apontou</a> há muito tempo em uma <a id="aptureLink_4vjC02m6dk" href="http://www.slideshare.net/johnep/an-internet-watered-down-or-how-to-save-the-mobile-web">apresentação fenomenal</a>: o fato é que as características intrínsecas aos dispositivos móveis imprimem na internet utilizações distintas àquelas que existem nos computadores. Desta forma, o avanço e amadurecimento do ambiente mobile não irão eliminar a “<em>distinção limitadora, entre internet e mobile</em>” como Terence coloca, pois este ambiente possui características particulares, que devem ser exploradas de formas distintas – percebem que digo “distinta”, pois há sim uma distinção entre as formas móvel e “fixa” de acessar à Internet, porém não acredito que ela seja necessariamente limitadora.</p>
<p>É até possível, do ponto de vista <strong>puramente técnico</strong>, concordar com o Terence Reis. Muitos não sabem que Internet e internet não são a mesma coisa; segundo a <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_tR0rgUw0dd" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Internet#Nomenclatura">Wikipedia</a>, “<em>enquanto internet significa um conjunto de redes de computadores interligadas, a Internet se refere à internet global e pública</em>”. Assim, os dispositivos móveis de comunicação também formam esta grande e única rede global, resultado da união de todas as redes do mundo, a Internet – ou seja, Internet = mobile + web. O problema nesta concepção é que<strong> a Internet é usada (e definida) pelas utilizações que nós damos a ela</strong>, então não seria correto adotar este ponto de vista, simples e puramente técnico.</p>
<p>Se faz necessário perceber e reconhecer que, em determinadas assuntos, a academia está anos-luz a frente do mercado. A área da comunicação digital é uma delas.</p>
<blockquote><p>O conceito de mobile precisa se desprender do vínculo ao canal ou ao aparelho e abranger um estado do usuário. Estado esse que tende a ser o mais freqüente.</p></blockquote>
<p>Esta frase de Terence Reis é marcante, é <strong>forte</strong>; seu único problema é que a existência desse vínculo ao qual ele se refere <strong>já foi desmistificada há muito tempo</strong>: é fato que a mobilidade com a qual lidamos hoje não é apenas como a mobilidade <strong>informacional</strong>, mas, principalmente, a <strong>física</strong> – e é nesta segunda que devemos nos concentrar. Todos nós sabemos que “<em>os meios (e tecnologias) não implicam apenas em aspectos técnicos e instrumentais, há relações e valores socioculturais intrínsecos a eles</em>” – como já comentei aqui em um <a title="Reflexões sobre as relações técnicas que o homem estabelece hoje, principalmente com as novas tecnologias (os meios digitais e eletrônicos)" href="http://www.intermidias.com.br/2008/12/contemporaneidade-as-novas-tecnologias-enquanto-constituintes-culturais/" target="_blank">ensaio que trata da relação entre técnica e cultura contemporâneas</a>. <strong>Guilhermo Orosco Goméz</strong>, e uma série de outros estudiosos da comunicação, já pregavam o mesmo raciocínio há muito tempo (em relação às tecnica, em geral); Goméz disse: “<em>mudanças tecnológicas, ademais, supõem transformações substantivas nas práticas sociais que geram</em>”.</p>
<p>Por fim, minha conclusão é:</p>
<h2><strong>Internet ≠ mobile + web</strong></h2>
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		<title>Homepage ou Landing Pages: o que é mais importante?</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Oct 2010 13:45:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O processo de criação de um site sempre exigiu uma atenção especial com a homepage, a sua “página inicial” – afinal, esta é a página que “vende” o site para o cliente (leigo). Porém, quando é constatada a utilização em massa dos mecanismos de busca e o fenômeno do compartilhamento de conteúdo através de mídias sociais, não há mais sentido em se preocupar tanto com a homepage e suas questões estéticas (grande preocupação da maioria dos Diretores de Arte / Webdesigners); ou melhor, não há sentido em pensar em uma ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O processo de criação de um site sempre exigiu uma atenção especial com a <strong>homepage</strong>, a sua “página inicial” – afinal, esta é a página que “vende” o site para o cliente (leigo). Porém, quando é constatada a <strong>utilização em massa dos mecanismos de busca e o fenômeno do compartilhamento de conteúdo através de mídias sociais</strong>, não há mais sentido em se preocupar tanto com a homepage e suas questões estéticas (grande preocupação da maioria dos Diretores de Arte / Webdesigners); ou melhor, não há sentido em pensar em uma única homepage, mas sim em <strong><em>landing pages</em></strong>, as verdadeiras <strong>páginas iniciais de um site</strong>.</p>
<h3><strong>A Homepage é importante</strong></h3>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-3462" title="Homepage ou Landing Pages?" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2010/10/homepage.png" alt="A homepage é definida como página de entrada de um site, mas, graças aos mecanismos de busca e as mídias sociais, são as landing pages que conduzem o tráfego." width="55" height="55" />A homepage é definida como a <strong>página principal, página inicial ou página de entrada de um site</strong>, que geralmente compreende uma <strong>apresentação do site e de todo seu conteúdo</strong>. Porém, é preciso questionar se é através destas páginas que o usuário realmente <strong>inicia a sua navegação</strong>. Como o <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_0BrtjuZuuO" href="http://twitter.com/MICHELFONSECA">Michel Fonseca</a> sintetizou em um <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_KZD2VL9Sw8" href="http://twitter.com/MichelFonseca/statuses/27341560501">tweet</a>, a <em>“homepage é sala de estar; você só chega lá depois de ver a fachada e atravessar a porta.”</em></p>
<p>Recentemente, uma <a rel="nofollow" target="_blank" title="Pesquisa realizada pela CNN revela a presença das mídias sociais nos hábitos de compartilhamento de notícias." rel="nofollow" href="HTTP://WWW.MIDIASSOCIAIS.NET/2010/10/43-DAS-NOTICIAS-ON-LINE-SAO-COMPARTILHADAS-NAS-MIDIAS-SOCIAIS/" target="_blank">pesquisa (internacional) realizada pela CNN</a> com 2.300 consumidores revelou que 43% das notícias são divulgadas/compartilhadas em mídias sociais, 30% por e-mail, 15% via SMS e 12% através de <em>instant messengers</em>. Neste caso (e em muitos outros), <strong>a homepage não é, na perspectiva do usuário, a “página inicial” do site</strong> – tampouco é a sua <strong>página de entrada.</strong> Assim, cada notícia se torna uma <em>landing page</em>: é por ela que o usuário inicia a sua navegação – e também pode terminá-la.</p>
<p>É preciso perceber que o valor da homepage enquanto “índice” ou “capa” de um site não está sendo questionado – pois ele é, de fato, irrevogável. Para que uma homepage seja eficiente, devem-se concentrar esforços no <strong>planejamento da arquitetura de informação e estudos de usabilidade</strong>, a fim de que a navegação do usuário seja fluida o suficiente para que ele encontre o que buscava facilmente. A crítica aqui está na <strong>supervalorização da homepage em detrimento das landing pages</strong>, páginas que se tornam ainda mais importantes na medida em que é nelas onde se encontra o <strong>conteúdo</strong> &#8211; o que o usuário, de fato, busca.</p>
<h3><strong>As <em>landing pages</em> são ainda mais importantes</strong></h3>
<p>Na perspectiva do usuário, as <strong>páginas de entrada</strong> no seu site são as <em>landing pages</em>. A l<em>anding page</em>, segundo Martha Gabriel, <em>“é a página que aparece para uma pessoa quando ela clica em um anuncio ou link de um resultado de busca (orgânica ou links patrocinados)”</em> – definição retirada do livro “SEM e SEO: Dominando o Marketing de Busca”. É válido observar que não estamos falando de páginas feitas para campanhas de links patrocinados ou e-mail marketing, mas das <em>deep pages</em>, as páginas intermediárias e profundas do site que funcionam como <em>landing pages</em> dos resultados de buscas.</p>
<h1><img class="aligncenter size-full wp-image-3456" title="Homepage ou Landing Pages?" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Landing-Pages.png" alt="A homepage é definida como página de entrada de um site, mas, graças aos mecanismos de busca e as mídias sociais, são as landing pages que conduzem o tráfego." width="567" height="385" /></h1>
<p>Para ilustrar a questão, seguem alguns dados deste blog: <strong>a página inicial foi acessada por apenas 16,92%</strong> dos visitantes do blog no ultimo mês – ressaltando que quase ¼ deles acessaram a homepage a partir de outra página do blog, então <strong>não começaram a sua navegação através dela</strong>; neste período, 46,26% do tráfego foi proveniente de mecanismos de busca, 28,99% via mídias sociais (e referências em outros blogs/sites) e outros 5,61% de outras fontes variadas (como e-mail, por exemplo) – totalizando assim <strong>80,86% de tráfego direcionado para interesses bastante específicos</strong>, típico efeito da cauda longa. Apenas os posts <a title="Whitepaper da Alterian que delineia os cinco primeiros passos do monitoramento de mídias sociais, tão importante quanto o web analytics tradicional." href="http://www.intermidias.com.br/2010/05/monitoramento-de-midias-sociais-5-passos-para-comecar/" target="_blank">Monitoramento de Mídias Sociais: 5 passos para começar</a>, <a title="Lista de ferramentas para visualizar dados de mídias sociais. Útil para analistas de mídias sociais no levantamento, análise e apresentação de dados." href="http://www.intermidias.com.br/2010/04/31-ferramentas-para-visualizar-dados-de-midias-sociais/" target="_blank">31 ferramentas para visualizar dados de Mídias Sociais</a>, <a title="É essencial para o planner de marketing digital entender que a definição de estratégias pressupõe a definição de métricas para verificar a sua eficácia." href="http://www.intermidias.com.br/2010/09/planners-ou-charlatoes-estrategias-objetivos-e-metricas/" target="_blank">Planners ou charlatões? Estratégias, objetivos e métricas</a> e <a title="Lista com 53 ferramentas e mecanismos de busca usadas por analistas de mídias sociais para monitoramento de marcas no Twitter." href="http://www.intermidias.com.br/2010/04/53-ferramentas-para-fazer-buscas-no-twitter/" target="_blank">53 ferramentas para fazer buscas no Twitter</a> tiveram, somados, <strong>mais visualizações que a página inicial do blog</strong> (com um <strong>tempo de permanência do visitante muito maior</strong>, é válido observar). Então, na perspectiva do usuário, qual(is) é(são) a(s) página(s) inicial(is) do <a title="O Intermídias, blog de Ian Castro, é um espaço para pensar sobre comunicação digital, mídias sociais, mobile marketing e publicidade em novas mídias em geral." href="http://www.intermidias.com.br" target="_blank">blog Intermídias</a>?</p>
<p><img class="alignright" title="Landing Pages devem ser otimizadas para mecanismos de buscas (SEO) e mídias sociais (SMO)." src="http://realkreativ.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Lading-Page.png" alt="A homepage é definida como página de entrada de um site, mas, graças aos mecanismos de busca e as mídias sociais, são as landing pages que conduzem o tráfego." width="175" height="145" />É exatamente por isso que se faz necessário tornar a <strong>experiência do usuário</strong> nas <em>landing pages</em>, no mínimo, <strong>satisfatória</strong>, pois é ela que vai definir se a <strong>navegação continuará ou não </strong>– e para isso deve-se lançar mão de uma gama de recursos, desde a <strong>criação de layout diferenciados para estas páginas internas</strong> até a <strong>otimização delas para mecanismos de buscas (SEO) e mídias sociais (SMO)</strong>.</p>
<h3><strong>E aí? Landing Pages ou Homepages?</strong></h3>
<p>Minhas <strong><a title="Ian Castro é planner / redator de mídias digitais da agência Ideia 3. Conheça sua prática profissional com marketing digital e publicidade em mídias sociais." href="http://www.intermidias.com.br/curriculo-marketing-digital/" target="_blank">experiências com criação e otimização de sites</a> </strong>e as mudanças que ocorreram nos últimos tempos (como a implementação Caffeine, novo sistema de indexação do Google, e a consideração de critérios “sociais” no ranking de uma página) me fizeram pensar que há muito mais para se preocupar do que apenas com a homepage. Estas experiências me permitem concluir que é sim possível (e plausível) considerar hoje que <strong>determinadas landing pages de um site podem ser muito mais importantes que a sua homepage</strong>.</p>
<p><strong>E as suas experiências? Fazem você concordar comigo ou não?</strong></p>
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		<title>QR Code na publicidade brasileira: funciona?</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Oct 2010 13:30:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A determinação de uma estratégia é uma das partes mais instigantes de um planejamento de marketing digital, porém também é uma das que mais exige do planner. Ela exige que ele sejam avaliadas uma infinidade de informações quantitativas e qualitativas, dentre as quais destaco as características do público-alvo como uma das mais importantes. Algumas ferramentas e tecnologias que estão “na moda” no resto do mundo simplesmente não são adequadas ao público brasileiro, em geral, e, na minha opinião, uma delas é o QR Code (sigla para Quick Response Code, em ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A determinação de uma <strong>estratégia </strong>é uma das partes mais instigantes de um <strong>planejamento de </strong><strong>marketing digital</strong>, porém também é uma das que <a title="É essencial para o planner de marketing digital entender que a definição de estratégias pressupõe a definição de métricas para verificar a sua eficácia." href="http://www.intermidias.com.br/2010/09/planners-ou-charlatoes-estrategias-objetivos-e-metricas/" target="_blank">mais exige do <em>planner</em></a>. Ela exige que ele sejam avaliadas uma infinidade de informações quantitativas e <img class="alignleft" src="http://globulo.files.wordpress.com/2009/01/qrcode-copy.jpg?w=480&amp;h=431" alt="QR Code utilizada por publicidade: mobile marketing. " width="141" height="127" />qualitativas, dentre as quais destaco as <strong>características do público-alvo</strong> como uma das mais importantes. Algumas ferramentas e tecnologias que estão “na moda” no resto do mundo simplesmente não são adequadas ao público brasileiro, em geral, e, na <a title="Ian Castro é planner / redator de mídias digitais da agência Ideia 3. Conheça sua prática profissional com marketing digital e publicidade em mídias sociais." href="http://www.intermidias.com.br/curriculo-marketing-digital/" target="_blank">minha opinião</a>, uma delas é o <strong>QR Code</strong> (sigla para <em>Quick Response Code</em>, em português, Código de Resposta Rápida).</p>
<p>Muitas e muitas vezes, quando estava discutindo um job, chegamos a um impasse quanto a utilização do QR Code. Minha posição, na grande maioria das vezes, foi sempre a mesma: <strong>não usar</strong>.</p>
<h3>Mas&#8230; por que não usar o QR Code em campanhas publicitárias?</h3>
<p>Minha posição se deve a apenas um aspecto: a <strong>adequação ao público-alvo</strong>. O QR Code de fato é uma tecnologia <strong>fenomenal</strong> – e muitos projetos, sejam artísticos ou <a rel="nofollow" target="_blank" title="Cartão de visita com QR Code e Realidade aumentada." href="http://vimeo.com/5651466">publicitários</a>, já provaram isso – mas ainda é muito <strong>incipiente</strong> no Brasil, portanto <strong>não é popular o suficiente </strong>para que a adesão do público seja <strong>satisfatória</strong>. O que eu quero dizer com isso? Basta observar as peças publicitárias utilizando QR Code que já foram feitas: todas aquelas que não são direcionadas a um público extremamente ligado a tecnologia, trazem consigo um verdadeiro <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_7hkpMOs62U" href="http://www.youtube.com/watch?v=UBnpXTtVxjQ">manual de instruções</a><strong> </strong>para a sua ativação – além de uma <strong>estrutura de apoio</strong>, como um <em>hotsite</em> para download do aplicativo móvel para ler o código, que varia de acordo com o modelo do dispositivo móvel.</p>
<p>Para que uma ação envolvendo QR Code ultrapasse a barreira da “<strong>inovação</strong>” (atribuída quase automaticamente, devido ao uso de uma tecnologia relativamente nova) e se torne<strong> verdadeiramente eficaz</strong> deve haver um<strong> aumento significativo na</strong> <strong>“taxa de conversão”</strong> (deslocando um termo do<em> web analytics</em> que cabe bem aqui) do código para o que ele estiver estabelecendo um link – uma taxa que hoje <strong>não é alta ou sequer mediana</strong>.</p>
<p>Porém, isso não é algo que (somente) a publicidade possa fazer: é uma questão de <strong>acessibilidade</strong>, <strong>utilidade</strong> e, principalmente, <strong>cultura</strong> (adquirida). Vamos pensar um pouco: porque alguém teria em seu aparelho um aplicativo para decodificar QR Code, ou até mesmo o hábito de fazê-lo, se eles não tem <strong>nenhuma utilidade</strong> em seu cotidiano? Pois é, as vezes os publicitários <strong>esperam demais </strong>da <strong>curiosidade</strong> e da <strong>disposição</strong> do seu público-alvo.</p>
<h3>O QR Code precisa ser parte do cotidiano do público-alvo</h3>
<p><img class="alignright" src="http://www.mobilepedia.com.br/wp-content/uploads/2010/10/vinhos.jpg" alt="QR Code nos rótulos dos vinhos Campo Largo" width="122" height="212" />Enfim, eu creio que para que esta “taxa de conversão” seja, no mínimo, razoável o QR Code ainda precisa de uma utilidade real; um uso inegavelmente <strong>necessário</strong> (ou, pelo menos, <strong>prático</strong>) no cotidiano das pessoas, da massa – como no Japão, onde é largamente utilizado no gerenciamento de inventário de indústrias. No Brasil, iniciativas neste sentido já estão, aos poucos, surgindo: o Jornal A Tarde, jornal impresso de maior circulação na Bahia, já utiliza o QR Code em matérias para <strong>oferecer informações complementares</strong> (áudios, vídeos, fotografias, ou até outras matérias; recentemente, o fabricante de vinhos Campo Largo <a rel="nofollow" target="_blank" title="Fábrica Campo Largo utiliza QR Code em suas novas etiquetas para mostrar ao consumidor a origem das suas bebidas." href="http://www.mobilepedia.com.br/cases/qr-code-esta-nos-rotulos-dos-vinhos-campo-largo" target="_blank">lançou novos rótulos com QR Code </a>que <strong>conduz o consumidor a um vídeo</strong> que mostra o processo de produção de suas bebidas.</p>
<p>O mobile marketing já é uma realidade em muitos países, aqui no Brasil continua sendo apenas uma <strong>tendência</strong> (crescente) – o que não acontece por falta de mercado (afinal, temos mais de 159,6 milhões de dispositivos móveis no país), mas porque a <strong>exploração das (multi) funcionalidades </strong>destes dispositivos é muito<strong> mais natural.</strong> Gradativamente, surgem mais iniciativas neste sentido, como a parceira entre a Claro e o Cinemark para <strong>venda de ingressos de cinema pelo aparelho celular</strong> – uma ação que vai completamente de acordo com as tendências do mobile, como mostra uma <a rel="nofollow" target="_blank" title="Pesquisa do Instituto Alcatel-Lucent sobre hábitos relacionados ao ambiente móvel e oportunidade de mobile marketing." href="http://www.mobilepedia.com.br/noticias/pesquisa-revela-que-81-dos-jovens-estao-preparados-o-m-payment" target="_blank">pesquisa da Alcatel-Lucent</a> (feita em 10 países, inclusive no Brasil), que constatou que <strong>81% dos jovens</strong> têm interesse em utilizar serviços de <em>m-payment</em>. Porém, este cenário ainda é mais definido por tendência do que por práticas consolidadas de mercado – e, particularmente, penso que isso é o que faz dele tão <strong>instigante</strong>.</p>
<h3 style="text-align: center;"><strong>E agora me diga: QR Code funciona para você?</strong></h3>
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		<title>Planners ou charlatões? Estratégias, objetivos e métricas</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Sep 2010 15:33:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem nunca assistiu a “apresentações de estratégia que saiam do nada e chegavam a lugar algum”? Eu não apenas assisti a apresentações assim sobre estratégias de marketing digital, como presenciei, relutantemente, a construção de algumas delas.
Hoje, lendo o texto que o Diego Senise escreveu para o CHMKT, lembrei do que escrevi sobre o papel fundamental das definições de Objetivo e Estratégia,e a sua importância no must-know do profissional de marketing digital. O que acontece é que, quando se trabalha com planejamento, a dissertação sobre estes temas é diária e incessante.
Eu ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem nunca assistiu a “<em>apresentações de estratégia que saiam do nada e chegavam a lugar algum</em>”? Eu não apenas <strong>assisti</strong> a apresentações assim sobre <strong>estratégias de marketing digital</strong>, como presenciei, relutantemente, a <strong>construção</strong> de algumas delas.</p>
<p>Hoje, lendo o texto que o Diego Senise escreveu para o <strong>CHMKT</strong>, lembrei do que escrevi sobre o papel fundamental das definições de <strong>Objetivo</strong> e <strong>Estratégia</strong>,e a sua importância no <a title="Alguns fatos sobre o cotidiano de um profissional de marketing digital e mídias sociais no Brasil e algumas dicas de como agir bem no mercado." href="http://www.intermidias.com.br/2010/08/must-know-do-profissional-de-marketing-digital-no-brasil/" target="_blank"><em>must-know</em> do profissional de marketing digital</a>. O que acontece é que, quando se trabalha com <strong>planejamento</strong>, a dissertação sobre estes temas é <strong>diária</strong> <strong>e</strong> <strong>incessante</strong>.</p>
<p>Eu sou um <em>planner</em>, um <strong>analista de planejamento</strong>. <em>Planners</em> traçam <strong>estratégias</strong>. Nosso trabalho é <strong>analisar</strong> e <strong>organizar</strong> todos os dados que podemos obter sobre o produto / cliente (como análises de concorrência, pesquisas quantitativas e qualitativas, tendências de mercado e quaisquer outros) para definir (ou redefinir) um o caminho que deve ser percorrido para <strong>atingir um determinado objetivo</strong> – ou seja, especificar como uma série de <strong>recursos serão investidos</strong> para que <strong>resultados seja obtidos</strong>. Percebam que <strong>estratégias pressupõem objetivos</strong>, resultados. Como Diego ressaltou muito bem:</p>
<blockquote><p><em>“se estratégia é uma linha, ela sai de algum lugar e chega a outro.”</em></p></blockquote>
<p>Aparentemente esta pode ser uma colocação muito primária, mas se nós, como <a title="Conheça a prática profissional e acadêmica de Ian Castro com marketing digital e publicidade em mídias sociais." href="http://www.intermidias.com.br/curriculo-marketing-digital/" target="_blank"><strong>profissionais de marketing digital</strong></a> queremos respeito e diferenciação dos muitos charlatões que se aproveitam da incipiência deste mercado, é uma colocação extremamente pertinente: <strong>toda estratégia tem uma finalidade</strong>. E esta finalidade deve ser <strong>muito bem definida</strong> e <strong>passível de mensuração</strong>. Mais uma vez recorro as palavras de Senise:</p>
<blockquote><p>“<em>Não existe estratégia sem proposta de mensuração de resultados!</em>”</p></blockquote>
<p>Nós devemos apresentar aos clientes <strong>objetivos sólidos</strong> e <strong>metodologias de mensuração de resultados</strong> (tanto <strong>parciais</strong>, quanto <strong>finais</strong>). “Presença no ambiente digital”, ou “participação em redes sociais” não são objetivos válidos se não instaurarmos <strong>critérios</strong> para que eles sejam mensurados – e convenhamos que estes são <strong>objetivos fáceis e simpáticos de apresentar ao cliente</strong>, mas <strong>muito</strong> <strong>vagos</strong> e não refletem o trabalho de posicionamento do produto / marca em relação ao seu ambiente e público-alvo.</p>
<p>Profissionais <strong>medíocres</strong> não conseguem (ou sequer fazem questão de) definir claramente onde o trabalho deles vai levar a marca / produto do seu cliente e apresentar indicadores para mensurar (e <strong>acompanhar</strong>) este trabalho, pois é mais <strong>cômodo</strong> que o cliente simplesmente <strong>não saiba</strong> – e assim a vigarice continue, sem muitas preocupações.</p>
<p>No momento em que nós, planners de marketing digital, definimos estratégias, definimos também <strong>métricas</strong> para verificar a sua eficácia – e, concomitantemente, definimos <strong>ferramentas para apurá-las</strong> de forma satisfatória. Se não soubermos onde <strong>queremos chegar,</strong> nem se <strong>estamos (ou não) chegando</strong>, como saberemos se <strong>chegamos</strong>?</p>
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		<title>Branded Apps: slides e artigo disponíveis para download</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 13:55:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Branded Apps: uma introdução sobre publicidade em aplicativos móveis patrocinados”, esse é o título do artigo que apresentei no GT de Publicidade e Tendências do I PRÓ-PESQ PP – Encontro Nacional de Pesquisadores em Publicidade e Propaganda da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.
 
Como falei anteriormente, meu artigo&#8230;
&#8220;(&#8230;) traz uma rápida reflexão teórica sobre o uso dos aplicativos móveis em estratégias de mobile marketing e suas possibilidades para além da função de mídia. Ele é o início do meu Trabalho de Conclusão de Curso, para ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>“Branded Apps: uma introdução sobre publicidade em aplicativos móveis patrocinados”</strong>, esse é o título do artigo que apresentei no<strong> GT de Publicidade e Tendências</strong> do<strong> I PRÓ-PESQ PP</strong> – Encontro Nacional de Pesquisadores em Publicidade e Propaganda da <strong>Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.</strong></p>
<div style="width:595px" id="__ss_5084776"><iframe src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/5084776" width="595" height="497" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe> </div>
<p>Como falei <a title="Com satisfação, informo apresentarei um artigo (Branded Apps: uma introdução sobre publicidade em aplicativos móveis patrocinados) no I PRÓ-PESQ PP na ECA-USP." href="http://www.intermidias.com.br/2010/08/branded-apps-no-pro-pesq-pp/" target="_blank">anteriormente</a>, meu artigo&#8230;</p>
<blockquote><p>&#8220;(&#8230;) traz uma rápida reflexão <strong>teórica</strong> sobre o uso dos <strong>aplicativos móveis</strong> em <strong>estratégias de <em>mobile marketing</em></strong> e suas possibilidades para além da função de mídia. Ele é o <strong>início</strong> do meu <strong>Trabalho de Conclusão de Curso</strong>, para a Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia. Como sabemos, há <a rel="nofollow" target="_blank" title="Pequena palestra sobre conceitos, aplicações e tendências do Mobile Marketing, feita na Pós-Graduação Marketing e Publicidade Digital da Faculdade Dois de Julho" href="../2010/07/mobile-marketing-conceitos-aplicacoes-e-tendencias/" target="_blank">vários modelos de interação no <em>mobile marketing</em></a>, cada qual com seus mecanismos, mecânicas e, principalmente, objetivos. No trabalho, destaco os <strong>aplicativos móveis patrocinados (<em>branded apps</em>)</strong>, pois acredito que eles podem <strong>aumentar </strong><strong>experiências do público-alvo</strong> e, conseqüentemente, seu <strong>engajamento</strong> com a marca. <em>Branded </em><em>Apps</em> são bons exemplos de que é possível <strong>aprimorar o uso dos DHMCM pela publicidade</strong> e gerar produtos de comunicação que cumpram sua função publicitária e estratégica ao proporcionar ao usuário o<strong> ap</strong><strong>erfeiçoamento de práticas que ele já possui com esses dispositivos</strong> – e, simultaneamente, uma <em>brand experience</em>.&#8221;</p></blockquote>
<p>O <strong>artigo está disponível para leitura e download</strong>, integralmente, no <a rel="nofollow" target="_blank" title="Artigo &quot;Branded Apps: Uma introdução sobre Publicidade em Aplicativos Móveis patrocinados&quot;, disponível para leitura e download no SlideShare." href="http://www.slideshare.net/iancsouza/branded-apps-uma-introduo-sobre-publicidade-em-aplicativos-mveis-patrocinados-5084758" target="_blank">SlideShare</a> e no <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_G3DRw53Sev" href="http://www.scribd.com/doc/36594382">Scridb</a>. Além disso, ele irá compor o<strong> livro dos anais do I PRÓ-PESQ PP em suporte eletrônico</strong>, confeccionado até <strong>dezembro de 2010</strong> – e <strong>disponibilizado</strong> aqui no blog.</p>
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