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	<title>Intermídias &#187; Apple</title>
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	<description>O Intermídias, blog de Ian Castro, é um espaço para pensar sobre comunicação digital, mídias sociais, mobile marketing e a publicidade nas novas mídias em geral.</description>
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		<title>Designing Interactions, livro de Bill Moggridge</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Feb 2010 14:20:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Buscando por material de estudo sobre design de interação, terminei encontrando um livro que já é meio antigo, mas eu nunca havia ouvido falar: o Designing Interactions, do designer (de interação, obviamente) Bill Moggridge.

Eu dei uma folheada e achei o livro, no mínimo, curioso. Nas suas mais de 700 páginas (e 700 ilustrações, diga-se de passagem) ele parte dos primórdios do design de interação na informática, fazendo um panorama desde o lançamento do primeiro micro-computador até a internet e os sistemas multimídia mais modernos. Durante esta trajetória o autor perpassa ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Buscando por <strong>material de estudo </strong>sobre <strong>design de interação</strong>, terminei encontrando um livro que já é meio antigo, mas eu nunca havia ouvido falar: o <a rel="nofollow" target="_blank" title="Website oficial (em inglês) do livro Designing Interactions, de Bill Moggridge." href="http://www.designinginteractions.com/" target="_blank">Designing Interactions</a>, do designer (de interação, obviamente) <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_HrZDl9BTX9" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bill%20Moggridge">Bill Moggridge</a>.</p>
<p><img class="size-full wp-image-2656 alignright" title="Designing Interactions, livro de Bill Moggridge" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2010/02/designing-interactions.jpg" alt="Designing Interactions, livro de Bill Moggridge" width="257" height="270" /></p>
<p>Eu dei uma folheada e achei o livro, no mínimo, <strong>curioso</strong>. Nas suas mais de <strong>700 páginas</strong> (e <strong>700 ilustrações</strong>, diga-se de passagem) ele parte dos <strong>primórdios</strong> do design de interação na informática, fazendo um <strong>panorama</strong> desde o lançamento do <strong>primeiro micro-computador</strong> até a <strong>internet</strong> e os <strong>sistemas multimídia</strong> mais modernos. Durante esta trajetória o autor perpassa muitos assuntos relacionados ao <strong>projeto de interações</strong>, como<strong> interfaces humano-computador</strong>, <strong>prototipação</strong>, entre outros.</p>
<p>Bem, aqueles que acharam que esta pode ser uma leitura interessante podem fazer o <strong><a rel="nofollow" target="_blank" title="Download do livro Designing Interactions, de Bill Moggridge." href="http://www.designinginteractions.com/chapters" target="_blank">download </a></strong>do livro <strong>completo</strong> em seu <a rel="nofollow" target="_blank" title="Website oficial (em inglês) do livro Designing Interactions, de Bill Moggridge." href="http://www.designinginteractions.com/" target="_blank">site oficial</a>. &#8211; sim, isso mesmo, ele é totalmente <strong>gratuito</strong>. Além disto, no site também estão disponíveis os &#8220;anexos digitais&#8221; que acompanham o livro em um DVD, como algumas <strong>entrevistas</strong> sobre design de interação com acadêmicos  e profissionais do campo.</p>
<p>Boa leitura para todos.</p>
<h6>Fonte: <a rel="nofollow" target="_blank" title="Website oficial (em inglês) do livro Designing Interactions, de Bill Moggridge." href="http://www.designinginteractions.com" target="_blank">Designing Interactions</a> (website oficial), <a rel="nofollow" target="_blank" title="Pos do Blog Design de Interação sobre o livro Designing Interactions, de Bill Moggridge." href="http://www.designdeinteracao.com.br/?p=20" target="_blank">Livro – Designing Interactions</a> e Designing Interactions by Bill Moggridge.</h6>
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		<title>Eu também quero brincar de vidente: Tablet da Apple</title>
		<link>http://www.intermidias.com.br/2010/01/eu-tambem-quero-brincar-de-vidente-tablet-da-apple/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 19:18:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
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		<description><![CDATA[Porque as pessoas gostam tanto de bancar as videntes?
Estamos chegando às vésperas de mais um evento da Apple – sim, a Apple oficializou a realização de um evento para a imprensa no dia 27 de Janeiro (quarta-feira) &#8211; e os mais variados rumores sobre uma iPad / iTablet / iSlate / Apple Tablet / Macbook Tablet / invente-um-nome-e-coloque-aqui surgem incessantemente &#8211; quer ver alguns? Que tal este, este, este e este? Satisfeito?
Entretanto, porque não podemos apenas nos resumir a analisar os fatos e nos contentar em ver somente o futuro ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Porque as pessoas gostam tanto de bancar as <strong>videntes</strong>?</p>
<p>Estamos chegando às vésperas de <strong>mais um evento da Apple </strong>– sim, a Apple <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://macmagazine.com.br/2010/01/18/acabou-a-angustia-apple-convida-imprensa-para-evento-no-dia-27-de-janeiro/" target="_blank">oficializou a realização de um evento</a> para a imprensa no dia 27 de Janeiro (quarta-feira) &#8211; e os mais variados <strong>rumores</strong> sobre uma iPad / iTablet / iSlate / Apple Tablet / Macbook Tablet / invente-um-nome-e-coloque-aqui surgem <strong>incessantemente</strong> &#8211; quer ver alguns? Que tal <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://macmagazine.com.br/2010/01/18/producao-limitada-de-telas-oled-indica-que-itablet-podera-ter-uma-lcd-convencional/" target="_blank">este</a>, <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://macmagazine.com.br/2010/01/17/o-new-york-times-vai-comecar-a-cobrar-por-seu-conteudo-%E2%80%94-tera-isso-relacao-com-a-itablet/" target="_blank">este</a>, <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://macmagazine.com.br/2010/01/17/tablet-da-apple-ja-estaria-em-producao-total/" target="_blank">este</a> e <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://macmagazine.com.br/2010/01/14/patente-da-apple-indica-possibilidade-de-uso-de-stylus-em-iphoneitablet/" target="_blank">este</a>? Satisfeito?</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-2173" title="Vidente" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2010/01/vidente-248x300.jpg" alt="" width="175" height="213" />Entretanto, porque não podemos apenas nos resumir a <strong>analisar os fatos</strong> e nos contentar em ver somente o futuro que eles nos adianta? Porque <strong>analistas querem ser mães de santo</strong> e insistem em ficar, simplesmente, <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://macmagazine.com.br/2010/01/06/rumor-sugere-que-tablet-da-apple-nao-e-baseada-em-processador-intel/" target="_blank">adivinhando</a>? Para fazer as <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://macmagazine.com.br/2009/12/01/acoes-da-apple-na-bolsa-voltam-ao-topo-da-lista-das-mais-populares/" target="_blank">ações da empresa</a> na bolsa subirem? Esta seria uma justificativa até <strong>razoável</strong> no mundo dos negócios, por isso mudarei a pergunta: porque <strong>nós</strong> temos que acreditar nestas previsões mediúnicas <strong>ridículas</strong>? Não foi ontem que começaram os rumores sobre uma iPad / iTablet / iSlate / Apple Tablet / Macbook Tablet / invente-um-nome-e-coloque-aqui e a cada evento da Apple uma legião de <em>mactards</em> fica, mais uma vez, frustrada.</p>
<p>Me lembro muito bem da época em que o <strong>netbook</strong> eram a novidade mais <strong>incipiente</strong> e haviam milhares de &#8220;<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://macmagazine.com.br/?s=%22netbook+da+apple%22&amp;x=0&amp;y=0" target="_blank">evidências</a>&#8221; acerca do <strong>lançamento de um netbook da Apple</strong>. Cadê ele? Vários e vários analistas, como os <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://macmagazine.com.br/2008/11/25/analistas-aguardam-um-netbook-da-apple-em-breve/" target="_blank">apressadinhos da Piper Jaffray</a>, previram que &#8220;até o final de 2000-e não-sei-quanto&#8221; seria lançado o tal netbook e&#8230; <a href="http://www.intermidias.com.br/2008/12/netbook-da-apple-uma-obsessao/" target="_blank">nada</a>. Assim como há mil anos eu escuto sobre a (maldita) iPad / iTablet / iSlate / Apple Tablet / Macbook Tablet / invente-um-nome-e-coloque-aqui da Apple e&#8230; <strong>nada</strong>.</p>
<p>Bem, já que todo mundo está <strong>brincando de vidente</strong> eu quero brincar também. Joguei os búzios aqui e lá vão minhas previsões para este suposto lançamento da Apple.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p>Quando o <strong>MacBook Air</strong> foi lançado ele foi <strong>bastante criticado</strong> e apenas hoje, depois de quase 2 anos, o mercado <strong>começa a entendê-lo</strong> (e surgem automaticamente uma gama de “genéricos” como o Adamo da Dell, o Asus UX30 e o Vaio VPC). Desta forma, uma iPad / iTablet / iSlate / Apple Tablet / Macbook Tablet / invente-um-nome-e-coloque-aqui da Apple teria um &#8220;<strong>algo a mais</strong>&#8221; do que todos estes <em><a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_tn47xAX1M6" href="http://static.flickr.com/2493/3716352885_3c077e9ed9.jpg">mock-ups</a></em> que estão circulando pela internet (a maioria deles <strong>sem usabilidade</strong> ou <strong>ergonomia</strong> nenhuma) e, juntamente com este &#8220;algo a mais&#8221; ele teria também uma <strong>grande</strong> probabilidade de ser &#8220;tão revolucionário&#8221; que demorará alguns anos para que o mundo entenda o produto (já que estou bancando o vidente, que tal uns <strong>três anos</strong>?)  – ou simplesmente <strong>fracassará</strong>, como o <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_xGclIwcPpu" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apple%20Newton">Apple Newton</a>, em 1993, o <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_fqQzRv28yu" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apple%20Pippin">Apple Pippin</a>, em 1996, ou a pífia <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_8UeMe8WrUm" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apple%20TV">Apple TV</a> (que eu, particularmente, considero um fracasso).</p>
<p>Ainda <strong>tem mais</strong>. Meus búzios já me dizem, há algum tempo, que a iPad / iTablet / iSlate / Apple Tablet / Macbook Tablet / invente-um-nome-e-coloque-aqui da Apple <strong>não será voltada prioritariamente para leitura </strong>(como o mercado editorial <a href="http://www.intermidias.com.br/2009/12/tablets-e-revistas-digitais-para-alem-da-transposicao-de-formatos/" target="_blank">esperava</a>, em seus últimos suspiros). <strong>Porque? </strong>Simplesmente porque a Apple está <a href="http://www.intermidias.com.br/2010/01/zinios-magazine-reading-iphone-app/" target="_blank">dando espaço demais</a> na App Store para aplicativos como o <strong>Kindle for iPhone</strong> e o <strong>Zinio’s Magazine Reading iPhone App</strong>, o que nos permite <strong>inferir</strong> que ela <strong>não tem planos</strong> a curto (ou médio) prazo de agregar este tipo de conteúdo à sua rede de vendas.</p>
<p>Bem, todas estas <strong>observações</strong> (que eu nem ousarei chamar de evidências ou fatos, pois sou <strong>realista</strong> e <strong>não possuo ações da Apple</strong>) nos deixa <strong>duas possíveis conclusões</strong>: ou a suposta iPad / iTablet / iSlate / Apple Tablet / Macbook Tablet / invente-um-nome-e-coloque-aqui da Apple irá <strong>contra todas as <a href="http://www.intermidias.com.br/2009/12/tablets-e-revistas-digitais-para-alem-da-transposicao-de-formatos/" target="_blank">tendências</a></strong> para um dispostivo como este ou a Apple simplesmente <strong>não irá lançar</strong> este produto tão cedo como os <em>mactards</em> de todo o mundo esperam que ela faça.</p>
<p><strong>Façam suas apostas.</strong></p>
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		<title>Radio Tool X: muitas rádios no seu iPhone</title>
		<link>http://www.intermidias.com.br/2010/01/radio-tool-x-muitas-radios-no-seu-iphone/</link>
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		<pubDate>Sun, 17 Jan 2010 17:29:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Fernando Valente, colaborador do blog (desde o Altcore), é desenvolvedor de apps para iPhone/iPod Touch e sua última criação foi o Radio Tool X.
O aplicativo permite que o usuário acesse um leque de rádios (na internet) de maneira rápida e fácil, através de uma única interface simples e de operação intuitiva. Ele conta com uma pré-seleção de 170 estações de rádio (de todo o mundo) e com funções como mudança de rádio através de uma &#8220;balançada&#8221; no seu iPhone (algo bastante similar à função &#8220;Shake Control&#8221; de alguns celulares ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Fernando Valente</strong>, <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.intermidias.com.br/tag/fernando-valente/" target="_blank">colaborador do blog</a> (desde o Altcore), é desenvolvedor de <a href="http://www.intermidias.com.br/tag/app/" target="_blank">apps</a> para iPhone/iPod Touch e sua última criação foi o <a href="http://chiarosoft.com/site/radiotoolx.php" target="_blank">Radio Tool X</a>.</p>
<p><img class="size-medium wp-image-2153 alignleft" title="Radio Tool X" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Radio-Tool-X-300x300.png" alt="" width="75" height="75" />O aplicativo permite que o usuário acesse um leque de <strong>rádios</strong> (na internet) de maneira rápida e fácil, através de uma única interface <strong>simples</strong> e de operação<strong> intuitiva</strong>. Ele conta com uma pré-seleção de <strong>170 estações de rádio</strong> (<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://chiarosoft.com/site/radiolist.php" target="_blank">de todo o mundo</a>) e com funções como mudança de rádio através de uma &#8220;balançada&#8221; no seu iPhone (algo bastante similar à função &#8220;Shake Control&#8221; de alguns celulares Sony Ericsson) e opção de &#8220;favoritar&#8221; suas estações prediletas.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://chiarosoft.com/site/rtxgalery/6.png"><img class="alignnone" title="Radio Tool X 01" src="http://chiarosoft.com/site/rtxgalery/6.png" alt="" width="200" height="370" /></a><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://chiarosoft.com/site/rtxgalery/7.png"><img class="alignnone" title="Radio Tool X 2" src="http://chiarosoft.com/site/rtxgalery/7.png" alt="" width="200" height="373" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p>Bem, se você quiser <strong>saber mais</strong> sobre o app é só visitar a sua <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://chiarosoft.com/site/radiotoolx.php" target="_blank">página oficial</a>. Se você gostou e já quiser <strong>tê-lo em seu iPhone/iPod Touch</strong> pode ir direto na <a rel="nofollow" target="_blank" href="itms://itunes.apple.com/WebObjects/MZStore.woa/wa/viewSoftware?id=334298375&amp;mt=8&amp;s=143441" target="_blank">página do aplicativo na App Store</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Zinio’s Magazine Reading iPhone App</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 19:40:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os &#8220;antigos&#8221; preconizavam que os computadores iriam acabar com o papel. Bem, os computadores, desktops e notebooks (e até os netbooks), já provaram que não são mais ameaça, porém os dispotivos móveis (smartphones, handhelds, ou qualquer que seja o nome que daremos para eles, só não podemos os considerar meros telefones), estão no páreo.
Depois do Kindle for iPhone &#8211; uma grande surpresa, já que todos pensavam que uma loja de livros era um dos próximos passos da Apple e seu plano megalomaníaco de dominar todo o conteúdo digital do mundo ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os &#8220;antigos&#8221; preconizavam que os <strong>computadores iriam acabar com o papel</strong>. Bem, os computadores, desktops e notebooks (e até os netbooks), já provaram que <strong>não são mais ameaça</strong>, porém os dispotivos móveis (smartphones, handhelds, ou qualquer que seja o nome que daremos para eles, só não podemos os considerar meros telefones), <strong>estão no páreo</strong>.</p>
<p>Depois do <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.amazon.com/gp/feature.html?ie=UTF8&amp;docId=1000301301" target="_blank">Kindle for iPhone</a> &#8211; uma grande surpresa, já que todos pensavam que uma loja de livros era um dos próximos passos da Apple e seu plano megalomaníaco de dominar todo o conteúdo digital do mundo &#8211; surge o <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.zinio.com/press/press-release.jsp?pressreleaseid=pr30002" target="_blank">Zinio&#8217;s Magazine Reading iPhone App</a>, um lançado recentemente, que é um leitor de revistas virtuais para iPhone/iPod Touch &#8211; com um grande diferencial: ele possui sua <strong>própria loja virtual</strong> <strong>de revistas</strong>, a <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.zinio.com/iphone/" target="_blank">própria Zinio</a>, enquanto <strong>provedora de conteúdo</strong>.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Zinio-02.png"><img class="size-medium wp-image-2126 alignnone" title="Zinio 02" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Zinio-02-141x300.png" alt="" width="141" height="300" /><img class="size-medium wp-image-2127 alignnone" title="Zinio 03" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Zinio-03-141x300.png" alt="" width="141" height="300" /></a></p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-2125" title="Zinio" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Zinio-141x300.png" alt="" width="85" height="183" /></p>
<p>Há algum tempo a Zinio já dispunha de versões de revistas devidamente <strong>adaptadas</strong> para o Mobile Safari, mas agora, com um aplicativo, a <strong>navegação</strong> deste conteúdo foi <strong>radicalmente modificada</strong> &#8211; para melhor, vale a pena ressaltar. Além de possuir uma interface com design bastante <strong>propício à leitura</strong>, o <em>app</em> ainda oferece um modo no qual toda a informação gráfica é <strong>excluída</strong>, deixando na tela apenas o texto &#8211; o que pode ajudar, e muito, na hora de ler em um dispositivo com tela <strong>relativamente pequena</strong> como é a do iPhone/iPod Touch. Outro detalhe interessante é que todo o conteúdo adquirido é <strong>transferido</strong> para o seu dispositivo, ou seja, você <strong>não precisa </strong>estar contectado à internet sempre que quiser ter acesso a ele.</p>
<div id="aptureLink_0xvT5t1V8p" style="margin: 0pt auto; padding: 0px 6px; text-align: center; display: block;"><object id="apture_embedPlayer1" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="456" height="285" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="quality" value="high" /><param name="allowScriptAccess" value="never" /><param name="flashvars" value="start=0" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/j9TSojPQ0hM&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3" /><param name="name" value="apture_embedPlayer1" /><embed id="apture_embedPlayer1" type="application/x-shockwave-flash" width="456" height="285" src="http://www.youtube.com/v/j9TSojPQ0hM&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3" name="apture_embedPlayer1" flashvars="start=0" allowscriptaccess="never" quality="high" bgcolor="#ffffff"></embed></object></div>
<p>O acervo da Zinio ainda <strong>não possui </strong>muitas opções, mas tenho certeza que ela deve sofrer um <em>up</em> brevemente &#8211; ainda mais com esse mar de rumores acerca de tablets e-magazines. O aplicativo está <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://itunes.apple.com/us/app/id342582783?mt=8" target="_blank">disponível gratuitamente na App Store</a> &#8211; porém não posso dizer o mesmo das revistas, claro.</p>
<p>Será que a Apple realmente <strong>não pretende </strong>abocanhar o mercado de publicações editoriais digitais? Não seria <strong>inteligente</strong> desprezar um nicho de mercado como este &#8211; e a Apple sabe muito bem disso. Se esta <strong>suposta</strong> Tablet da Apple for verdadeira &#8211; e seu fim for servir de receptáculo para o conteúdo que temos hoje em revistas, como mostram as <a href="http://www.intermidias.com.br/2009/12/tablets-e-revistas-digitais-para-alem-da-transposicao-de-formatos/" target="_blank">inclinações das grandes produtoras de conteúdo editorial</a> &#8211; logo toda esta abertura que a empresa está dando á <em>apps</em> deste tipo <strong>sumirá</strong>. E isto não está (muito) longe de acontecer.</p>
<h6>Referências: <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.zinio.com/press/press-release.jsp?pressreleaseid=pr30002" target="_blank">Zinio Launches iPhone App as Key Element of &#8220;Unity&#8221; Reading Platform</a> e <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://macmagazine.com.br/2010/01/12/zinio-lanca-leitor-com-banca-de-revistas-virtual-para-iphone/" target="_blank">Zinio lança leitor com banca de revistas virtual para iPhone</a>.</h6>
]]></content:encoded>
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		<title>Chegou o Natal (e as peças publicitárias temáticas)</title>
		<link>http://www.intermidias.com.br/2009/12/chegou-o-natal-e-as-pecas-publicitarias-tematicas/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 13:45:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade Tradicional]]></category>
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		<category><![CDATA[app]]></category>
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		<description><![CDATA[Antes de qualquer outra coisa, gostaria de desejar um Feliz Natal a todos vocês, caros leitores.
Bem, eu havia programado uma pauta para hoje, mas, já que estamos às vésperas de uma data tão emblemática, pensei que poderíamos sair um pouco da rotina &#8211; e, talvez, essa idéia não tenha sido só minha.
Em comemoração ao Natal, a Apple lançou um novo comercial da sua campanha publicitária “There’s an App for That”: o “12 Apps for Christmas” (12 apps para o Natal) &#8211; uma paródia ao clássico “12 Dias de Natal&#8221;. Seguindo ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de qualquer outra coisa, <strong>gostaria de desejar um Feliz Natal a todos vocês</strong>, caros leitores.</p>
<p>Bem, eu havia programado uma pauta para hoje, mas, já que estamos às vésperas de uma data tão <strong>emblemática</strong>, pensei que poderíamos <strong>sair</strong> um pouco da rotina &#8211; e, talvez, essa idéia <strong>não</strong> tenha sido só minha.</p>
<p>Em comemoração ao Natal, a Apple lançou um novo comercial da sua campanha publicitária <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_bQ1P9pmJPs" href="http://www.youtube.com/watch?v=szrsfeyLzyg">“There’s an App for That”</a>: o <strong>“12 Apps for Christmas”</strong> (12 apps para o Natal) &#8211; uma <strong>paródia</strong> ao clássico <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_KPeNSEJEYH" href="http://www.youtube.com/watch?v=UGtAa3klQNk">“12 Dias de Natal&#8221;</a>. Seguindo a linha de todas as peças da campanha, há o destaque, de forma bastante <strong>dinâmica</strong> (principalmente quando contraposta ao <strong>marasmo</strong> característico das peças publicitárias natalinas), <strong>12 aplicativos</strong> relacionados ao Natal (demonstrando, ainda que rapidamente, a <strong>funcionalidade</strong> de cada um). Confira:</p>
<div id="aptureLink_8WIQp9DsOn" style="margin: 0pt auto; padding: 0px 6px; text-align: center; display: block;"><object id="apture_embedPlayer1" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="456" height="285" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="quality" value="high" /><param name="allowScriptAccess" value="never" /><param name="flashvars" value="start=0" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/m-cSF5yXJTw&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3" /><param name="name" value="apture_embedPlayer1" /><embed id="apture_embedPlayer1" type="application/x-shockwave-flash" width="456" height="285" src="http://www.youtube.com/v/m-cSF5yXJTw&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3" name="apture_embedPlayer1" flashvars="start=0" allowscriptaccess="never" quality="high" bgcolor="#ffffff"></embed></object></div>
<p>Como a  <a rel="nofollow" target="_blank" title="Posts by Christina Warren" href="http://mashable.com/author/christina-warren/">Christina Warren</a> (do <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://mashable.com" target="_blank">Mashable</a>) nos <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://mashable.com/2009/12/17/apple-xmas-ad/" target="_blank">lembra</a>, a Apple já tem um <strong>longo histórico</strong> com comerciais temáticos de Natal (como os <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_qKCa0D4s29" href="http://www.youtube.com/watch?v=BANFPsgZdqc">comerciais antigos do Mac</a> e a <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_8gKPqYtkQP" href="http://www.youtube.com/watch?v=4RDbbPDysI4">animação da campanha &#8220;Get a Mac&#8221;</a>), então era de se esperar que ela fizesse algo especial para o iPhone, <em>hype</em> do momento.</p>
<h5>Referências: <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://leonardoxavier.typepad.com/mobilizado/2009/12/novo-comercial-da-apple-12-apps-para-o-natal.html" target="_blank">NOVO COMERCIAL DA APPLE “12 APPs PARA O NATAL”</a> e <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://mashable.com/2009/12/17/apple-xmas-ad/" target="_blank">Apple Celebrates the “12 Apps of Christmas” in Holiday Ad [VIDEO]</a>.</h5>
]]></content:encoded>
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		<title>O iMac: publicidade, consumo e construção identitária</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 17:35:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade Tradicional]]></category>
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		<description><![CDATA[Nestas últimas semanas apresentei um trabalho, bastante conturbado,  sobre algumas das peças da campanha Think Different. O trabalho me exauriu (e, ainda assim, não ficou do jeito que eu esperava), mas não importa o quanto eu estude ou analise a campanha  eu continuo a admirá-la.
Não. Diferente de milhões de fanboys, eu não a admiro simplesmente porque é uma campanha da Apple, mas porque a campanha &#8220;brinca&#8221; de forma fantástica conosco, com nossos valores (socialmente ratificados e vigentes, inclusive na época em que ela foi veiculada) para vender computadores. O manifesto ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nestas últimas semanas apresentei um trabalho, bastante <strong>conturbado</strong>,  sobre algumas das <strong>peças</strong> da <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_bzbK63p4kl" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Think%20Different">campanha <em>Think Different</em></a>. O trabalho me exauriu (e, ainda assim, não ficou do jeito que eu esperava), mas não importa o quanto eu estude ou analise a campanha  eu continuo a <strong>admirá-la</strong>.</p>
<p>Não. Diferente de milhões de <em>fanboys</em>, eu não a admiro simplesmente porque é uma campanha da Apple, mas porque a campanha &#8220;<strong>brinca</strong>&#8221; de forma fantástica conosco, com nossos <strong>valores</strong> (socialmente ratificados e vigentes, inclusive na época em que ela foi veiculada) para <strong>vender computadores</strong>. O <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_3RDSJx3SdJ" href="http://www.youtube.com/watch?v=8hjV-NPy1R4">manifesto Think Different</a> é um texto sensacional&#8230; que vende computadores. Mas assim como ele serviu para vender computadores, ele teria vendido aviões, máquinas de lavar, bambolês, canetas, biscoitos, chicletes, enfim, <strong>qualquer coisa</strong>. Porque? Porque a campanha <strong>não</strong> vende computadores: ela vende <strong>identidades</strong>.</p>
<p>No meu trabalho me restringi a analisar <strong>as peças do iMac</strong> e o mesmo farei aqui, afinal o que pretendo é despertar a atenção para algumas <strong>estratégias de construção identitária</strong> presentes na campanha &#8211; e estas peças satisfazem à este propósito. As peças publicitárias do iMac podem ser consideradas um <em>corpus</em> significativo e apropriado para a investigação de características dessa apropriação identitária, pois nos mostra um misto de <strong>discursos</strong>, <strong>imaginários</strong> e <strong>valores</strong> que evidenciam as <strong>relações de poder</strong> que operavam entre os processos de <strong>comercialização</strong> e <strong>consumo</strong>. Mas comecemos de onde se deve começar.</p>
<p>A campanha<em> Think Different</em>, criada pela agência <em>Chiat\Day</em> para a Apple (ainda chamada Apple Inc.), em 1997. Neste ano a empresa passava por um momento <strong>crítico</strong>, no qual recebia de volta um dos seus fundadores, <a href="http://www.intermidias.com.br/2008/12/afinal-quem-e-steve-jobs/" target="_blank">Steve Jobs</a>, em uma tentativa de recuperar-se da <strong>crise financeira</strong> que quase fechou suas portas. Jobs retornou a Apple trazendo de volta as idéias <strong>criativas</strong> e <strong>revolucionárias</strong> que levam o nome do empresa ao cenário internacional e um produto que materializava todo este espírito: o <strong>iMac </strong>- que ainda seria lançado em 1998.</p>
<div id="aptureLink_tTvdmfuo3l" style="margin: 0pt auto; padding: 0px 6px; text-align: center; display: block;"><object id="apture_embedPlayer1" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="340" height="285" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="quality" value="high" /><param name="allowScriptAccess" value="never" /><param name="flashvars" value="start=0" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/lcBpXYI1r3Q&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3" /><param name="name" value="apture_embedPlayer1" /><embed id="apture_embedPlayer1" type="application/x-shockwave-flash" width="340" height="285" src="http://www.youtube.com/v/lcBpXYI1r3Q&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3" name="apture_embedPlayer1" flashvars="start=0" allowscriptaccess="never" quality="high" bgcolor="#ffffff"></embed></object></div>
<p>Na composição da maioria das peças analisadas predominam imagens do iMac com um título curto, ambos sobre um fundo totalmente branco. Este conceito de <strong>simplicidade</strong> de toda a campanha faz referência direta a mudança do rumo administrativo da empresa, que não obteve sucesso com lançamentos mais “arrojados” (como o <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_xGclIwcPpu" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apple%20Newton">Apple Newton</a>, um <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_OknBoil52V" href="http://www.digimedia.ru/UserFiles/image/materials/2009/June/htc/368px-apple_newton.jpg">PDA touchscreen</a>, em 1993 e o <a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_fqQzRv28yu" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apple%20Pippin">Apple Pippin</a>, em 1996, um vídeo-game, ambos grandes fracassos, considerados, depois, muito avançados para a época) e retorna ao cenário da tecnologia com os conceitos de <strong>facilidade</strong>, <strong>inteligibilidade</strong> e <strong>integralidade</strong> – simbolizados pelo iMac e sua inovadora estrutura <em>all-in-one</em>.</p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/12/iMac-98-01.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2020" title="iMac 98 01" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/12/iMac-98-01-300x196.jpg" alt="iMac 98 01" width="300" height="196" /></a>Dois aspectos são claramente perceptíveis: a tentativa de <strong>desconstrução</strong> do iMac enquanto <strong>computador</strong> e a a <strong>supervalorização</strong> do <strong>design</strong>. Destacamos aqui o título <em><strong>Chic. Not Geek </strong></em>(Chique, não nerd) que explicita a intenção de expandir seu público-alvo para além de profissionais da área de Tecnologia da Informação (TI) e simpatizantes, considerados <em>geeks</em>, e atingir um público que valorize o <strong>estilo</strong> e <strong>beleza</strong>. Faz-se imprescindível enfatizar também que <strong>não há</strong>, nas peças, referência do iMac como um computador pessoal: o iMac é um iMac. Foi encontrada apenas uma referência neste sentido, em um folder (um tipo de impresso publicitário caracterizado pelo sua intenção de transmitir uma grande quantidade de informações), caracterizando o iMac enquanto “tudo que você precisa de um computador pessoal” – mas reitero que essa classificação em utilizada apenas <strong>uma vez</strong> em um folder de 6 páginas, o que é praticamente inexpressivo considerando o tamanho de toda a campanha. O <a href="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/12/iMac-98-02.jpg"><img class="size-medium wp-image-2019 alignright" title="iMac 98 02" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/12/iMac-98-02-238x300.jpg" alt="iMac 98 02" width="238" height="300" /></a>título <strong><em>Sorry, no beige </em></strong>(Desculpe, sem bege) demonstra de forma bem objetiva essa quebra com os padrões do produto &#8220;computador&#8221; e a tentativa de atribuir <strong>capital simbólico</strong> ao iMac, <strong>diferenciando-o</strong>. Esta diferenciação se torna ainda mais clara quando percebemos o cuidado com a <strong>seleção de veículos </strong>para os anúncios impressos da campanha: foram escolhidas revistas de <strong>grande tiragem e assuntos populares</strong>, como <strong>moda</strong>, para anunciar o produto – ao invés de fazê-lo em revistas de computação como faziam todas as outras fabricantes. Também é válido ressaltar que, até aquela época, anúncios em <a id="aptureLink_5tJlV9rG4f" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%ADdia%20exterior">mídia externa</a> não haviam sido utilizados pela indústria de computadores, mas a Chiat/Day alugou grandes espaços em New York e Los Angeles para veicular peças publicitárias da Apple – uma prática que permanece na empresa até hoje.</p>
<p>Fatos como estes (e muitos outros que ficaram de fora desta breve análise) mostram o quanto a Apple desejava <strong>popularizar</strong> o iMac, atribuindo a ele o conceito de <strong>diferenciação</strong> (do passado, do comum, do trivial) e a idéia que somente um iMac poderia levar para a vida do <strong>homem urbano moderno</strong> os adventos que o caracterizavam como tal: ele trabalhava os “novos” conceitos que a internet inaugurou na época, como <strong>interatividade</strong>, <strong>acessibilidade</strong>, <strong>velocidade</strong> e <strong>espaço virtual</strong>, tudo isso com um design totalmente <strong>inovador</strong>, <strong>compacto</strong>, <strong>cores alegres</strong> e <strong>fortes</strong>, formas <strong>arredondadas</strong> e <strong>translúcidas</strong>. Era um produto diferente, bonito e com tecnologia de ponta, que permitia o homem não apenas &#8220;usar&#8221; a tecnologia, mas <strong>viver</strong> aquele tempo como deveria ser vivido. Desta forma era constituído um argumento de venda <strong>emocional</strong>, ainda que apoiado em uma abordagem técnica.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/12/iMac-Anuncio-02.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2021" title="High-technicolor" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/12/iMac-Anuncio-02-1024x584.jpg" alt="High-technicolor" width="574" height="327" /></a></p>
<p>A Apple foi uma das primeiras empresas de informática a apresentar um computador como um <strong>objeto-símbolo</strong>, um objeto no qual o <a href="http://www.intermidias.com.br/2009/04/o-ato-de-consumir/" target="_blank">verdadeiro sentido do consumo</a> seria apropriar-se da <strong>carga semântica</strong> e da <strong>conotação social</strong> intrínseca a ele. O iMac foi construído não apenas para propiciar uma melhor experiência computacional para um indivíduo, mas para imbuí-lo de um <em>status quo</em>, que não pode ser adquirido de nenhum outro jeito senão a partir da <strong>compra</strong>, do <strong>consumo</strong>, da <strong>exibição</strong> daquele produto (BAUDRILLARD, 1989) – não é sem razão que o iMac tem uma <strong>alça</strong> em seu fundo, feita somente para viabilizar o seu <strong>transporte</strong>, ainda que seja <strong>ridícula</strong> a possibilidade de transitar com um desktop, até mesmo naquela época.</p>
<p><a href="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/12/iMac-Anuncio-01.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2022" title="Thrill" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/12/iMac-Anuncio-01-1023x548.jpg" alt="Thrill" width="575" height="307" /></a></p>
<p>Ao comprar um iMac, neste contexto, você não estaria apenas adquirindo um aparato tecnológico como também <strong>vivenciando</strong> um determinado <strong>estilo de vida</strong> (digital) e se inserindo num <strong>imaginário tecnológico</strong> que enfatiza as idéias de <strong>inovação</strong>, <strong>elegância</strong> e <strong>distinção econômica</strong> (e <strong>social</strong>). O iMac, assim como vários outros produtos da Apple (principalmente os porvindouros), foi um dos primeiros aparatos tecnológicos no pode-se encontrar uma união bem-sucedida entre a<strong> materialidade do fato tecnológico</strong> (sua interface gráfica de fácil utilização e seu design diferenciado) e os diversos <strong>planos discursivos</strong> que o envolvem, destacando os valores típicos da uma <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.google.com/search?sitesearch=andrelemos.info&amp;q=cibercultura&amp;submit=Search+Carnet" target="_blank">cibercultura</a> em plena formação e ascensão com o advento da internet.</p>
<h5>Referências bibliográficas:</h5>
<h5>BAUDRILLARD, Jean. O sistema dos objetos. São Paulo: Perspectiva, 1989.</h5>
<h5>Peças retiradas do site <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.macmothership.com/gallery/gallerytextindex.html" target="_blank">MacMothership</a>.</h5>
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		<title>O diferencial do iPhone é a quantidade de Apps?</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 18:35:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
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		<description><![CDATA[É incrível como todo dia eu consigo achar um app mais ridículo/inútil do que algum que achei no dia anterior. Depois Philip Schiller ainda insiste em afimar que o número de aplicativos disponíveis para iPhone OS (colocamos aí o iPod touch, ok?) é o seu maior diferencial.
A realidade me parece um pouco (ou bastante) diferente. Vocês já viram o Fit or Fugly? Se ainda não, deixem-me ter o (des)prazer de explicá-lo para vocês: o aplicativo é baseado em biometria, sua única função é medir as proporções do seu rosto (a ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É incrível como todo dia eu consigo achar um app mais <strong>ridículo/inútil </strong>do que algum que achei no dia anterior. Depois Philip Schiller ainda insiste em <a href="http://www.intermidias.com.br/2009/11/theres-an-app-for-that-so-no-iphone/" target="_blank">afimar</a> que o número de aplicativos disponíveis para iPhone OS (colocamos aí o iPod touch, ok?) é o seu <strong>maior</strong> diferencial.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1721" title="Fit or Fugly" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/11/fit-or-fugly-193x300.jpg" alt="Fit or Fugly" width="185" height="288" />A realidade me parece um pouco (ou bastante) <strong>diferente</strong>. Vocês já viram o <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://itunes.apple.com/br/app/fit-or-fugly/id334463754?mt=8" target="_blank">Fit or Fugly</a>? Se ainda não, deixem-me ter o (des)prazer de explicá-lo para vocês: o aplicativo é baseado em <strong>biometria</strong>, sua única função é <strong>medir</strong> as proporções do seu rosto (a partir de uma  foto) e te <strong>classificar</strong> como bonito ou feio. Só isso. (Preço? US$1).</p>
<p>Logo quando vi a <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://gizmodo.com.br/conteudo/nao-preciso-de-um-app-do-iphone-pra-saber-que-eu-sou-lindo" target="_blank">notícia no Gizmodo Brasil</a> pensei: &#8220;bela jogada de <strong>marketing</strong>, deve ser um aplicativo de alguma empresa, alguma relacionada a estética (talvez a <strong>Dove</strong>? E seu conceito &#8220;<a rel="nofollow" target="_blank" id="aptureLink_jdTs8OOjqc" href="http://varejototal.zip.net/images/dove-model.jpg">aberto</a>&#8221; de beleza).&#8221; Mas, para minha supresa, não era. O aplicativo foi desenvolvido por Ed Nash, um &#8220;garoto&#8221;de 19 anos, simplesmente para <strong>nada</strong>. Ou melhor, segundo ele pode ser usado para &#8220;quebrar o gelo em jantares&#8221; ou para chegar naquela gatinha quando você está sem papo; me perdoem, é realmente muito útil.</p>
<p>Eu poderia aceitar este <em>app </em>e ainda dizer que ele é (minimamente) válido <strong>se</strong> fosse publicitário (e estivesse atrelado a um bom <strong>conceito</strong>). Mas até os publicitários estão preocupados com uma característica <strong>fundamental</strong> (que este aplicativo não possui, nem resquícios): <strong>relevância</strong>.</p>
<p>Sinceramente, é este o <strong>diferencial</strong> do iPhone?<strong> Não creio</strong>.</p>
<h5>Referências: <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://gizmodo.com.br/conteudo/nao-preciso-de-um-app-do-iphone-pra-saber-que-eu-sou-lindo" target="_blank">Não preciso de um app do iPhone pra saber que eu sou lindo</a> e <a rel="nofollow" target="_blank" title="Permanent Link to Biometric-Type iPhone App Might Just Get You A Date. Or Slapped." rel="bookmark" href="http://www.cultofmac.com/biometric-type-iphone-app-might-just-get-you-a-date-or-slapped/21421">Biometric-Type iPhone App Might Just Get You A Date. Or Slapped</a>.</h5>
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		<item>
		<title>There’s an app for that? Só no iPhone…</title>
		<link>http://www.intermidias.com.br/2009/11/theres-an-app-for-that-so-no-iphone/</link>
		<comments>http://www.intermidias.com.br/2009/11/theres-an-app-for-that-so-no-iphone/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 19:29:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[android]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativos móveis]]></category>
		<category><![CDATA[app]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
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		<description><![CDATA[Aparentemente there&#8217;s an app for everything e isso é o bom do iPhone/iPod Touch. Será que estamos vendo a história se repetir, só que em dispositivos diferentes?
Aparentemente Steve Jobs andou aprendendo alguns truques com o chute cataclísmico que tomou nos anos 80 &#8211; mais especificamente, quando a Microsoft desenvolveu um sistema operacional (com interface gráfica, grande diferencial do Mac na época) compatível com qualquer PC. Desde então o Windows ganhou espaço no mercado e uma das principais justificativas para isso (exceto o &#8220;hábito&#8221;, que não considerei aqui como válida) foi ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aparentemente <em>there&#8217;s an app for everything</em> e isso é o <strong>bom</strong> do iPhone/iPod Touch. Será que estamos vendo a <strong>história se rep</strong><strong>etir</strong>, só que em <strong>dispositivos diferentes</strong>?</p>
<p>Aparentemente Steve Jobs andou aprendendo alguns truques com o <a href="http://www.intermidias.com.br/2008/12/daqui-a-pouco-a-apple-toma-outro-chute-cataclismico/" target="_blank">chute cataclísmico</a> que tomou nos anos 80 &#8211; mais <img class="alignright" title="Bil Gates" src="http://farm1.static.flickr.com/56/125277887_e1f20c8d6b.jpg" alt="" width="120" height="120" />especificamente, quando a Microsoft desenvolveu um sistema operacional (com <strong>interface gráfica</strong>, grande diferencial do Mac na época) compatível com qualquer PC. Desde então o Windows ganhou espaço no mercado e uma das <strong>principais justificativas </strong>para isso (exceto o &#8220;hábito&#8221;, que não considerei aqui como válida) foi a <strong>quantidade de aplicativos</strong> que rodam no SO.</p>
<p>A Apple <a href="http://www.intermidias.com.br/2008/12/daqui-a-pouco-a-apple-toma-outro-chute-cataclismico/" target="_blank">não mudou de idéia</a> quanto à &#8220;ligação inviolável&#8221; entre software e hardware, mas parece que a quantidade de aplicativos existentes para suas plataformas realmente foi algo que a <strong>incomodou</strong>.</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1553" title="iPhone Apps" src="http://www.intermidias.com.br/wp-content/uploads/2009/11/apps-150x150.png" alt="iPhone Apps" width="120" height="120" />Com o <strong>iPhone OS</strong> a Apple se <strong>redimiu</strong> neste aspecto. Recentemente, a empresa anunciou que já foram criados e publicados na App Store mais de <strong>100.000</strong> títulos, consolidando a loja como a <strong>maior</strong> do ramo de aplicativos móveis. O blog <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://macmagazine.com.br" target="_blank">MacMagazine</a> <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://macmagazine.com.br/2009/11/04/mais-de-100-000-titulos-ja-estao-disponiveis-na-iphone-app-store/" target="_blank">publicou</a> a seguinte afirmação, vinda de <strong>Philip Schiller</strong>, vice-presidente sênior de marketing mundial de produtos da Apple:</p>
<blockquote><p>A App Store, agora com mais de 100.000 aplicativos disponíveis, é claramente o maior diferencial para milhões de consumidores do iPhone e do iPod touch em todo o mundo</p></blockquote>
<p>É realmente muito <strong>engraçado</strong> perceber como <strong>fatos</strong> são <strong>maleáveis </strong>à<strong> interesses</strong>. Vamos recapitular um pouco: por que escolhemos um Mac? Deixando de lado <strong>critérios subjetivos</strong> (capital simbólico, modismo, entre outros), compramos um Mac porque ele <em>just works</em> &#8211; basicamente porque o software e o hardware são feitos &#8220;um para o outro&#8221;. Defensores do Windows <strong>constestam</strong> este argumento exaltando o sistema da Microsoft devido ao <strong>número de aplicativos</strong> desenvolvidos para ele; a resposta dos adeptos ao Mac é sempre algo como: &#8220;Não adianta ter inúmeros aplicativos se eles não funcionam&#8221;.</p>
<p>Então, vejamos se eu entendi bem: <strong>no caso do Windows, o número de aplicativos não é relevante</strong>, mas <strong>no caso do iPhone <strong>(quando posto lado-a-lado com tantos outros smarthphones no mercado)</strong></strong><strong>, a quantidade de aplicativos é o seu maior diferencial</strong>?</p>
<p>Bem <strong>comôdo</strong>.</p>
<h5>Referências: <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://macmagazine.com.br/2009/11/04/mais-de-100-000-titulos-ja-estao-disponiveis-na-iphone-app-store/" target="_blank">Mais de 100.000 títulos já estão disponíveis na iPhone App Store</a> e <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://macmagazine.com.br/2009/10/28/estaria-o-sucesso-do-iphone-fadado-ao-numero-de-apps-disponiveis-somente-i-dont-think-so/" target="_blank">Estaria o sucesso do iPhone fadado ao número de apps disponíveis, somente? I don’t think so</a>.</h5>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Apple leva prêmio no Webby Awards: como assim?!</title>
		<link>http://www.intermidias.com.br/2009/05/apple-leva-premio-no-webby-awards-como-assim/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2009 00:59:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Novas Mídias]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu não acredito.
Simplesmente não acredito.
No final do ano passado, mas especificamente em 22 de Dezembro, dediquei uma postagem deste blog à crítica de uma peça publicitária do iPod Touch bastante infeliz, veiculada no portal Yahoo! Games. Por que infeliz (e por que eu dediquei uma postagem a ela)? Porque &#8211; como eu disse na época, e, não importa o que aconteça, continuarei dizendo &#8211; a peça é &#8220;uma cópia do viral do Wario Land para Nitendo Wii&#8220;. Só por isso. Vejam (ambos):
O original

A cópia

Os grandes publicitários da agência TBWA\Chiat\Day &#8211; ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu <strong>não acredito</strong>.<br />
Simplesmente <strong>não acredito</strong>.</p>
<p>No final do ano passado, mas especificamente em 22 de Dezembro, dediquei <strong><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.intermidias.com.br/2008/12/pecas-virais-e-outras-nao-tao-virais-assim/">uma postagem</a></strong> deste blog à<strong> crítica</strong> de uma peça publicitária do iPod Touch bastante <strong>infeliz</strong>, veiculada no portal Yahoo! Games. <strong>Por que</strong> infeliz (e <strong>por que</strong> eu dediquei uma postagem a ela)? Porque &#8211; como eu disse na época, e, <strong>não importa o que aconteça</strong>, continuarei dizendo &#8211; a peça é &#8220;uma <strong>cópia</strong> do <strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=zSU-z-t9Ku4">viral do Wario Land para Nitendo Wii</a></strong>&#8220;. Só por isso. <span id="more-198"></span>Vejam (ambos):</p>
<div style="text-align: center;"><span style="font-size: xx-small;">O original</span></div>
<div style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="350" height="283" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/zSU-z-t9Ku4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="350" height="283" src="http://www.youtube.com/v/zSU-z-t9Ku4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
<div style="text-align: center;"><span style="font-size: xx-small;">A cópia</span></div>
<div style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="350" height="284" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/q5smyap_9vA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="350" height="284" src="http://www.youtube.com/v/q5smyap_9vA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
<p>Os <strong>grandes publicitários</strong> da agência <strong>TBWA\Chiat\Day</strong> &#8211; e falo &#8220;grandes publicitários&#8221; sinceramente, <strong>sem</strong> qualquer ironia &#8211; ao conceber “<strong>Funnest</strong>”, a peça em questão, apenas <strong>substituiram</strong> <strong>uma animação</strong> (ao invés dos elementos da página caírem, eles seguiram os movimentos do iPod Touch) e <em>voi a lá</em>!</p>
<p>Mas nisso eu consigo acreditar &#8211; é muito fácil acreditar em plág&#8230; <strong>inspiração</strong> (severa). O que eu <strong>não consigo acreditar</strong> é que este poço de originalidade conseguiu, efetivamente, levar um <strong>prêmio</strong> para a Apple: “Funnest” concorreu (e ganhou, claro) na categoria <strong>Comerciais Online</strong> da 13ª edição do <strong><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.webbyawards.com/">Webby Awards</a></strong> — prêmio que, nas palavras do  <strong><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://macmagazine.com.br/blog/author/filipe/">Filipe Alvarenga</a></strong>, do <strong><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://macmagazine.com.br/blog/2009/05/10/apple-e-campea-em-uma-das-categorias-do-webby-awards-2009/">blog MacMagazine</a></strong>, é considerado o “Oscar da Internet”.</p>
<p>Desta vez <strong>não haverá</strong> o típico comentário final que eu sempre faço no post, pois <strong>não há o que comentar</strong>. É isso, por mais <strong>ridículo</strong> que seja, e acabou.</p>
<p><span style="font-size: x-small;">Referências: <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://macmagazine.com.br/blog/2009/05/10/apple-e-campea-em-uma-das-categorias-do-webby-awards-2009/">Apple é campeã em uma das categorias do Webby Awards 2009</a> e <a href="http://www.intermidias.com.br/2008/12/pecas-virais-e-outras-nao-tao-virais-assim/">Peças virais e outras não-tão-virais-assim</a>.</span></p>
<p><span style="font-size: x-small;"><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Metáfora do Desktop</title>
		<link>http://www.intermidias.com.br/2009/04/a-metafora-do-desktop/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 03:09:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ian Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[GUI]]></category>
		<category><![CDATA[interface]]></category>
		<category><![CDATA[interface gráfica]]></category>
		<category><![CDATA[mac os x]]></category>
		<category><![CDATA[tela]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje o desktop, a área de trabalho, é a coisa mais natural do mundo &#8211; não podemos começar a operar o computador até vê-lo. Mas já pensaram no que realmente é o desktop?

Quando Engelbart apresentou ao mundo a interface gráfica, ou GUI (do inglês, Graphical User Interface), ele demonstrou, na verdade, um modo de sintetizar, funcional e semanticamente, os complexos comandos escritos em representações gráficas e iconográficas - ou seja, a possibilidade de se compor uma interface a partir destas representações.
Aquele que explorou esta possibilidade foi Alan Kay (fotografia ao ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje o <em>desktop</em>, a <strong>área de trabalho</strong>, é a coisa mais <strong>natural </strong>do mundo &#8211; não podemos começar a <strong>operar </strong>o computador até vê-lo. Mas já pensaram no que realmente <strong>é</strong> o <em>desktop</em>?</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a rel="nofollow" target="_blank" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://www.rowan.edu/toolbox/policies/mac_fac/mfk_1.png"><img src="http://www.rowan.edu/toolbox/policies/mac_fac/mfk_1.png" border="0" alt="" width="325" height="243" /></a></div>
<p>Quando Engelbart apresentou ao mundo a interface gráfica, ou <em>GUI </em>(do inglês, <em>Graphical User Interface</em>), ele demonstrou, na verdade, um <strong>modo </strong>de <strong>sintetizar</strong>, funcional e semanticamente, os complexos <strong>comandos</strong> <strong>escritos </strong>em <strong>representações gráficas </strong>e <strong>iconográficas </strong>- ou seja, a <strong>possibilidade </strong>de se <strong>compor </strong>uma interface a partir destas representações.<span id="more-194"></span></p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;" href="http://www.aes.org/technical/images/Alan_Kay_Photo.jpg"><img src="http://www.aes.org/technical/images/Alan_Kay_Photo.jpg" border="0" alt="" width="137" height="200" /></a>Aquele que <strong>explorou </strong>esta possibilidade foi <strong>Alan Kay</strong> (fotografia ao lado), do Stanford Research Institute (SRI). Além de desenvolver a capacidade de <strong>sobreposição de janelas</strong> (um passo de importância incomensurável para a consolidação das <em>GUI</em>s), Kay encontrou uma forma de <strong>organizar </strong>e <strong>materializar</strong> uma infinidade de <strong>bits </strong>(a informação) de modo que pudéssemos, de fato, <strong>entendê-la</strong> e, deste modo, <strong>interagir </strong>mais intuitivamente: a <strong>metáfora do <em>desktop</em></strong>. A tela então passou a ser uma <strong>escrivaninha </strong>na qual <strong>papéis </strong>(janelas) sobrepunham-se e alternavam-se conforme sua utilização pelo usuário. Enquanto metáfora, é óbvio que a <strong>relação </strong>que o usuário tem a área de trabalho de seu computador <strong>não é a mesma</strong> que tem com sua escrivaninha &#8211; como não trata seu <em>mouse </em>como um rato. A metáfora do <em>desktop</em> é eficaz porque cumpre sua função de <strong>estimular relações de remetimento</strong> pelas quais o usuário (principalmente o leigo) se <strong>aproxima </strong>mais da experiência computacional; por simples <strong>associação</strong>, se torna quase óbvio que um arquivo estivesse contido em uma pasta e que você pudesse, a qualquer momento, arrastar esta última e mudá-la de lugar na sua área de trabalho &#8211; assim como vira natural arrastar um arquivo de uma pasta para outra para movê-lo. As pequenas ilustrações de pastas faziam os usuários <strong>lembrarem </strong>de pastas &#8220;reais&#8221;, mesmo não <strong>funcionando</strong> exatamente como tais; foi isso que fez a metáfora tão <strong>forte </strong>e bem sucedida.</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a rel="nofollow" target="_blank" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://tomhouse.files.wordpress.com/2009/02/apple_macintosh_desktop.png?w=300&amp;h=200"><img src="http://tomhouse.files.wordpress.com/2009/02/apple_macintosh_desktop.png?w=300&amp;h=200" border="0" alt="" width="200" height="133" /></a></div>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;" href="http://www.visuallee.com/weblog/images/original_desktop.jpg"><img src="http://www.visuallee.com/weblog/images/original_desktop.jpg" border="0" alt="" width="139" height="200" /></a>O <em>desktop </em>de Kay (imagem da patente à direita) teve seu <strong>ápice </strong>na a<strong>daptação\aprimoramento</strong> feita para o <strong>Macintosh</strong>, com seus menus, ícones e pastas que constituíram um <strong>padrão </strong>que as interfaces gráficas computacionais seguem até hoje. E, salvaguardando algumas mudanças <strong>conceituais ínfimas </strong>(e uma série de mudanças <strong>estéticas </strong>até significativas), as <em>GUI</em>s que conhecemos hoje ainda são <strong>as mesmas</strong> que surgiram nos anos 80, não houve nenhuma mudança em seu conceito.</p>
<p>Vemos hoje que o <strong>3D </strong>já invande as áreas de trabalho convencionais. Graças ao crescente desempenho das <strong>placas gráficas</strong> (<em>GPU</em>s), a última <strong>tendência </strong>em <em>desktops </em>hoje são os &#8220;toques&#8221; em terceira dimensão &#8211; não uma completa transformação da área de trabalho, e sua manipulação, para três dimensões, mas apenas <strong>alguns</strong> <strong>elementos</strong>, com os alternadores de aplicativos. No <strong>Linux</strong>, a <strong>maior </strong>referência é o <strong>Compiz Fusion</strong>, que tem uma gama de recursos de visualização (e operação) do desktop em 3D, como já falei <a href="http://www.intermidias.com.br/2008/05/compiz-fusion-0-7-5-faca-do-seu-desktop-um-aquario/"><strong>anteriormente</strong></a>; no <strong>Mac </strong>temos uma sério de efeitos de minimização de janelas, entre outros, e recursos como o <strong>Exposé</strong>; e (até) o Windows <strong>Vista </strong>ganhou o <strong>Aero</strong>, com suas janelas transparentes e o <em>Alt+Tab</em> turbinado.</p>
<div style="text-align: center;"><span style="font-size: xx-small;">O <strong>Bumptop </strong>e o <strong>Shock Desktop 3D</strong> tornam possível organizar seus arquivos e aplicações no seu desktop totalmente em três dimensões.</span></div>
<div style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="350" height="283" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/M0ODskdEPnQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="350" height="283" src="http://www.youtube.com/v/M0ODskdEPnQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
<p>Mas, mesmo com <strong>múltiplas áreas de trabalho</strong> dispostas em forma de <strong>cubo </strong>(ou <strong>cilindro</strong>), <strong>janelas transparentes</strong>, <strong>janelas instáveis</strong>, <strong>alternadores de aplicativos com <em>thumbnails </em>animadas</strong>, e tudo mais de 3D que um desktop possa ter (como o vídeo acima), <strong>não se enganem</strong>. No fundo, ele é o <em>desktop </em>de Alan Kay.</p>
<p>Referências: Reimagining the Future of Your Desktop, in 3D.</p>
<p>Leituras adicionais: <a href="http://www.intermidias.com.br/2008/09/a-sindrome-do-deficit-de-atencao-e-as-interfaces-graficas/">A síndrome do déficit de atenção e as interfaces gráficas</a>.</p>
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