O Idle time e os dispositivos móveis
Mobile Marketing é, definitivamente, meu assunto preferido quando falo de publicidade em “novas mídias”.
Não que eu subestime as capacidades de todos os outros meios (ou não as reconheça), mas porque vejo nos dispositivos móveis a oportunidade de conquistar algo que só a portabilidade permite: o idle time das pessoas.
Como Michel Lent sempre diz em todas as palestras que ministra ao redor do Brasil, o grande trunfo do mobile é estar presente no tempo ocioso das pessoas – aquelas (raras) horas em que nós simplesmente não estamos fazendo nada. No trânsito, na sala de espera do dentista, na cama (esperando o sono chegar), em resumo: um tempo que você nem sequer lembra que tem – “apelidado” carinhosamente pelos teóricos gringos de idle time.
Este idle time está espalhado por entre várias pequenas situações do cotidiano, constituindo micro-oportunidades que apenas a publicidade em dispositivos móveis pode explorar – conquistar a atenção do seu target e assim realizar o desejo tão voraz de imprimir-lhe a marca num lugar “em branco” de seu cérebro. A portabilidade e plurifuncionalidade dos telefones celulares permitem a este aparelhos chegar, com facilidade, aonde nenhuma outra mídia chega, tomando a “forma” que o seu usuário quiser que eles tomem: a de um livro, uma TV, um rádio, um vídeo game, entre outras. Porém, o modo como se dará esta interação, a estratégia, é tão importante quanto seu timming. Apenas “anunciar” já não basta, é preciso dar ao target algo que ele precise, que melhore e aumente quaisquer experiências que ele possa ter neste pequeno, mas tão significativo, espaço de tempo.
Ainda pretendo desenvolver (muito) mais essa idéia…



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