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	<title>Intermídias &#187; Design</title>
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	<description>O Intermídias, blog de Ian Castro, é um espaço para pensar sobre comunicação digital, mídias sociais, mobile marketing e a publicidade nas novas mídias em geral.</description>
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		<title>Homepage ou Landing Pages: o que é mais importante?</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Oct 2010 13:45:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O processo de criação de um site sempre exigiu uma atenção especial com a homepage, a sua “página inicial” – afinal, esta é a página que “vende” o site para o cliente (leigo). Porém, quando é constatada a utilização em massa dos mecanismos de busca e o fenômeno do compartilhamento de conteúdo através de mídias sociais, não há mais sentido em se preocupar tanto com a homepage e suas questões estéticas (grande preocupação da maioria dos Diretores de Arte / Webdesigners); ou melhor, não há sentido em pensar em uma ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O processo de criação de um site sempre exigiu uma atenção especial com a <strong>homepage</strong>, a sua “página inicial” – afinal, esta é a página que “vende” o site para o cliente (leigo). Porém, quando é constatada a <strong>utilização em massa dos mecanismos de busca e o fenômeno do compartilhamento de conteúdo através de mídias sociais</strong>, não há mais sentido em se preocupar tanto com a homepage e suas questões estéticas (grande preocupação da maioria dos Diretores de Arte / Webdesigners); ou melhor, não há sentido em pensar em uma única homepage, mas sim em <strong><em>landing pages</em></strong>, as verdadeiras <strong>páginas iniciais de um site</strong>.</p>
<h3><strong>A Homepage é importante</strong></h3>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-3462" title="Homepage ou Landing Pages?" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2010/10/homepage.png" alt="A homepage é definida como página de entrada de um site, mas, graças aos mecanismos de busca e as mídias sociais, são as landing pages que conduzem o tráfego." width="55" height="55" />A homepage é definida como a <strong>página principal, página inicial ou página de entrada de um site</strong>, que geralmente compreende uma <strong>apresentação do site e de todo seu conteúdo</strong>. Porém, é preciso questionar se é através destas páginas que o usuário realmente <strong>inicia a sua navegação</strong>. Como o <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_0BrtjuZuuO" href="http://twitter.com/MICHELFONSECA">Michel Fonseca</a> sintetizou em um <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_KZD2VL9Sw8" href="http://twitter.com/MichelFonseca/statuses/27341560501">tweet</a>, a <em>“homepage é sala de estar; você só chega lá depois de ver a fachada e atravessar a porta.”</em></p>
<p>Recentemente, uma <a rel="nofollow" target="_blank" title="Pesquisa realizada pela CNN revela a presença das mídias sociais nos hábitos de compartilhamento de notícias." rel="nofollow" href="HTTP://WWW.MIDIASSOCIAIS.NET/2010/10/43-DAS-NOTICIAS-ON-LINE-SAO-COMPARTILHADAS-NAS-MIDIAS-SOCIAIS/" target="_blank">pesquisa (internacional) realizada pela CNN</a> com 2.300 consumidores revelou que 43% das notícias são divulgadas/compartilhadas em mídias sociais, 30% por e-mail, 15% via SMS e 12% através de <em>instant messengers</em>. Neste caso (e em muitos outros), <strong>a homepage não é, na perspectiva do usuário, a “página inicial” do site</strong> – tampouco é a sua <strong>página de entrada.</strong> Assim, cada notícia se torna uma <em>landing page</em>: é por ela que o usuário inicia a sua navegação – e também pode terminá-la.</p>
<p>É preciso perceber que o valor da homepage enquanto “índice” ou “capa” de um site não está sendo questionado – pois ele é, de fato, irrevogável. Para que uma homepage seja eficiente, devem-se concentrar esforços no <strong>planejamento da arquitetura de informação e estudos de usabilidade</strong>, a fim de que a navegação do usuário seja fluida o suficiente para que ele encontre o que buscava facilmente. A crítica aqui está na <strong>supervalorização da homepage em detrimento das landing pages</strong>, páginas que se tornam ainda mais importantes na medida em que é nelas onde se encontra o <strong>conteúdo</strong> &#8211; o que o usuário, de fato, busca.</p>
<h3><strong>As <em>landing pages</em> são ainda mais importantes</strong></h3>
<p>Na perspectiva do usuário, as <strong>páginas de entrada</strong> no seu site são as <em>landing pages</em>. A l<em>anding page</em>, segundo Martha Gabriel, <em>“é a página que aparece para uma pessoa quando ela clica em um anuncio ou link de um resultado de busca (orgânica ou links patrocinados)”</em> – definição retirada do livro “SEM e SEO: Dominando o Marketing de Busca”. É válido observar que não estamos falando de páginas feitas para campanhas de links patrocinados ou e-mail marketing, mas das <em>deep pages</em>, as páginas intermediárias e profundas do site que funcionam como <em>landing pages</em> dos resultados de buscas.</p>
<h1><img class="aligncenter size-full wp-image-3456" title="Homepage ou Landing Pages?" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Landing-Pages.png" alt="A homepage é definida como página de entrada de um site, mas, graças aos mecanismos de busca e as mídias sociais, são as landing pages que conduzem o tráfego." width="567" height="385" /></h1>
<p>Para ilustrar a questão, seguem alguns dados deste blog: <strong>a página inicial foi acessada por apenas 16,92%</strong> dos visitantes do blog no ultimo mês – ressaltando que quase ¼ deles acessaram a homepage a partir de outra página do blog, então <strong>não começaram a sua navegação através dela</strong>; neste período, 46,26% do tráfego foi proveniente de mecanismos de busca, 28,99% via mídias sociais (e referências em outros blogs/sites) e outros 5,61% de outras fontes variadas (como e-mail, por exemplo) – totalizando assim <strong>80,86% de tráfego direcionado para interesses bastante específicos</strong>, típico efeito da cauda longa. Apenas os posts <a title="Whitepaper da Alterian que delineia os cinco primeiros passos do monitoramento de mídias sociais, tão importante quanto o web analytics tradicional." href="http://www.intermidias.com.br/2010/05/monitoramento-de-midias-sociais-5-passos-para-comecar/" target="_blank">Monitoramento de Mídias Sociais: 5 passos para começar</a>, <a title="Lista de ferramentas para visualizar dados de mídias sociais. Útil para analistas de mídias sociais no levantamento, análise e apresentação de dados." href="http://www.intermidias.com.br/2010/04/31-ferramentas-para-visualizar-dados-de-midias-sociais/" target="_blank">31 ferramentas para visualizar dados de Mídias Sociais</a>, <a title="É essencial para o planner de marketing digital entender que a definição de estratégias pressupõe a definição de métricas para verificar a sua eficácia." href="http://www.intermidias.com.br/2010/09/planners-ou-charlatoes-estrategias-objetivos-e-metricas/" target="_blank">Planners ou charlatões? Estratégias, objetivos e métricas</a> e <a title="Lista com 53 ferramentas e mecanismos de busca usadas por analistas de mídias sociais para monitoramento de marcas no Twitter." href="http://www.intermidias.com.br/2010/04/53-ferramentas-para-fazer-buscas-no-twitter/" target="_blank">53 ferramentas para fazer buscas no Twitter</a> tiveram, somados, <strong>mais visualizações que a página inicial do blog</strong> (com um <strong>tempo de permanência do visitante muito maior</strong>, é válido observar). Então, na perspectiva do usuário, qual(is) é(são) a(s) página(s) inicial(is) do <a title="O Intermídias, blog de Ian Castro, é um espaço para pensar sobre comunicação digital, mídias sociais, mobile marketing e publicidade em novas mídias em geral." href="http://www.intermidias.com.br" target="_blank">blog Intermídias</a>?</p>
<p><img class="alignright" title="Landing Pages devem ser otimizadas para mecanismos de buscas (SEO) e mídias sociais (SMO)." src="http://realkreativ.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Lading-Page.png" alt="A homepage é definida como página de entrada de um site, mas, graças aos mecanismos de busca e as mídias sociais, são as landing pages que conduzem o tráfego." width="175" height="145" />É exatamente por isso que se faz necessário tornar a <strong>experiência do usuário</strong> nas <em>landing pages</em>, no mínimo, <strong>satisfatória</strong>, pois é ela que vai definir se a <strong>navegação continuará ou não </strong>– e para isso deve-se lançar mão de uma gama de recursos, desde a <strong>criação de layout diferenciados para estas páginas internas</strong> até a <strong>otimização delas para mecanismos de buscas (SEO) e mídias sociais (SMO)</strong>.</p>
<h3><strong>E aí? Landing Pages ou Homepages?</strong></h3>
<p>Minhas <strong><a title="Ian Castro é planner / redator de mídias digitais da agência Ideia 3. Conheça sua prática profissional com marketing digital e publicidade em mídias sociais." href="http://www.intermidias.com.br/curriculo-marketing-digital/" target="_blank">experiências com criação e otimização de sites</a> </strong>e as mudanças que ocorreram nos últimos tempos (como a implementação Caffeine, novo sistema de indexação do Google, e a consideração de critérios “sociais” no ranking de uma página) me fizeram pensar que há muito mais para se preocupar do que apenas com a homepage. Estas experiências me permitem concluir que é sim possível (e plausível) considerar hoje que <strong>determinadas landing pages de um site podem ser muito mais importantes que a sua homepage</strong>.</p>
<p><strong>E as suas experiências? Fazem você concordar comigo ou não?</strong></p>
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		<title>Designing Interactions, livro de Bill Moggridge</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Feb 2010 14:20:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Buscando por material de estudo sobre design de interação, terminei encontrando um livro que já é meio antigo, mas eu nunca havia ouvido falar: o Designing Interactions, do designer (de interação, obviamente) Bill Moggridge.

Eu dei uma folheada e achei o livro, no mínimo, curioso. Nas suas mais de 700 páginas (e 700 ilustrações, diga-se de passagem) ele parte dos primórdios do design de interação na informática, fazendo um panorama desde o lançamento do primeiro micro-computador até a internet e os sistemas multimídia mais modernos. Durante esta trajetória o autor perpassa ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Buscando por <strong>material de estudo </strong>sobre <strong>design de interação</strong>, terminei encontrando um livro que já é meio antigo, mas eu nunca havia ouvido falar: o <a rel="nofollow" target="_blank" title="Website oficial (em inglês) do livro Designing Interactions, de Bill Moggridge." href="http://www.designinginteractions.com/" target="_blank">Designing Interactions</a>, do designer (de interação, obviamente) <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_HrZDl9BTX9" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bill%20Moggridge">Bill Moggridge</a>.</p>
<p><img class="size-full wp-image-2656 alignright" title="Designing Interactions, livro de Bill Moggridge" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2010/02/designing-interactions.jpg" alt="Designing Interactions, livro de Bill Moggridge" width="257" height="270" /></p>
<p>Eu dei uma folheada e achei o livro, no mínimo, <strong>curioso</strong>. Nas suas mais de <strong>700 páginas</strong> (e <strong>700 ilustrações</strong>, diga-se de passagem) ele parte dos <strong>primórdios</strong> do design de interação na informática, fazendo um <strong>panorama</strong> desde o lançamento do <strong>primeiro micro-computador</strong> até a <strong>internet</strong> e os <strong>sistemas multimídia</strong> mais modernos. Durante esta trajetória o autor perpassa muitos assuntos relacionados ao <strong>projeto de interações</strong>, como<strong> interfaces humano-computador</strong>, <strong>prototipação</strong>, entre outros.</p>
<p>Bem, aqueles que acharam que esta pode ser uma leitura interessante podem fazer o <strong><a rel="nofollow" target="_blank" title="Download do livro Designing Interactions, de Bill Moggridge." href="http://www.designinginteractions.com/chapters" target="_blank">download </a></strong>do livro <strong>completo</strong> em seu <a rel="nofollow" target="_blank" title="Website oficial (em inglês) do livro Designing Interactions, de Bill Moggridge." href="http://www.designinginteractions.com/" target="_blank">site oficial</a>. &#8211; sim, isso mesmo, ele é totalmente <strong>gratuito</strong>. Além disto, no site também estão disponíveis os &#8220;anexos digitais&#8221; que acompanham o livro em um DVD, como algumas <strong>entrevistas</strong> sobre design de interação com acadêmicos  e profissionais do campo.</p>
<p>Boa leitura para todos.</p>
<h6>Fonte: <a rel="nofollow" target="_blank" title="Website oficial (em inglês) do livro Designing Interactions, de Bill Moggridge." href="http://www.designinginteractions.com" target="_blank">Designing Interactions</a> (website oficial), <a rel="nofollow" target="_blank" title="Pos do Blog Design de Interação sobre o livro Designing Interactions, de Bill Moggridge." href="http://www.designdeinteracao.com.br/?p=20" target="_blank">Livro – Designing Interactions</a> e Designing Interactions by Bill Moggridge.</h6>
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		<title>Zinio’s Magazine Reading iPhone App</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 19:40:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os &#8220;antigos&#8221; preconizavam que os computadores iriam acabar com o papel. Bem, os computadores, desktops e notebooks (e até os netbooks), já provaram que não são mais ameaça, porém os dispotivos móveis (smartphones, handhelds, ou qualquer que seja o nome que daremos para eles, só não podemos os considerar meros telefones), estão no páreo.
Depois do Kindle for iPhone &#8211; uma grande surpresa, já que todos pensavam que uma loja de livros era um dos próximos passos da Apple e seu plano megalomaníaco de dominar todo o conteúdo digital do mundo ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os &#8220;antigos&#8221; preconizavam que os <strong>computadores iriam acabar com o papel</strong>. Bem, os computadores, desktops e notebooks (e até os netbooks), já provaram que <strong>não são mais ameaça</strong>, porém os dispotivos móveis (smartphones, handhelds, ou qualquer que seja o nome que daremos para eles, só não podemos os considerar meros telefones), <strong>estão no páreo</strong>.</p>
<p>Depois do <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.amazon.com/gp/feature.html?ie=UTF8&amp;docId=1000301301" target="_blank">Kindle for iPhone</a> &#8211; uma grande surpresa, já que todos pensavam que uma loja de livros era um dos próximos passos da Apple e seu plano megalomaníaco de dominar todo o conteúdo digital do mundo &#8211; surge o <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.zinio.com/press/press-release.jsp?pressreleaseid=pr30002" target="_blank">Zinio&#8217;s Magazine Reading iPhone App</a>, um lançado recentemente, que é um leitor de revistas virtuais para iPhone/iPod Touch &#8211; com um grande diferencial: ele possui sua <strong>própria loja virtual</strong> <strong>de revistas</strong>, a <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.zinio.com/iphone/" target="_blank">própria Zinio</a>, enquanto <strong>provedora de conteúdo</strong>.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Zinio-02.png"><img class="size-medium wp-image-2126 alignnone" title="Zinio 02" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Zinio-02-141x300.png" alt="" width="141" height="300" /><img class="size-medium wp-image-2127 alignnone" title="Zinio 03" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Zinio-03-141x300.png" alt="" width="141" height="300" /></a></p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-2125" title="Zinio" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Zinio-141x300.png" alt="" width="85" height="183" /></p>
<p>Há algum tempo a Zinio já dispunha de versões de revistas devidamente <strong>adaptadas</strong> para o Mobile Safari, mas agora, com um aplicativo, a <strong>navegação</strong> deste conteúdo foi <strong>radicalmente modificada</strong> &#8211; para melhor, vale a pena ressaltar. Além de possuir uma interface com design bastante <strong>propício à leitura</strong>, o <em>app</em> ainda oferece um modo no qual toda a informação gráfica é <strong>excluída</strong>, deixando na tela apenas o texto &#8211; o que pode ajudar, e muito, na hora de ler em um dispositivo com tela <strong>relativamente pequena</strong> como é a do iPhone/iPod Touch. Outro detalhe interessante é que todo o conteúdo adquirido é <strong>transferido</strong> para o seu dispositivo, ou seja, você <strong>não precisa </strong>estar contectado à internet sempre que quiser ter acesso a ele.</p>
<div id="aptureLink_0xvT5t1V8p" style="margin: 0pt auto; padding: 0px 6px; text-align: center; display: block;"><object id="apture_embedPlayer1" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="456" height="285" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="quality" value="high" /><param name="allowScriptAccess" value="never" /><param name="flashvars" value="start=0" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/j9TSojPQ0hM&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3" /><param name="name" value="apture_embedPlayer1" /><embed id="apture_embedPlayer1" type="application/x-shockwave-flash" width="456" height="285" src="http://www.youtube.com/v/j9TSojPQ0hM&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3" name="apture_embedPlayer1" flashvars="start=0" allowscriptaccess="never" quality="high" bgcolor="#ffffff"></embed></object></div>
<p>O acervo da Zinio ainda <strong>não possui </strong>muitas opções, mas tenho certeza que ela deve sofrer um <em>up</em> brevemente &#8211; ainda mais com esse mar de rumores acerca de tablets e-magazines. O aplicativo está <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://itunes.apple.com/us/app/id342582783?mt=8" target="_blank">disponível gratuitamente na App Store</a> &#8211; porém não posso dizer o mesmo das revistas, claro.</p>
<p>Será que a Apple realmente <strong>não pretende </strong>abocanhar o mercado de publicações editoriais digitais? Não seria <strong>inteligente</strong> desprezar um nicho de mercado como este &#8211; e a Apple sabe muito bem disso. Se esta <strong>suposta</strong> Tablet da Apple for verdadeira &#8211; e seu fim for servir de receptáculo para o conteúdo que temos hoje em revistas, como mostram as <a href="http://www.intermidias.com.br/2009/12/tablets-e-revistas-digitais-para-alem-da-transposicao-de-formatos/" target="_blank">inclinações das grandes produtoras de conteúdo editorial</a> &#8211; logo toda esta abertura que a empresa está dando á <em>apps</em> deste tipo <strong>sumirá</strong>. E isto não está (muito) longe de acontecer.</p>
<h6>Referências: <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.zinio.com/press/press-release.jsp?pressreleaseid=pr30002" target="_blank">Zinio Launches iPhone App as Key Element of &#8220;Unity&#8221; Reading Platform</a> e <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://macmagazine.com.br/2010/01/12/zinio-lanca-leitor-com-banca-de-revistas-virtual-para-iphone/" target="_blank">Zinio lança leitor com banca de revistas virtual para iPhone</a>.</h6>
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		<title>O paradigma da textualidade nas interfaces contemporâneas</title>
		<link>http://www.intermidias.com.br/2009/12/o-paradigma-da-textualidade-nas-interfaces-contemporaneas/</link>
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		<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 17:18:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Qual é o grande diferencial da interface de linha de comando para a interface gráfica?
Talvez a sua resposta, proveniente do primeiro estímulo, seria a mais óbvia o possível: a acessibilidade das linguagens visuais. Em primeira instância, podemos considerar esta resposta como adequada. Desde que Douglas Engelbart nos apresentou as graphical user interfaces (GUIs, ou, em bom português, interfaces gráficas de usuário), em 1968, este é o principal argumento em seu favor. É irrefutável que a espacialidade e tangibilidade que as GUIs trazem à informação (e a sua organização, em geral) ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Qual é o <strong>grande diferencial</strong> da interface de linha de comando para a interface gráfica?</p>
<p>Talvez a sua resposta, proveniente do primeiro estímulo, seria a mais óbvia o possível: a <strong>acessibilidade</strong> das<strong> linguagens visuais</strong>. Em primeira instância, podemos considerar esta resposta como <strong>adequada</strong>. Desde que <a href="http://www.intermidias.com.br/2009/04/a-metafora-do-desktop/" target="_blank">Douglas Engelbart </a>nos apresentou as <em>graphical user interfaces</em> (<em>GUIs</em>, ou, em bom português, <strong>interfaces gráficas de usuário</strong>), em 1968, este é o principal argumento em seu favor. É irrefutável que a espacialidade e tangibilidade que as GUIs trazem à informação (e a sua organização, em geral) dotam os sistemas operacionais de uma intuitividade incrível.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Desktop com Compiz Fusion" src="http://wiki.compiz.org/Welcome?action=AttachFile&amp;do=get&amp;target=cube2.png" alt="" /></p>
<p>Porém, devemos pensar um pouco mais nesta resposta tão simplória. O que realmente faz com que a interface gráfica de usuário seja um trunfo na história dos computadores não é o mero fato de dotar a informação de forma ou torná-la mais tangível para o usuário, mas a <a href="http://www.intermidias.com.br/2008/09/a-sindrome-do-deficit-de-atencao-e-as-interfaces-graficas/" target="_blank"><strong>metaforização visual do ambiente computacional</strong></a> e a <strong>projeção do usuário dentro da máquina</strong> – como nos apontam vários autores da área, a exemplo de Stephen Johnson, de forma bastante inteligível, em A Cultura das Interfaces. A pequena seta do mouse, presente na tela, trouxe ao usuário a possibilidade de, efetivamente, <strong>realizar uma tarefa</strong>, e não mais <strong>pedir</strong> que o computador o fizesse em seu lugar. Ao digitar <em>“dir C:\”</em> o usuário está fazendo um pedido ao computador, similar a: “por favor, liste todos os arquivos que estão na raiz do disco C”. Já o mouse <strong>é o próprio usuário</strong>, é sua mão, movendo e excluindo arquivos – e não mais pedindo, encarecidamente, ao computador que realize estas ações. E assim as solicitações, grandes e complexas linhas de comandos, deram lugar às ações, seqüências de cliques. Entretanto, no final de tudo, as interfaces gráficas são apenas <strong>meios para visualizar informações</strong>, “os dados por trás de determinado documento estão na verdade dispersos a esmo pela superfície magnética de um disco rígido” (JOHNSON, 2001, p. 124). Os ícones, janelas e ambientes são apenas <strong>ilusões</strong>, construídas para nos ajudar a manipular e navegar por entre estas informações.</p>
<p>Fazendo uma válida <strong>analogia</strong> entre a internet e nossos computadores, <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_oPTQBCRupS" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Aza%20Raskin">Aza Raskin</a>, especialista em ambientes digitais de interação, considera a internet como um espaço caótico, no qual existem muitos serviços e informações <strong>coexistindo sem qualquer relação</strong> entre elas – concepção certamente herdada de teóricos como <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_wnjEFefL8t" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lev%20Manovich#Sobre">Manovich</a> (2006), que define a internet como um <strong>aglomerado de dados em suspensão</strong>, disponíveis para download (não necessariamente via browser, é válido ressaltar). Em suas elucubrações, Raskin constata um fato que muitas vezes nos passa despercebido: algumas das tarefas que desempenhamos na internet podem vir a exigir muito <strong>mais cliques</strong>, muito mais esforço, do que a <strong>digitação de alguns comandos</strong> o faria. Foi exatamente esta constatação que fez Raskin iniciar o desenvolvimento do <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://mozillalabs.com/ubiquity/" target="_blank"><strong>Ubiquity</strong></a>, um complemento para o navegador web Mozilla Firefox que, quase nostalgicamente, retoma a idéia dos <strong>comandos escritos</strong> – mas, desta vez, a partir de uma abordagem diferenciada: a <strong>semântica</strong>.</p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-2078" title="Prompt de Comando do Windows" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/12/prompt-300x147.png" alt="" width="300" height="147" />Para compreender porque a proposta de Raskin <strong>não é retrocesso</strong>, mas um avanço na <strong>usabilidad</strong><strong>e</strong> das interfaces de usuário, devemos pensar nas interfaces de linha de comando e seu <strong>principal problema</strong>: a <strong>limitação do repertório de comandos</strong>. Quando digitamos um comando em um terminal, o sistema operacional <strong>não o</strong> <strong>interpreta</strong>, apenas o <strong>reconhece</strong>. É isso que o computador se resume a fazer: reconhecer os comandos escritos, a partir da comparação com um banco de comandos pré-estabelecidos, e executá-los. Contudo, sabemos perfeitamente que a linguagem escrita, como os humanos a utilizam, não se baseia só na equivalência – pelo contrário, nos deparamos freqüentemente com significados sem uma expressão definida ou várias expressões que possuem um mesmo significado. Em resumo: as línguas (sim, qualquer uma delas) são <strong>regidas pela semântica, não pela sintaxe.</strong></p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-2077" title="Ubiquity" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/12/ubiquity-300x116.png" alt="" width="300" height="116" />Com o Ubiquity, Raskin propõe uma substituição deste modo de manipulação sintático por um modelo semântico, no qual que possamos “dar sentido” ao caos informacional que é a web – a articulando e operando da mesma forma que fazemos com nossas <strong>idéias</strong> e nossa <strong>linguagem</strong>. É uma interface que não exige de nós a <strong>memorização</strong> de uma lista interminável de comandos, mas que <strong>entenda</strong> nossas solicitações, da forma que, de fato, as fazemos. O complemento permite que o usuário ative uma série de serviços (previamente integrados) a partir da entrada de pequenos comandos escritos diretamente no navegador.</p>
<p>No vídeo de apresentação do projeto (abaixo), Raskin ratifica a utilidade de sua criação com uma situação bastante comum: o envio de um e-mail com um mapa – apesar do <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://wave.google.com/" target="_blank">Wave</a>, lançado bastante tempo depois do anúncio do Ubiquity, propor outra solução (gráfica) para esta mesma situação, o exemplo continua perfeitamente cabível. Para realizar esta tarefa, o usuário faria <strong>uma série de tarefas</strong> simultâneas ao processo de composição da mensagem em si: 1. abrir o e-mail; 2. abrir o Google Maps; 3. buscar a localização desejada e 4. Colar o link do mapa no e-mail. Todo o processo exigiria, além de bastante tempo,<strong> vários cliques</strong> e resultaria em um<strong> e-mail com um link e não um mapa</strong> – o que faz bastante diferença para o destinatário. O Ubiquity altera radicalmente esta dinâmica; com ele tudo que o usuário precisa fazer é <strong>digitar</strong> “map” seguido do endereço desejado e o mapa é inserido no e-mail.</p>
<div id="aptureLink_ZAwq7iHKX6" style="margin: 0pt auto; padding: 0px 6px; text-align: center; display: block;"><object id="apture_embedPlayer1" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="298" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="quality" value="high" /><param name="allowScriptAccess" value="never" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=1561578&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><param name="name" value="apture_embedPlayer1" /><embed id="apture_embedPlayer1" type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="298" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=1561578&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" name="apture_embedPlayer1" allowscriptaccess="never" quality="high" bgcolor="#ffffff"></embed></object></div>
<p>O Ubiquity, sem dúvidas, torna <strong>mais ágeis</strong> atividades corriqueiras pela <strong>sintetização de suas ações em comandos escritos</strong>, porém ele ainda <strong>não pode</strong> ser caracterizado como uma espécie de modelo semântico de interface de usuário. O complemento funciona, assim como as antigas linhas de comando, <strong>a partir de um repertório pré-estabelecido de comandos (e serviços)</strong>. Atualmente, ele conta com aproximadamente 80 comandos, relativos a atividades comumente realizadas na web (busca, tradução, envio de mensagens, localização de lugares, entre outros) &#8211; ou seja, <strong>pela simplicidade e abrangência dos comandos</strong> ele <strong>simula</strong> uma interface semântica, mas <strong>não é</strong>. Ainda assim, o Mozilla Ubiquity traz uma diferença que o torna <strong>bastante significativo</strong>: o fato dele ser um <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_fJsyg5vSc3" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Software%20livre">software livre</a>, um projeto <em>open-source</em> com o qual qualquer indivíduo pode colaborar<strong> construindo e compartilhando comandos</strong> com a comunidade a partir da API do complemento – escrita em Javascript, linguagem de programação extremamente popular na internet.</p>
<p>É bom ver que, enquanto o <strong>novo orgasmo</strong> do mundo da tecnologia são projetos de<strong> interfaces gráficas manipuladas pelo toque</strong> (e a supressão, cada vez maior, dos <em>inputs</em> de texto), ainda existem pessoas que <strong>pensam diferente.</strong></p>
<h5>Observação: Aqueles que ficaram curiosos e gostariam de ver o Mozilla Ubiquity em ação, podem fazer o download do seu protótipo, disponível no <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://mozillalabs.com/ubiquity/" target="_blank">site oficial do projeto</a> – acompanhado, inclusive, de manuais para criação de novos comandos.</h5>
<h5>Referências: <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://macmagazine.com.br/2008/08/28/mozilla-lanca-ubiquity-linguagem-comandando-a-web/" target="_blank">Mozilla lança Ubiquity: linguagem comandando a web</a> e <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://mozillalabs.com/ubiquity/" target="_blank">Mozilla Labs &gt;&gt; Ubiquity (Site oficial do projeto)</a>.</h5>
<h5>Bibliografia:</h5>
<h5>JOHNSON, S. <strong>Cultura da Interface</strong>: como o computador transforma nossa maneira de criar e comunicar. Tradução: Maria Luíza X. de A. Borges. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2001.</h5>
<h5>MANOVICH, Lev. <strong>Post-Meida Aesthetics</strong>, 2006. Disponível em: http://www.manovich.net/IA/. Acessado em: 3 dez. 2009.</h5>
<div class="zemanta-pixie" style="margin-top: 10px; height: 15px;"><a rel="nofollow" target="_blank" class="zemanta-pixie-a" title="Reblog this post [with Zemanta]" href="http://reblog.zemanta.com/zemified/36b10ab5-71c4-4f61-a34d-9bf4dffe756d/"><img class="zemanta-pixie-img" style="border: medium none; float: right;" src="http://img.zemanta.com/reblog_e.png?x-id=36b10ab5-71c4-4f61-a34d-9bf4dffe756d" alt="Reblog this post [with Zemanta]" /></a><span class="zem-script more-related pretty-attribution"><script src="http://static.zemanta.com/readside/loader.js" type="text/javascript"></script></span></div>
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		<title>O iMac: publicidade, consumo e construção identitária</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 17:35:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nestas últimas semanas apresentei um trabalho, bastante conturbado,  sobre algumas das peças da campanha Think Different. O trabalho me exauriu (e, ainda assim, não ficou do jeito que eu esperava), mas não importa o quanto eu estude ou analise a campanha  eu continuo a admirá-la.
Não. Diferente de milhões de fanboys, eu não a admiro simplesmente porque é uma campanha da Apple, mas porque a campanha &#8220;brinca&#8221; de forma fantástica conosco, com nossos valores (socialmente ratificados e vigentes, inclusive na época em que ela foi veiculada) para vender computadores. O manifesto ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nestas últimas semanas apresentei um trabalho, bastante <strong>conturbado</strong>,  sobre algumas das <strong>peças</strong> da <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_bzbK63p4kl" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Think%20Different">campanha <em>Think Different</em></a>. O trabalho me exauriu (e, ainda assim, não ficou do jeito que eu esperava), mas não importa o quanto eu estude ou analise a campanha  eu continuo a <strong>admirá-la</strong>.</p>
<p>Não. Diferente de milhões de <em>fanboys</em>, eu não a admiro simplesmente porque é uma campanha da Apple, mas porque a campanha &#8220;<strong>brinca</strong>&#8221; de forma fantástica conosco, com nossos <strong>valores</strong> (socialmente ratificados e vigentes, inclusive na época em que ela foi veiculada) para <strong>vender computadores</strong>. O <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_3RDSJx3SdJ" href="http://www.youtube.com/watch?v=8hjV-NPy1R4">manifesto Think Different</a> é um texto sensacional&#8230; que vende computadores. Mas assim como ele serviu para vender computadores, ele teria vendido aviões, máquinas de lavar, bambolês, canetas, biscoitos, chicletes, enfim, <strong>qualquer coisa</strong>. Porque? Porque a campanha <strong>não</strong> vende computadores: ela vende <strong>identidades</strong>.</p>
<p>No meu trabalho me restringi a analisar <strong>as peças do iMac</strong> e o mesmo farei aqui, afinal o que pretendo é despertar a atenção para algumas <strong>estratégias de construção identitária</strong> presentes na campanha &#8211; e estas peças satisfazem à este propósito. As peças publicitárias do iMac podem ser consideradas um <em>corpus</em> significativo e apropriado para a investigação de características dessa apropriação identitária, pois nos mostra um misto de <strong>discursos</strong>, <strong>imaginários</strong> e <strong>valores</strong> que evidenciam as <strong>relações de poder</strong> que operavam entre os processos de <strong>comercialização</strong> e <strong>consumo</strong>. Mas comecemos de onde se deve começar.</p>
<p>A campanha<em> Think Different</em>, criada pela agência <em>Chiat\Day</em> para a Apple (ainda chamada Apple Inc.), em 1997. Neste ano a empresa passava por um momento <strong>crítico</strong>, no qual recebia de volta um dos seus fundadores, <a href="http://www.intermidias.com.br/2008/12/afinal-quem-e-steve-jobs/" target="_blank">Steve Jobs</a>, em uma tentativa de recuperar-se da <strong>crise financeira</strong> que quase fechou suas portas. Jobs retornou a Apple trazendo de volta as idéias <strong>criativas</strong> e <strong>revolucionárias</strong> que levam o nome do empresa ao cenário internacional e um produto que materializava todo este espírito: o <strong>iMac </strong>- que ainda seria lançado em 1998.</p>
<div id="aptureLink_tTvdmfuo3l" style="margin: 0pt auto; padding: 0px 6px; text-align: center; display: block;"><object id="apture_embedPlayer1" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="340" height="285" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="quality" value="high" /><param name="allowScriptAccess" value="never" /><param name="flashvars" value="start=0" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/lcBpXYI1r3Q&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3" /><param name="name" value="apture_embedPlayer1" /><embed id="apture_embedPlayer1" type="application/x-shockwave-flash" width="340" height="285" src="http://www.youtube.com/v/lcBpXYI1r3Q&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3" name="apture_embedPlayer1" flashvars="start=0" allowscriptaccess="never" quality="high" bgcolor="#ffffff"></embed></object></div>
<p>Na composição da maioria das peças analisadas predominam imagens do iMac com um título curto, ambos sobre um fundo totalmente branco. Este conceito de <strong>simplicidade</strong> de toda a campanha faz referência direta a mudança do rumo administrativo da empresa, que não obteve sucesso com lançamentos mais “arrojados” (como o <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_xGclIwcPpu" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apple%20Newton">Apple Newton</a>, um <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_OknBoil52V" href="http://www.digimedia.ru/UserFiles/image/materials/2009/June/htc/368px-apple_newton.jpg">PDA touchscreen</a>, em 1993 e o <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_fqQzRv28yu" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apple%20Pippin">Apple Pippin</a>, em 1996, um vídeo-game, ambos grandes fracassos, considerados, depois, muito avançados para a época) e retorna ao cenário da tecnologia com os conceitos de <strong>facilidade</strong>, <strong>inteligibilidade</strong> e <strong>integralidade</strong> – simbolizados pelo iMac e sua inovadora estrutura <em>all-in-one</em>.</p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/12/iMac-98-01.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2020" title="iMac 98 01" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/12/iMac-98-01-300x196.jpg" alt="iMac 98 01" width="300" height="196" /></a>Dois aspectos são claramente perceptíveis: a tentativa de <strong>desconstrução</strong> do iMac enquanto <strong>computador</strong> e a a <strong>supervalorização</strong> do <strong>design</strong>. Destacamos aqui o título <em><strong>Chic. Not Geek </strong></em>(Chique, não nerd) que explicita a intenção de expandir seu público-alvo para além de profissionais da área de Tecnologia da Informação (TI) e simpatizantes, considerados <em>geeks</em>, e atingir um público que valorize o <strong>estilo</strong> e <strong>beleza</strong>. Faz-se imprescindível enfatizar também que <strong>não há</strong>, nas peças, referência do iMac como um computador pessoal: o iMac é um iMac. Foi encontrada apenas uma referência neste sentido, em um folder (um tipo de impresso publicitário caracterizado pelo sua intenção de transmitir uma grande quantidade de informações), caracterizando o iMac enquanto “tudo que você precisa de um computador pessoal” – mas reitero que essa classificação em utilizada apenas <strong>uma vez</strong> em um folder de 6 páginas, o que é praticamente inexpressivo considerando o tamanho de toda a campanha. O <a href="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/12/iMac-98-02.jpg"><img class="size-medium wp-image-2019 alignright" title="iMac 98 02" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/12/iMac-98-02-238x300.jpg" alt="iMac 98 02" width="238" height="300" /></a>título <strong><em>Sorry, no beige </em></strong>(Desculpe, sem bege) demonstra de forma bem objetiva essa quebra com os padrões do produto &#8220;computador&#8221; e a tentativa de atribuir <strong>capital simbólico</strong> ao iMac, <strong>diferenciando-o</strong>. Esta diferenciação se torna ainda mais clara quando percebemos o cuidado com a <strong>seleção de veículos </strong>para os anúncios impressos da campanha: foram escolhidas revistas de <strong>grande tiragem e assuntos populares</strong>, como <strong>moda</strong>, para anunciar o produto – ao invés de fazê-lo em revistas de computação como faziam todas as outras fabricantes. Também é válido ressaltar que, até aquela época, anúncios em <a id="aptureLink_5tJlV9rG4f" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%ADdia%20exterior">mídia externa</a> não haviam sido utilizados pela indústria de computadores, mas a Chiat/Day alugou grandes espaços em New York e Los Angeles para veicular peças publicitárias da Apple – uma prática que permanece na empresa até hoje.</p>
<p>Fatos como estes (e muitos outros que ficaram de fora desta breve análise) mostram o quanto a Apple desejava <strong>popularizar</strong> o iMac, atribuindo a ele o conceito de <strong>diferenciação</strong> (do passado, do comum, do trivial) e a idéia que somente um iMac poderia levar para a vida do <strong>homem urbano moderno</strong> os adventos que o caracterizavam como tal: ele trabalhava os “novos” conceitos que a internet inaugurou na época, como <strong>interatividade</strong>, <strong>acessibilidade</strong>, <strong>velocidade</strong> e <strong>espaço virtual</strong>, tudo isso com um design totalmente <strong>inovador</strong>, <strong>compacto</strong>, <strong>cores alegres</strong> e <strong>fortes</strong>, formas <strong>arredondadas</strong> e <strong>translúcidas</strong>. Era um produto diferente, bonito e com tecnologia de ponta, que permitia o homem não apenas &#8220;usar&#8221; a tecnologia, mas <strong>viver</strong> aquele tempo como deveria ser vivido. Desta forma era constituído um argumento de venda <strong>emocional</strong>, ainda que apoiado em uma abordagem técnica.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/12/iMac-Anuncio-02.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2021" title="High-technicolor" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/12/iMac-Anuncio-02-1024x584.jpg" alt="High-technicolor" width="574" height="327" /></a></p>
<p>A Apple foi uma das primeiras empresas de informática a apresentar um computador como um <strong>objeto-símbolo</strong>, um objeto no qual o <a href="http://www.intermidias.com.br/2009/04/o-ato-de-consumir/" target="_blank">verdadeiro sentido do consumo</a> seria apropriar-se da <strong>carga semântica</strong> e da <strong>conotação social</strong> intrínseca a ele. O iMac foi construído não apenas para propiciar uma melhor experiência computacional para um indivíduo, mas para imbuí-lo de um <em>status quo</em>, que não pode ser adquirido de nenhum outro jeito senão a partir da <strong>compra</strong>, do <strong>consumo</strong>, da <strong>exibição</strong> daquele produto (BAUDRILLARD, 1989) – não é sem razão que o iMac tem uma <strong>alça</strong> em seu fundo, feita somente para viabilizar o seu <strong>transporte</strong>, ainda que seja <strong>ridícula</strong> a possibilidade de transitar com um desktop, até mesmo naquela época.</p>
<p><a href="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/12/iMac-Anuncio-01.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2022" title="Thrill" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/12/iMac-Anuncio-01-1023x548.jpg" alt="Thrill" width="575" height="307" /></a></p>
<p>Ao comprar um iMac, neste contexto, você não estaria apenas adquirindo um aparato tecnológico como também <strong>vivenciando</strong> um determinado <strong>estilo de vida</strong> (digital) e se inserindo num <strong>imaginário tecnológico</strong> que enfatiza as idéias de <strong>inovação</strong>, <strong>elegância</strong> e <strong>distinção econômica</strong> (e <strong>social</strong>). O iMac, assim como vários outros produtos da Apple (principalmente os porvindouros), foi um dos primeiros aparatos tecnológicos no pode-se encontrar uma união bem-sucedida entre a<strong> materialidade do fato tecnológico</strong> (sua interface gráfica de fácil utilização e seu design diferenciado) e os diversos <strong>planos discursivos</strong> que o envolvem, destacando os valores típicos da uma <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.google.com/search?sitesearch=andrelemos.info&amp;q=cibercultura&amp;submit=Search+Carnet" target="_blank">cibercultura</a> em plena formação e ascensão com o advento da internet.</p>
<h5>Referências bibliográficas:</h5>
<h5>BAUDRILLARD, Jean. O sistema dos objetos. São Paulo: Perspectiva, 1989.</h5>
<h5>Peças retiradas do site <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.macmothership.com/gallery/gallerytextindex.html" target="_blank">MacMothership</a>.</h5>
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		<title>Tablets e revistas digitais: para além da transposição de formatos</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 20:54:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Novas Mídias]]></category>
		<category><![CDATA[branded content]]></category>
		<category><![CDATA[conceito]]></category>
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		<description><![CDATA[Anos e anos de rumores e, a cada evento da Apple, as expectativas de um lançamento de um Tablet da empresa simplesmente reaparecem. Toda a comunidade da tecnologia é tomada por novos rumores, muitas vezes sem qualquer indício da veracidade, e as pessoas que acreditam. É deplorável.
Porém, a crença de uma tablet da Apple não se resume apenas aos mactards, grandes corporações também apostam na idéia. Inclusive destas apostas surgem conceitos que ainda não tinha sido cogitados (ou amadurecidos), como a idéia da tablet servir como plataforma/meio para um revival ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Anos e anos de <strong>rumores</strong> e, a cada evento da Apple, as <strong><span>expectativa</span>s</strong> de um lançamento de um <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_tn47xAX1M6" href="http://static.flickr.com/2493/3716352885_3c077e9ed9.jpg">Tablet da empresa</a> simplesmente reaparecem. Toda a comunidade da tecnologia é tomada por novos rumores, muitas vezes sem qualquer <strong>indício</strong> da veracidade, e as pessoas que acreditam. É <a href="http://www.intermidias.com.br/2008/12/netbook-da-apple-uma-obsessao/" target="_blank"><strong>deplorável</strong></a>.</p>
<p>Porém, a crença de uma tablet da Apple não se resume apenas aos <em>mactards</em>, grandes corporações também apostam na idéia. Inclusive destas apostas surgem conceitos que ainda não tinha sido cogitados (ou amadurecidos), como a idéia da tablet servir como <strong>plataforma/meio</strong> para um revival das revistas, agora como aplicativos interativos de notícias  &#8211; algo que <strong>seduziu</strong> a <strong>indústria das notícias</strong>, por atualizar o seu modelo de negócios, hoje em <strong>decadência</strong>.</p>
<p>Não faz muito tempo que o editor-chefe do <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.techcrunch.com/" target="_blank">TechCrunch</a>, <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_hb05xHX8GJ" href="http://twitter.com/ARRINGTON">Michael Arrington</a>, um <strong>projeto de tablet </strong>denominado <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.techcrunch.com/2009/06/03/crunchpad-the-launch-prototype/" target="_blank">CrunchPad.</a> O dispositivo é, basicamente, uma tablet <strong>touchscreen</strong> de <strong>baixo custo</strong> com foco em <strong>entretenimento</strong>. De acordo com Arrington, o CrunchPad já havia passado da fase de projeto e estava prestes a entrar em produção quando houve uma série de complicações na relação com a fabricante do produto — a Fusion Garage. Depois do projeto de Arrington, a esperança de <strong>revitalizar o mercado editorial </strong>com tablets parece ter &#8220;contaminado&#8221; outras empresas.</p>
<div id="aptureLink_Qa5g0EREN2" style="padding: 0px 6px; float: right;"><object id="apture_embedPlayer3" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="340" height="285" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="quality" value="high" /><param name="allowScriptAccess" value="never" /><param name="flashvars" value="start=0" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/BLc-8gT2eKg&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3" /><param name="name" value="apture_embedPlayer3" /><embed id="apture_embedPlayer3" type="application/x-shockwave-flash" width="340" height="285" src="http://www.youtube.com/v/BLc-8gT2eKg&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3" name="apture_embedPlayer3" flashvars="start=0" allowscriptaccess="never" quality="high" bgcolor="#ffffff"></embed></object></div>
<p>A <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.condenast.com/" target="_blank">Condé Nast</a>, editora da revista <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.wired.com/" target="_blank">Wired</a>, não propôs um tablet, mas um conceito de um <strong>aplicativo</strong> da revista que funcionaria na famigerada (e fictícia) Tablet da Apple. O aplicativo traz o <strong>conteúdo</strong> da revista para o tablet de modo bastante <strong>tradicional</strong>, praticamente uma <strong>transposiçào de formatos</strong> &#8211; ainda que demonstre, com um gráfico interativo, algumas das possibilidades diferenciais do <strong>acesso</strong> (e da <strong>usabilidade</strong>) deste conteúdo no <strong>ambiente digital</strong>.</p>
<p>Hoje foi a vez da <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.timeinc.com/" target="_blank">Time Inc</a>., que apresentou um conceito de tablet, criado em parceria com a <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.thewonderfactory.com/" target="_blank">Wonderfactory</a>, para a revista Sports Ilustrated. O projeto, apesar de ainda carregar muito do que se espera de uma Apple Tablet, <strong>avança</strong> em relação os outros apresentados, <strong>extrapolando</strong> a mera transposição de formatos. Confira o vídeo demonstrativo:</p>
<div id="aptureLink_7Tp7uoPl9E" style="margin: 0pt auto; padding: 0px 6px; text-align: center; display: block;"><object id="apture_embedPlayer1" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="456" height="285" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="quality" value="high" /><param name="allowScriptAccess" value="never" /><param name="flashvars" value="start=0" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ZxXlqtg2rik&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3" /><param name="name" value="apture_embedPlayer1" /><embed id="apture_embedPlayer1" type="application/x-shockwave-flash" width="456" height="285" src="http://www.youtube.com/v/ZxXlqtg2rik&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3" name="apture_embedPlayer1" flashvars="start=0" allowscriptaccess="never" quality="high" bgcolor="#ffffff"></embed></object></div>
<p>Enquanto a Condé Nast apenas deu uma prévia das possibilidades de transformar um revista em um conteúdo interativo, a Time Inc. pensou em uma forma de levar o <strong>conteúdo de uma revista </strong>aos meios digitais, comtemplando as <strong>características que lhe são próprias</strong>. No conceito,<strong> toda a revista é interativa</strong>: as possibilidades vão desde assistir vídeos e navegar em galerias de fotos até reorganizar o índice e <strong>compartilhar conteúdo</strong> via e-mail e redes sociais &#8211; entre muitas outras funcionalidades.</p>
<p>É algo realmente <strong>diferente</strong>.</p>
<h5>Referências: <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://macmagazine.com.br/2009/11/30/michael-arrington-anuncia-morte-prematura-do-crunchpad-mas-sera-que-e-pra-valer/" target="_blank">Michael Arrington anuncia morte prematura do CrunchPad; mas será que é pra valer?</a>, <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://macmagazine.com.br/2009/11/21/confira-um-conceito-de-app-da-wired-para-a-itablet/" target="_blank">Confira um conceito de app da Wired para a iTablet</a> e <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://macmagazine.com.br/2009/12/03/time-inc-apresenta-o-seu-conceito-de-tablet-destinada-a-revistas-interativas/" target="_blank">Time Inc. apresenta o seu conceito de tablet, destinada a revistas interativas</a>.</h5>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O que há de novo no “KDE Software Compilation 4.4″</title>
		<link>http://www.intermidias.com.br/2009/12/o-que-ha-de-novo-no-kde/</link>
		<comments>http://www.intermidias.com.br/2009/12/o-que-ha-de-novo-no-kde/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 22:07:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[freeware]]></category>
		<category><![CDATA[GUI]]></category>
		<category><![CDATA[interface gráfica]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>

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		<description><![CDATA[O KDE 4.4, recém rebatizado KDE Software Compilation 4.4, continua seu desenvolvimento trazendo alguns conceitos interessantes &#8211; ou melhor, surpreendentes.

O Bastion, do Polishlinux.org, fez um changelog visual do KDE Software Compilation 4.4, ainda em desenvolvimento. Apesar do número de mudanças ser reduzido, posso dizer que as novidades são, no mínimo, significativas. Ao passo que avança em seu amadurecimento, o KDE 4 se mostra um ambiente muito mais direcionado para o usuário final, com uma interface cada vez mais simplificada, intuitiva e bonita &#8211; além de mais estável, é claro. Dentre ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">O KDE 4.4, <a href="http://www.intermidias.com.br/2009/11/o-kde-reposiciona-sua-marca/" target="_blank">recém rebatizado</a> <strong>KDE Software Compilation 4.4</strong>, continua seu desenvolvimento trazendo alguns <strong>conceitos</strong> interessantes &#8211; ou melhor, <strong>surpreendentes</strong>.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">O <strong>Bastion</strong>, do Polishlinux.org, fez um <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://polishlinux.org/kde/kde-44-dev-whats-new/" target="_blank"><em>changelog</em> visual do KDE Software Compilation 4.4</a>, ainda <strong>em desenvolvimento</strong>. Apesar do número de mudanças ser <strong>reduzido</strong>, posso dizer que as novidades são, no mínimo, <strong>significativas</strong>. Ao passo que avança em seu <strong>amadurecimento</strong>, o KDE 4 se mostra um ambiente muito mais direcionado para o <strong>usuário final</strong>, com uma interface cada vez mais <strong>simplificada</strong>, <strong>intuitiva</strong> e <strong>bonita</strong> &#8211; além de mais estável, é claro. Dentre todas as novidades na interface destaco apenas duas:</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Animações do Oxygen</strong></p>
<p style="text-align: left;">As animações do Oxygen agora estão muito mais <strong>fluidas</strong> e vivas que nunca. Além disso, o usuário pode optar por uma maior gama de <strong>efeitos visuais</strong>, configurando-os com facilidade pois todos são <strong>integrados</strong> ao sistema &#8211; diferente do <a href="http://www.intermidias.com.br/2008/05/compiz-fusion-0-7-5-faca-do-seu-desktop-um-aquario/" target="_blank">Compiz Fusion</a>, que exige um esforço de configuração, ainda que pequeno.</p>
<div id="aptureLink_ws4BHwyKmV" style="margin: 0pt auto; padding: 0px 6px; text-align: center; display: block;"><object id="apture_embedPlayer1" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="456" height="285" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="quality" value="high" /><param name="allowScriptAccess" value="never" /><param name="flashvars" value="start=0" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/O5Cv0z0dqfk&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3" /><param name="name" value="apture_embedPlayer1" /><embed id="apture_embedPlayer1" type="application/x-shockwave-flash" width="456" height="285" src="http://www.youtube.com/v/O5Cv0z0dqfk&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3" name="apture_embedPlayer1" flashvars="start=0" allowscriptaccess="never" quality="high" bgcolor="#ffffff"></embed></object></div>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: left;"><strong>Agrupamento de janelas</strong></p>
<p style="text-align: left;">Um recurso já conhecido pelos usuários do Compiz Fusion chega ao KDE 4 com alterações surpreendentees. O KDE 4 permite que você <strong>agrupe várias janelas em apenas uma</strong> de modo que elas ficam disponíveis na <strong>barra de título</strong>, como se fossem <strong>abas</strong>. A forma com a qual este recurso foi implementado no sistema realmente foi realmente <strong>genial</strong>, tornando-o mais <strong>útil</strong> e <strong>fácil de usar</strong> &#8211; entrando ainda na &#8220;<a href="http://www.intermidias.com.br/2008/05/nautilus-mais-um-dando-uma-de-firefox/" target="_blank">moda das abas</a>&#8220;.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1866 alignnone" title="Agrupamento de Janelas do KDE 4.4" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/12/KDE44.jpg" alt="Agrupamento de Janelas do KDE 4.4" width="551" height="391" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: left;">Se você quer <strong>saber mais </strong>sobre as mudanças da versão de desenvolvimento do KDE Software Compilation 4.4, dê uma olhada no <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://polishlinux.org/kde/kde-44-dev-whats-new/" target="_blank">post original</a>, que contém uma análise <strong>breve</strong>, mais ainda assim <strong>detalhada</strong>, que <strong>descreve</strong> e <strong>ilustra</strong> as novas <em>features</em> dessa versão.</p>
<p style="text-align: left;">
<h5 style="text-align: left;">Referências: <a rel="nofollow" target="_blank" title="Permanent Link: KDE 4.4 dev: What’s new?" rel="bookmark" href="http://polishlinux.org/kde/kde-44-dev-whats-new/">KDE 4.4 dev: What’s new?</a>.</h5>
<p style="text-align: left;">
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Android³: Samsung Galaxy, HTC Magic e o Motorola Dext</title>
		<link>http://www.intermidias.com.br/2009/11/android3-samsung-galaxy-htc-magic-e-o-motorola-dext/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 21:01:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Hardware]]></category>
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		<category><![CDATA[Mobile]]></category>
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		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Você já deu uma olhada nos  smartphones que trazem o Android para o Brasil?
Se ainda não o fez, o Eduardo Pellanda, do blog Ubimidia, vai te dar esta oportunidade (ainda que virtualmente). Durante a próxima semana, o Pellanda fará uma &#8220;pesquisa&#8221; (um comparativo, melhor dizendo) com os 3 smartphones que chegam ao Brasil com o Android: Samsung Galaxy, HTC Magic e o Motorola Dext. O primeiro vídeo feito por ele foi um demonstrativo da interface do sistema no Galaxy &#8211; mas que, segundo ele mesmo, também serve como pequeno review ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você já deu uma olhada nos  <strong>smartphones</strong> que trazem o <strong>Android</strong> para o <strong>Brasil</strong>?</p>
<p>Se ainda não o fez, o <strong>Eduardo Pellanda</strong>, do blog <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://ubimidia.com" target="_blank">Ubimidia</a>, vai te dar esta oportunidade (ainda que <strong>virtualmente</strong>). Durante a próxima semana, o Pellanda fará uma &#8220;pesquisa&#8221; (um <strong>comparativo</strong>, melhor dizendo) com os <strong>3</strong> smartphones que chegam ao Brasil com o Android: <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_xixD3EOwax" href="http://gadgethobby.com/wp-content/plugins/blog/images/samsung-galaxy-lite.jpg">Samsung Galaxy</a>, <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_Hb706sMpH5" href="http://www.htc.com/uploadedImages/Common/Shared_Image/Gallery/HTC_Magic/large1.jpg">HTC Magic</a> e o <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_fzIMZYj4Ap" href="http://intrometendo.com/wp-content/uploads/2009/10/motorola-dext.jpg">Motorola Dext</a>. O <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://ubimidia.com/2009/11/14/tour-pela-interface-do-android/" target="_blank">primeiro vídeo</a> feito por ele foi um demonstrativo da <strong>interface</strong> do sistema no <strong>Galaxy</strong> &#8211; mas que, segundo ele mesmo, também serve como pequeno <em>review</em> do aparelho.</p>
<div id="aptureLink_HAKdqc1ERl" style="margin: 0pt auto; padding: 0px 6px; text-align: center; display: block;"></div>
<p>Se quiser ver o resto dos vídeos em <strong>primeira mão</strong>, acompanhe o blog <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://ubimidia.com/" target="_blank">Ubimidia</a> (que é bem interessante, recomendo).</p>
<h5>Referência: <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://ubimidia.com/2009/11/14/tour-pela-interface-do-android/" target="_blank">Tour pela interface do Android</a>.</h5>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Mobile: internet, design e marketing</title>
		<link>http://www.intermidias.com.br/2009/05/mobile-internet-design-e-marketing/</link>
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		<pubDate>Sat, 02 May 2009 02:07:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Mobile]]></category>
		<category><![CDATA[Novas Mídias]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade Digital]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
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		<category><![CDATA[marketing digital]]></category>
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		<description><![CDATA[A mobile internet é a mesma internet que nós conhecemos? Não, não é.
A mobile internet (vulgo internet móvel, em bom português) tem um diferencial que pode (e vai) alterar completamente a sua utilização: a portabilidade.
Nossos aparelhos celulares, principais dispositivos de acesso à internet em um futuro próximo (segundo previsões), não são computadores, apesar de concentrarem várias de suas funções. Vamos às diferenças mais básicas: computadores possuem telas e teclados grandes, acompanhados de conexão rápida (e estável) à internet &#8211; o que, segundo John Pettengill, designer de interação da Razorfish, dá ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong><em>mobile internet</em></strong> é a mesma <strong>internet</strong> que nós conhecemos? <strong>Não</strong>, não é.<br />
A <em>mobile internet</em> (vulgo <strong>internet móvel</strong>, em bom português) tem um <strong>diferencial</strong> que pode (e <strong>vai</strong>) alterar completamente a sua utilização: a <strong>portabilidade</strong>.</p>
<p>Nossos aparelhos celulares, <strong><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.intermidias.com.br/2009/03/tendencias-do-mobile-marketingadvertising/">principais dispositivos de acesso à internet</a></strong> em um futuro <strong>próximo</strong> (<strong><a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/ideia20/archive/2008/09/10/entrevista-internet-ser-mais-usada-pelo-celular-do-que-pelo-pc-no-futuro/">segundo previsões</a></strong>), <strong>não são</strong> computadores, apesar de concentrarem várias de suas <strong>funções</strong>. Vamos às <strong>diferenças</strong> mais <strong>básicas</strong>: computadores possuem telas e teclados <strong>grandes</strong>, acompanhados de conexão <strong>rápida</strong> (e estável) à internet &#8211; o que, segundo <strong>John Pettengill</strong>, designer de <strong>interação</strong> da <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.razorfish.com/"><strong>Razorfish</strong></a>, dá lugar a uma internet &#8220;<strong>desleixada</strong>&#8220;, ou seja, sem maiores preocupação com o caráter <strong>sintético</strong> de seu <strong>conteúdo</strong> ou até mesmo da <strong>atenção</strong> do usuário &#8211; já os telefones celulares são exatamente o <strong>oposto</strong>, têm telas e teclados <strong>pequenos</strong> (ou minúsculos) e a conexão <strong>não possui</strong> um nível elevado de <strong>qualidade</strong> &#8211; o que não deixa brechas para desleixos, a informação tem que ser passada de forma <strong>objetiva</strong> e <strong>atraente</strong>, ainda que, para isso, os processos comunicacionais sejam <strong>simplificados</strong> ao máximo.<span id="more-196"></span><object style="margin: 0px;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="350" height="292" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=presentation5-090320003810-phpapp01&amp;stripped_title=an-internet-watered-down-or-how-to-save-the-mobile-web" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed style="margin: 0px;" type="application/x-shockwave-flash" width="350" height="292" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=presentation5-090320003810-phpapp01&amp;stripped_title=an-internet-watered-down-or-how-to-save-the-mobile-web" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div id="__ss_1172378" style="text-align: left; width: 425px;">
<div style="font-family: tahoma,arial; font-size: 11px; height: 26px; padding-top: 2px;">View more <a rel="nofollow" target="_blank" style="text-decoration: underline;" href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a rel="nofollow" target="_blank" style="text-decoration: underline;" href="http://www.slideshare.net/johnep">John Pettengill</a>.</div>
</div>
<div style="text-align: left;">O que não pode (ou deve) acontecer é que essa informação <strong>não seja</strong> transmitida &#8211; e é exatamente isso que está acontecendo com os <em><strong>mobile websites</strong></em>. Pettengill <strong>critica</strong> o design <strong>atual</strong> das páginas para internet móvel, uma <strong>miniaturização</strong> dos sites &#8220;normais&#8221; &#8211; e a retirada do conteúdo, que possibilita o feito &#8211; e põe em pauta <strong>tendências</strong> para um <strong>novo</strong> <strong>design</strong> voltado à esta <strong>&#8220;nova&#8221;</strong> <strong>internet</strong>.</div>
<p>O <strong>European Youth Trend Report</strong> (2009) é um relatório que apresenta (algumas) <strong>novas</strong> tendências de <strong>comportamento</strong> observadas nos <strong>jovens</strong> que residem os países do <strong>continente europeu</strong>. É interessante ver como a <strong>utilização</strong> <strong>da internet</strong>, dos <strong>dispositivos móveis</strong> e de ambos em <strong>conjunto</strong> por estes jovens apenas <strong>confirma</strong> nosso pensamento anterior:</p>
<div style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="350" height="283" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/7TWPpOP15p4&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=pt-br&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="350" height="283" src="http://www.youtube.com/v/7TWPpOP15p4&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=pt-br&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
<p>Vamos manter nossa atenção nos fatos que: a internet é o principal <strong>passatempo</strong> de <strong>67%</strong> dos jovens europeus; <strong>70%</strong> dos jovens espanhóis fazem o <strong>download de filmes</strong> completos, enquanto outros <strong>35%</strong> <strong>alimentam</strong> a internet com videoclipes; o nível de <strong>intimidade</strong> dos jovens com essas tecnologias é tão grande que <strong>12%</strong> dos jovens britânicos e <strong>42%</strong> da turquia alegaram já ter realizado <em>strip-tease</em> em frente a uma <em>webcam</em>. Quando falamos do aparelho celular em si temos estatísticas bem interessantes também: <strong>menos da metade</strong> dos jovens belgas usa seu telefone celular para, efetivamente, <strong>ligar</strong> para alguém; no Reino Unido, <strong>60%</strong> querem ter mais opções de <em><strong>chat</strong></em> em seu aparelho; <strong>68%</strong> dos jovens espanhóis <strong>tiram fotografias</strong> de si mesmos em seus celulares e <strong>28%</strong> deles <strong>as enviam</strong> para alguém. É um fato: a <strong>conectividade</strong> é a principal tendência da juventude européia hoje &#8211; e da <strong>mundial</strong> amanhã. Vamos considerar este cenário.</p>
<p>Segundo John, os <em>mobile sites</em> de hoje em dia são apenas páginas da internet com <strong>menos funcionalidade, conteúdo</strong> e <strong>formas de navegar</strong> por este escasso conteúdo &#8211; ou seja, <strong>menos tudo</strong>. Versões &#8220;móveis&#8221; de sites grandes (tanto em porte quanto em extensão territorial de relevância, digamos assim), <strong>são</strong> necessários, é claro, mas eles só oferecem a mesma internet &#8220;velha&#8221;, sem o principalmente fator que <strong>caracteriza</strong> a internet móvel: o <strong>contexto</strong>. O local, este sim, é o fator <strong>constituinte</strong> desta nova forma de internet; o fator contextual é a principal mudança de quando acessamos a internet <strong>parados</strong>, concentrados em nosso computador, para quando o fazemos a partir de um aparelho celular. A <strong>mobilidade</strong> afeta a tal ponto nossas <strong>vidas</strong> que muda a nossa própria <strong>concepção</strong> de <strong>espaço</strong> &#8211; o problema é que isso não é perfeitamente compreendido, ainda.</p>
<p>Como observamos acima, com o apoio das estatísticas, os jovens <strong>já desenvolvem</strong> usos para essa contextualidade &#8211; não só eles mais a grande maioria dos <strong>usuários</strong> de dispositivos móveis. Se percebemos perfeitamente que são duas formas <strong>distintas</strong> de internet, porque dar aos usuários a <strong>mesma coisa</strong>? Essa é a pergunta de Pettengill; e, colocando a coisa toda em <strong>nossa</strong> área de interesse, a minha pergunta é: porque não nos <strong>apropriar</strong> destes usos para fazer publicidade de forma mais <strong>relevante</strong>? Talvez mais contextual e mais <strong>interativa</strong>&#8230;</p>
<p>Com isso em vista &#8211; e inspirado pelas <strong><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://leonardoxavier.typepad.com/mobilizado/2009/04/o-que-eu-fa%C3%A7o-mesmo.html">reflexões</a></strong> do <strong>Leonardo Xavier</strong> sobre a <strong>pontomobi</strong> e o que ela faz, no blog <strong><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://leonardoxavier.typepad.com/mobilizado/">Mobilizado</a></strong> &#8211; vamos <strong>pensar</strong> (<strong>mais</strong> e) <strong>melhor</strong> sobre <em>mobile marketing</em>. <strong>O que é</strong> mobile marketing? Parece bastante óbvio: é desenvolver <strong>estratégias</strong> de marketing especialmente para serem <strong>aplicadas</strong> em aparelhos celulares; mas, talvez, a questão não seja <strong>tão</strong> simples assim. Partindo do conceito que <em>o &#8220;<strong>celular é meio</strong>. E como meio, pode ser pensado em 2 grandes frentes: (1) <strong>meio de conexão</strong> entre marca e consumidor e (2) <strong>meio de concentração</strong> de audiência.&#8221;</em> Xavier culmina na conclusão de que ele é um <em>&#8220;<strong>tradutor</strong> das melhores ferramentas e possibilidades do mundo mobile para os objetivos de comunicação e marketing das agências e seus clientes&#8221;</em>.<br />
Desta forma, se o <em>mobile marketing</em> tem o aparelho celular como um &#8220;meio&#8221; (ainda que essa concepção seja bastante <strong>discutível</strong>, mas vamos adotá-la como maneira <strong>simplória</strong> de analisar a situação) e o acesso à internet (movel) é a maior <strong>perspectiva</strong> futura para o aparelho, devemos pensar em <strong>iniciativas</strong> de um &#8220;<em>mobile</em>&#8221; marketing que agora também deve <strong>englobar</strong> a produção de &#8220;<em><strong>interatividades</strong> no <strong>meio celular</strong></em>&#8221; a partir da internet móvel.</p>
<p><span style="font-size: x-small;">Deixo registrados meus agradecimentos ao <strong>Tarcízio</strong>, do <strong>Imagem, Papel e Fúria</strong>, pela recomendação do <strong><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.digitaldesignblog.com/2009/04/13/how-to-save-the-mobile-web/">slideshow do John Pettengill</a></strong>, pontapé inicial para este texto.</span></p>
<p><span style="font-size: x-small;">Referências: <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.digitaldesignblog.com/2009/04/13/how-to-save-the-mobile-web/">How To Save The Mobile Web</a>, <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.overload.blog.br/2009/03/20/european-youth-trend-report/">European Youth Trend Report</a> e <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://leonardoxavier.typepad.com/mobilizado/2009/04/o-que-eu-fa%C3%A7o-mesmo.html">O que eu faço mesmo?</a>.<br />
Leituras adicionais: <a href="http://www.intermidias.com.br/2009/03/tendencias-do-mobile-marketingadvertising/">Tendências do Mobile Marketing/Advertising</a> e <a href="http://www.intermidias.com.br/2008/09/a-era-do-mobile-marketing/">A Era do Mobile Marketing</a>.</span></p>
<p><span style="font-size: x-small;"><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Metáfora do Desktop</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 03:09:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[GUI]]></category>
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		<category><![CDATA[tela]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje o desktop, a área de trabalho, é a coisa mais natural do mundo &#8211; não podemos começar a operar o computador até vê-lo. Mas já pensaram no que realmente é o desktop?

Quando Engelbart apresentou ao mundo a interface gráfica, ou GUI (do inglês, Graphical User Interface), ele demonstrou, na verdade, um modo de sintetizar, funcional e semanticamente, os complexos comandos escritos em representações gráficas e iconográficas - ou seja, a possibilidade de se compor uma interface a partir destas representações.
Aquele que explorou esta possibilidade foi Alan Kay (fotografia ao ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje o <em>desktop</em>, a <strong>área de trabalho</strong>, é a coisa mais <strong>natural </strong>do mundo &#8211; não podemos começar a <strong>operar </strong>o computador até vê-lo. Mas já pensaram no que realmente <strong>é</strong> o <em>desktop</em>?</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a rel="nofollow" target="_blank" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://www.rowan.edu/toolbox/policies/mac_fac/mfk_1.png"><img src="http://www.rowan.edu/toolbox/policies/mac_fac/mfk_1.png" border="0" alt="" width="325" height="243" /></a></div>
<p>Quando Engelbart apresentou ao mundo a interface gráfica, ou <em>GUI </em>(do inglês, <em>Graphical User Interface</em>), ele demonstrou, na verdade, um <strong>modo </strong>de <strong>sintetizar</strong>, funcional e semanticamente, os complexos <strong>comandos</strong> <strong>escritos </strong>em <strong>representações gráficas </strong>e <strong>iconográficas </strong>- ou seja, a <strong>possibilidade </strong>de se <strong>compor </strong>uma interface a partir destas representações.<span id="more-194"></span></p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;" href="http://www.aes.org/technical/images/Alan_Kay_Photo.jpg"><img src="http://www.aes.org/technical/images/Alan_Kay_Photo.jpg" border="0" alt="" width="137" height="200" /></a>Aquele que <strong>explorou </strong>esta possibilidade foi <strong>Alan Kay</strong> (fotografia ao lado), do Stanford Research Institute (SRI). Além de desenvolver a capacidade de <strong>sobreposição de janelas</strong> (um passo de importância incomensurável para a consolidação das <em>GUI</em>s), Kay encontrou uma forma de <strong>organizar </strong>e <strong>materializar</strong> uma infinidade de <strong>bits </strong>(a informação) de modo que pudéssemos, de fato, <strong>entendê-la</strong> e, deste modo, <strong>interagir </strong>mais intuitivamente: a <strong>metáfora do <em>desktop</em></strong>. A tela então passou a ser uma <strong>escrivaninha </strong>na qual <strong>papéis </strong>(janelas) sobrepunham-se e alternavam-se conforme sua utilização pelo usuário. Enquanto metáfora, é óbvio que a <strong>relação </strong>que o usuário tem a área de trabalho de seu computador <strong>não é a mesma</strong> que tem com sua escrivaninha &#8211; como não trata seu <em>mouse </em>como um rato. A metáfora do <em>desktop</em> é eficaz porque cumpre sua função de <strong>estimular relações de remetimento</strong> pelas quais o usuário (principalmente o leigo) se <strong>aproxima </strong>mais da experiência computacional; por simples <strong>associação</strong>, se torna quase óbvio que um arquivo estivesse contido em uma pasta e que você pudesse, a qualquer momento, arrastar esta última e mudá-la de lugar na sua área de trabalho &#8211; assim como vira natural arrastar um arquivo de uma pasta para outra para movê-lo. As pequenas ilustrações de pastas faziam os usuários <strong>lembrarem </strong>de pastas &#8220;reais&#8221;, mesmo não <strong>funcionando</strong> exatamente como tais; foi isso que fez a metáfora tão <strong>forte </strong>e bem sucedida.</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a rel="nofollow" target="_blank" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://tomhouse.files.wordpress.com/2009/02/apple_macintosh_desktop.png?w=300&amp;h=200"><img src="http://tomhouse.files.wordpress.com/2009/02/apple_macintosh_desktop.png?w=300&amp;h=200" border="0" alt="" width="200" height="133" /></a></div>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;" href="http://www.visuallee.com/weblog/images/original_desktop.jpg"><img src="http://www.visuallee.com/weblog/images/original_desktop.jpg" border="0" alt="" width="139" height="200" /></a>O <em>desktop </em>de Kay (imagem da patente à direita) teve seu <strong>ápice </strong>na a<strong>daptação\aprimoramento</strong> feita para o <strong>Macintosh</strong>, com seus menus, ícones e pastas que constituíram um <strong>padrão </strong>que as interfaces gráficas computacionais seguem até hoje. E, salvaguardando algumas mudanças <strong>conceituais ínfimas </strong>(e uma série de mudanças <strong>estéticas </strong>até significativas), as <em>GUI</em>s que conhecemos hoje ainda são <strong>as mesmas</strong> que surgiram nos anos 80, não houve nenhuma mudança em seu conceito.</p>
<p>Vemos hoje que o <strong>3D </strong>já invande as áreas de trabalho convencionais. Graças ao crescente desempenho das <strong>placas gráficas</strong> (<em>GPU</em>s), a última <strong>tendência </strong>em <em>desktops </em>hoje são os &#8220;toques&#8221; em terceira dimensão &#8211; não uma completa transformação da área de trabalho, e sua manipulação, para três dimensões, mas apenas <strong>alguns</strong> <strong>elementos</strong>, com os alternadores de aplicativos. No <strong>Linux</strong>, a <strong>maior </strong>referência é o <strong>Compiz Fusion</strong>, que tem uma gama de recursos de visualização (e operação) do desktop em 3D, como já falei <a href="http://www.intermidias.com.br/2008/05/compiz-fusion-0-7-5-faca-do-seu-desktop-um-aquario/"><strong>anteriormente</strong></a>; no <strong>Mac </strong>temos uma sério de efeitos de minimização de janelas, entre outros, e recursos como o <strong>Exposé</strong>; e (até) o Windows <strong>Vista </strong>ganhou o <strong>Aero</strong>, com suas janelas transparentes e o <em>Alt+Tab</em> turbinado.</p>
<div style="text-align: center;"><span style="font-size: xx-small;">O <strong>Bumptop </strong>e o <strong>Shock Desktop 3D</strong> tornam possível organizar seus arquivos e aplicações no seu desktop totalmente em três dimensões.</span></div>
<div style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="350" height="283" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/M0ODskdEPnQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="350" height="283" src="http://www.youtube.com/v/M0ODskdEPnQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
<p>Mas, mesmo com <strong>múltiplas áreas de trabalho</strong> dispostas em forma de <strong>cubo </strong>(ou <strong>cilindro</strong>), <strong>janelas transparentes</strong>, <strong>janelas instáveis</strong>, <strong>alternadores de aplicativos com <em>thumbnails </em>animadas</strong>, e tudo mais de 3D que um desktop possa ter (como o vídeo acima), <strong>não se enganem</strong>. No fundo, ele é o <em>desktop </em>de Alan Kay.</p>
<p>Referências: Reimagining the Future of Your Desktop, in 3D.</p>
<p>Leituras adicionais: <a href="http://www.intermidias.com.br/2008/09/a-sindrome-do-deficit-de-atencao-e-as-interfaces-graficas/">A síndrome do déficit de atenção e as interfaces gráficas</a>.</p>
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